quarta-feira, 30 de junho de 2010

ACS / Aeronáutica Assinam Cessão de Uso de Área do CLA

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (30/06) no site da Alcântara Cyclone Space (ACS), destacando que o Diretor-Geral da empresa, Roberto Amaral e o diretor de Suprimentos e Qualidade, Valeriy Frolov, participarão nesta quinta-feira (01/07) da assinatura do Termo de Entrega pela Aeronáutica da área onde será construído o Complexo de Lançamento do Cyclone-4.

Duda Falcão

Diretor-Geral da ACS Assina Cessão de Uso da Área da Binacional

30/06/2010

O diretor-geral brasileiro da Binacional Alcântara Cyclone Space, Roberto Amaral, e o diretor de Suprimentos e Qualidade, Valeriy Frolov, participarão do evento de assinatura do Termo de Entrega da área da ACS. A cerimônia ocorrerá nesta quinta-feira, (1º), às 10h, no Salão Nobre do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

A Aeronáutica alugou à ACS uma área de aproximadamente 500 hectares, ao norte do CLA, para que a Binacional possa construir seu sítio de lançamento e, de lá, lançar seus veículos Cyclone-4.

A expectativa da ACS é que as obras tenham início ainda neste ano de 2010. Prova disso é o fato de que a Pedra Fundamental das obras deve ser lançada no dia 16 de setembro de 2010, pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já o primeiro foguete Cyclone-4 deve ir ao espaço em fevereiro de 2012.

Fonte: Site da Alcântara Cyclone Space (ACS)

Pela 1ª Vez, Astronauta Visita Presidente Prudente (SP)


Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada dia (27/06) no jornal “O Imparcial” de Presidente Prudente (SP), sobre a primeira visita do astronauta Marcos Pontes a essa cidade paulista.

Duda Falcão

Experiência

Pela 1ª Vez, Astronauta Visita PP

Brasileiro Marcos Pontes conversa com prudentinos

no Sesc Thermas e os acompanha a planetário

MATHEUS TEIXEIRA
DA REPORTAGEM LOCAL

Marcio Oliveira

Pontes: “As pessoas precisam acreditar que são capazes”

Marcos Cesar Pontes, 47 anos, o primeiro astronauta brasileiro e do hemisfério sul, esteve ontem em Presidente Prudente pela primeira vez. O cosmonauta da Agência Espacial Norteamericana (NASA), a serviço do Brasil, conversou com prudentinos, no Sesc Thermas e os acompanhou até um planetário do local.

Em 2006, ficou nacionalmente conhecido após participar da Missão Centenário – alusão aos 100 anos do vôo histórico de Santos Dumont. O astronauta brasileiro foi ao espaço em 29 de março, a bordo da espaçonave Soyuz. Em órbita terrestre, onde ficou por dez dias, realizou experimentos sobre microgravidade.

Entre um dos objetivos da Centenário, estava o de motivar estudantes a seguirem nas áreas de Ciência e Tecnologia. “Durante a missão, você pensa no que vai ficar de você. Pensei em deixar algum legado”, enfatiza Pontes. O astronauta afirma que, desde 2006, o aumento educacional nessas áreas tem ocorrido. “Até 2005, por volta de 200 mil pessoas participavam da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Hoje, chega a 1 milhão”, expõe Pontes, que alega ter mais orgulho de ser chamado de professor do que de astronauta. “A missão também ajudou a Aeronáutica ficar mais conhecida e isso colabora para cobrarmos [novos investimentos] dos políticos, ressalta.

Pontes ingressou na Agência Espacial Brasileira (AEB) por meio de concurso público em 1998, quando era, então, piloto de combate. Na época, o Brasil havia entrado no programa da Estação Espacial Internacional (ISS), por meio da NASA. Por isso, além de testes nacionais, Pontes passou por exames da agência norteamericana. “Já morava na Califórnia, fazia doutorado, mas mesmo assim é preciso ter família estruturada, porque você não tem muito tempo para ela, a preparação técnica é puxada”, argumenta. O título oficial de astronauta só veio em dezembro de 2000, após dois anos de treinamentos intensos.

ACIDENTES

Em 2003, Pontes viveu um momento difícil na carreira: perdeu 28 amigos, devido aos acidentes do ônibus espacial Colúmbia, na Flórida, Estados Unidos da América (EUA), e na Base de Alcântara, no Maranhão. O astronauta brasileiro, inclusive, trabalhou na investigação do Colúmbia. “É preciso aprender a conviver com isso e tentar trabalhar em segurança. Não pode desanimar. E, ao continuar, mostrar respeito a eles”, enfatiza.

PERFIL

Pontes mora em Houston, (EUA). Nasceu em Bauru e seu pai era servente do Instituto Brasileiro do Café (IBC) e a mãe trabalhou com escrituraria da extinta Rede Ferroviária Federal S/A (RFFSA). Pontes é casado e tem dois filhos.

A paixão pelo vôo começou cedo. Aos 6 anos viu o homem ir à Lua e disse ao irmão: “um dia vou ser astronauta”. As visitas ao Aeroclube de Bauru também ajudaram. O primeiro emprego foi aos 14 anos, com aprendiz de eletricista. Aos 17, ingressou, como segundo colocado, na Academia da Força Aérea (AFA), de Pirassununga. Foi piloto de caça durante a juventude e o primeiro piloto de provas formado no Brasil que também era engenheiro aeronáutico – formado pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos. Por um período, foi o único com essas classificações a estar disponível para a Força Aérea Brasileira (FAB).

O astronauta brasileiro é mestre em Engenharia de Sistemas, pela Naval Postgraduate School (NPS), na Califórnia, EUA. Pontes é, ainda, diretor técnico espacial do Instituto Nacional para o Desenvolvimento Espacial e Aeronáutico (IDEA), pesquisador e professor convidado do Departamento de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP), de São Carlos.


Fonte: Jornal “O Imparcial” de Presidente Prudente - pág 4B - 27/06/2010

CRA/INPE Announces in Belém International Partnership


Hello reader!

It follows one communicates published in english on the day (06/29) in the website of the National Institute for Space Research (INPE) announcing that Amazonian Regional Center (CRA) of the INPE formalised partnership with Brazilian and foreign institutions.

Duda Falcão

CRA/INPE in Belém Announces Partnership Along

with Brazilian, Japanese and French Institutions

June 29, 2010

On Thursday, (July first), at 10:00am, the National Institute for Space Research (INPE) opens to the community visitation in Guamá, at the Science and Technology Park, the new facility of the Amazonian Regional Center (CRA).

During the ceremony INPE will be formalizing an agreement along with the Brazilian Cooperation Agency (ABC), Brazilian Institute of Environment (IBAMA) and Japanese International Cooperation Agency (JICA) to train technicians from other countries to monitor tropical forests by satellite, as INPE has been doing in the Amazon state for about 20 years.

Also, in the same event a programme in partnership with the Institute of Development Research (IRD), France, enabling the SPOT satellite image distribution to make researches in the Northern and Northeastern part of Brazil will be announced.

For over one year (2009), CRA/INPE used the facilities of EMBRAPA, in Belém (PA).

Source: WebSite of the National Institute for Space Research (INPE)

Six Scientist of the INPE are Selected by the IPCC

Hello reader!

It follows one communicates published in english on the day (06/24) in the website of the National Institute for Space Research (INPE) emphasising that the “Intergovernmental Panel on Climate Changes (IPCC)” selected six scientist of the INPE to elaborate the “5th Report on Global Climate Change".

Duda Falcão

IPCC Picks Scientists from the National Institute for Space Research

to Elaborate the 5th Report on Global Climate Change

June 24, 2010

Six out of 25 scientists are from the National Institute for Space Research (INPE), who will represent Brazil in the task of drawing up the Fifth Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC), which will count on 831 worldwide specialists.

In the Working Group 1, which examines the science of climate change are José Marengo as a reviewer on the atmosphere and surface of the planet chapter; Chou Sin Chan, author of the chapter on evaluation of climate models, and Iracema Cavalcanti author of the chapter on regional climate change.

Working Group 2 on impacts, vulnerability and adaptation to climate change, Carlos Nobre coordinates chapter on impacts in Central and South America, so that Jean Ometto as a reviewer.

Working Group 3 on climate change mitigation, Thelma Krug will review the chapter on land use. Carlos Nobre, Jose Marengo Thelma Krug, have already worked in previous IPCC reports.

The IPCC is a panel of the United Nations (UN) in charge of evaluating the scientific information on effects of climate change, highlight its environmental impacts and socio-economical and design strategies for mitigation. Its fifth report might be published between 2013 and 2014.

More information on the IPCC website www.ipcc.ch

Source: WebSite of the National Institute for Space Research (INPE)

Para Entender o Universo

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (30/06) no site do jornal “Correio Braziliense” destacando que um projeto hispano-brasileiro construirá um telescópio para estudar a teoria da energia escura.

Duda Falcão
Para Entender o Universo
Projeto hispano-brasileiro construirá telescópio paraestudar a teoria da energia escura, uma das possíveis explicações para o fato de o cosmos se expandir de forma acelerada

Gisela Cabral
30/08/2010 - 07:00

Os telescópios funcionam como uma extensão dos olhos humanos direcionada ao espaço, capaz de enxergar objetos a milhares de quilômetros da Terra. Cada vez mais modernos, esses equipamentos são considerados fundamentais para testar novas teorias sobre a formação e o comportamento do cosmos, exatamente o principal objetivo do projeto hispano-brasileiro Javalambre PAU Astrophysical Survey (J-PAS), que prevê a construção de um telescópio específico para o estudo da energia escura, considerada uma das variáveis fundamentais da expansão do Universo.
A teoria da energia escura é bastante controversa e recente, tendo cerca de 10 anos. Surgiu a partir da comprovação de que o Universo se comporta de maneira exatamente oposta da que os cientistas imaginavam. Em vez de se expandir cada vez mais lentamente — como era de se esperar, pois a gravidade exercida pelos corpos que compõem o cosmos deveria frear esse movimento —, o Universo na verdade evolui de forma cada vez mais veloz.
Essa constatação foi possível graças à observação de que as supernovas mais longínquas da Terra apresentam a luz mais tênue do que seria de se esperar. Ou seja, elas estão a uma distância maior do que a prevista. O fato deixou os cientistas surpresos e uma das teorias que surgiram foi a de que alguma forma de energia — denominada energia escura — seria responsável pela aceleração imprevista.
O pesquisador do Observatório Nacional (ON) e participante do J-PAS Jaílson Alcaniz conta que a descoberta causou na comunidade científica uma surpresa comparável à que uma pessoa sentiria se jogasse um objeto para o alto e não o visse mais retornar ao chão. “Uma combinação impressionante de resultados observacionais vem revelando consistentemente que o Universo está se expandindo aceleradamente, em vez de desacelerar. Mas sendo a gravidade uma força atrativa, as galáxias deveriam frear a velocidade de expansão, conforme ensinado durante décadas por físicos e astrônomos”, diz.
Para investigar a energia escura, uma equipe de cientistas de Espanha e Brasil participará da construção de um telescópio de 2,5m de diâmetro, a ser erguido em Teruel, cidade do país europeu. Ao todo, 15 pesquisadores brasileiros de várias instituições, coordenadas pelo ON, integram o projeto. O telescópio será formado por uma câmera com 14 dispositivos de carga acoplada (CCDs) de 10,5 mil pixels cada, sendo capaz de gerar imagens de 1,5GB. De acordo com os especialistas, a câmera será, em grande parte, concebida e gerenciada pelo Brasil. Isso significa que o investimento deve resultar em retorno imediato para o país em termos de inovação e tecnologia, que poderá ser explorado pela indústria nacional.
Observações
Depois de pronto, o telescópio será instalado no Pico de Buitre, situado na Serra de Javalambre, a 1.957m de altitude. “A região é uma das mais escuras da Europa”, garante o pesquisador do ON e coordenador principal do projeto no Brasil, Renato Dupke. Segundo ele, o telescópio ainda cobrirá uma quantidade sem precedentes de áreas(1) astronômicas. “Desde asteróides, passando por estrelas, nossa galáxia, aglomerados e superaglomerados de galáxias, supernovas, quasares, entre várias outras”, enumera.
O início das observações está previsto para 2012, sendo que os resultados preliminares devem ser divulgados dois anos depois. “A previsão é que todo o projeto custe por volta de 17 milhões de euros. Os espanhóis já levantaram cerca de 15 milhões de euros para iniciar a construção do telescópio. O Brasil entrará com os custos para a construção da câmera especial”, afirma Renato Dupke.
Para ele, a parte nacional do projeto (PAU-Brasil) permitirá que os pesquisadores do país tenham uma experiência direta na organização e na realização de um projeto de grande porte. “Temos a presença de brasileiros nos comitês de deliberação, em setores-chave da organização e como coordenadores de grupos de trabalho. Além disso, o Brasil terá prioridade no uso do equipamento, o que permitirá uma competição mais justa entre pesquisadores brasileiros e de países mais ricos”, informa o cientista.
Cada Vez Mais Longe
O primeiro telescópio apontado para o céu pelo cientista Galileu Galilei, há cerca de 400 anos, foi o pontapé inicial para o surgimento de equipamentos cada vez mais modernos. Segundo a astrônoma brasileira que atua na Agência Espacial Norte Americana (Nasa) Duilia de Mello, hoje temos uma grande quantidade de telescópios de última geração e, por meio deles, tem sido possível visualizar objetos cada vez mais distantes. “Atualmente, os telescópios estão maiores e os detectores estão mais sensíveis. Com isso, conseguimos visualizar objetos nos confins do universo, o que não era possível antes”, destaca.


Fonte: Site do Jornal Correio Braziliense - 30-06-2010

Comentário: Esse Projeto na área de astrofísica/cosmologia que blog já havia abordado tanto em português como em espanhol (veja as notas Brasil e Espanha Criam Projeto para Buscar Energia Escura , Brasil y España Estudiarán la "Energía Oscura") é Fantástico e uma grande oportunidade para indústria nacional como relatado pela matéria. Mais um grande exemplo do crescimento das ciências relacionadas com a Astronomia no Brasil. O Blog “BRAZILIAN SPACE” deseja sucesso ao pesquisador Jaílson Alcaniz do Observatório Nacional.

Brasil Probará Satélite Desarrollado por Argentina

Hola Lector!

Sigue abajo una comunica puesta en español hoy (30/06) en el website chino “spanish.china.org.cn” destacando que Brasil probará un satélite que fue desarrollado por Argentina.

Duda Falcão

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Brasil Probará Satélite Desarrollado por Argentina

Editor: Silvia

10:39:50 / 30-06-2010 / Xinhua

Un satélite desarrollado por investigadores argentinos, que será lanzado por la NASA en abril del próximo año, llegó esta semana a Brasil para ser sometido a pruebas de funcionamiento en un laboratorio especial brasileño, informaron hoy fuentes oficiales.

Se trata del satélite SAC-D, que transportará a bordo diversos experimentos científicos argentinos, estadounidenses, franceses e italianos, entre ellos el Aquarios, un equipo innovador para vigilar la salinidad oceánica, desarrollado por el Jet Propulsion Laboratory (JPL) de la NASA (Agencia Espacial Estadounidense).

El aparato será sometido a pruebas de resistencia, ambientales y de propiedades de masa en el Laboratorio de Integración y Pruebas (LIT) del brasileño Instituto Nacional de Pesquisas Especiales (INPE), informó hoy esta dependencia estatal en un comunicado.

El satélite fue transportado entre Buenos Aires y Sao Paulo en dos vuelos de una aeronave de la Fuerza Aérea de Estados Unidos fletada por la NASA.

El INPE necesitó siete camiones y tres días, desde el sábado pasado hasta ayer lunes, para transportar todos los equipos entre el aeropuerto internacional de Sao Paulo y los laboratorios de la institución en la ciudad de Sao José dos Campos.

Las pruebas en los laboratorios del INPE se prolongarán por cerca de ocho meses e involucrarán a cerca de cien técnicos y científicos de todos los países involucrados en el proyecto.

El LIT es el único laboratorio en todo el Hemisferio Sur habilitado para realizar montaje, integración y pruebas de satélites espaciales y de sus sistemas e instrumentos.

El satélite argentino será sometido a pruebas de interferencia y compatibilidad electromagnética, vibración, vibroacústica, choque de separación y vacío térmico, así como a experimentos con las propiedades de masa del equipo.

La imposibilidad de reparar un satélite en órbita hace obligatoria la simulación previamente en Tierra de todas las condiciones que el equipo soportará desde su lanzamiento hasta el final de su vida útil en el espacio.

El INPE ya realizó las pruebas con los generadores solares que le suministrarán energía al satélite.

Según un comunicado del gobierno argentino, el satélite será sometido en Brasil a "pruebas rigurosas para verificar el correcto funcionamiento de sus sistemas electrónicos y de comando en un ambiente que recrea las condiciones que tendrá que afrontar en el espacio cuando esté en órbita".

Todos los equipos serán trasladados posteriormente a Estados Unidos, donde el satélite será montado de nuevo para ser lanzado en abril de 2011 desde una base espacial en California a bordo del cohete Delta II.

El objetivo del Aquarios es medir la salinidad de mares y océano globalmente para poder emitir alertas sobre inundaciones.

Fin

Fuente: Website chino spanish.china.org.cn

Comentario: Este satélite es un ejemplo de como los hermanos argentinos parece tener en los puesto en el bolsillo en el área de satélites. Incluso siendo el satélite fruto de una cooperación que envolvió varios países el conocimiento adquirido por la empresa argentina INVAP en el periodo de desarrollo del mismo al que parece todavía no es dominada por Brasil se tengamos en cuenta el porte de este satélite. El blog no dispone de informaciones fidedignas para sustentar una afirmación de que la empresa argentina dispone de tecnologías que el INPE todavía no dispone, sin embargo no podemos dejar de recordar al lector que fue a esa empresa argentina que el propio INPE recorrió para adquirir la tecnología del ‘Subsistema para Control de Actitud y Gestión de Dados (ACDH)” que esta siendo desarrollado en Bariloche (sed de esta empresa) para el satélite Amazonia 1.

terça-feira, 29 de junho de 2010

CRA/INPE Anuncia em Belém Parcerias Internacionais

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/06) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) anunciando que Centro Regional da Amazônia (CRA) ligado ao instituto formaliza parceria com instituições brasileiras e estrangeiras.

Duda Falcão

CRA/INPE Anuncia em Belém Parceria

com Instituições do Brasil, Japão e França

29-06-2010

Nesta quinta-feira (1º/7), às 10 horas, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) inaugura no Parque de Ciência e Tecnologia do Guamá, em Belém (PA), as instalações próprias do Centro Regional da Amazônia (CRA).

Durante a cerimônia de inauguração será formalizado acordo entre INPE, Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) para capacitar técnicos de outros países a monitorar florestas tropicais por satélite, como faz o INPE na Amazônia há mais de 20 anos.

Na ocasião também será lançado um programa em parceria com o Instituto de Recherche por le Développement (IRD), da França, que permitirá a distribuição de imagens do satélite SPOT para pesquisas nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Instalado em 2009 na capital paraense, o CRA/INPE funcionou por cerca de um ano nas dependências da Embrapa Amazônia Oriental.

Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Satélite Argentino Chega ao INPE


Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/06) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que a chegada ao Brasil do satélite argentino SAC-D/Aquarius.

Duda Falcão


Satélite Argentino Chega ao INPE


29-06-2010

Os ensaios ambientais e as medidas de propriedades de massa necessários para o lançamento do satélite argentino SAC-D serão realizados no Laboratório de Integração e Testes (LIT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). O satélite leva a bordo o instrumento Aquarius, equipamento inovador para monitorar a salinidade oceânica desenvolvido pelo Jet Propulsion Laboratory (JPL) da Nasa, a agência espacial americana, além de outros experimentos científicos argentinos, franceses e italianos.

Dadas as dimensões e peso dos equipamentos, o transporte da Argentina para o Brasil ficou a cargo de dois vôos de aeronave Globemaster C-17, da Força Aérea Americana, que foi contratada pela NASA para esta operação.

O SAC-D levou três dias – do último sábado até segunda-feira (28/6) – para que todos seus equipamentos e carga útil pudessem ser transportados do aeroporto de São José dos Campos ao INPE. Foram necessárias sete carretas – quatro no primeiro dia e outras três no último da operação, realizada em sua maior parte durante a madrugada para não prejudicar o trânsito. Foi utilizado ainda um guindaste de 70 toneladas e outras carretas de material de apoio, além da escolta de quatro viaturas.

A operação de entrada dos equipamentos no país e o seu transporte até o INPE teve o apoio da Infraero, Receita Federal, Polícia Federal, Prefeitura Municipal de São José dos Campos, Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), Itamaraty, Consulado e Embaixada dos Estados Unidos, Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE), Agência Espacial Brasileira (AEB), NASA, Air Mobility Command da Força Aérea Americana, e Fundação de Ciência, Aplicações e Tecnologias Espaciais (Funcate).

As atividades no LIT/INPE devem levar em torno de oito meses e envolver, no decorrer deste tempo, aproximadamente uma centena de técnicos e cientistas de todos os países envolvidos no desenvolvimento e na qualificação do satélite.

O LIT/INPE é o único laboratório do gênero no Hemisfério Sul capacitado para a realização de atividades de montagem, integração e testes de satélites e seus subsistemas. Ter condições de oferecer a “matriz completa de testes espaciais” foi decisivo para o Brasil ser escolhido para testar o satélite que a Argentina desenvolveu com a cooperação dos Estados Unidos.

Procedimentos internos do LIT/INPE, inclusive de segurança, foram aperfeiçoados para adequação aos mesmos protocolos da NASA adotados no JPL, tendo sido auditados e aprovados por representantes da própria agência espacial americana.

Serão realizados testes de interferência e compatibilidade eletromagnética, vibração, vibro-acústico, choque de separação, vácuo-térmico, além das medidas de propriedades de massa do satélite. A impossibilidade de reparo em órbita torna imprescindível a simulação em Terra de todas as condições que o satélite irá enfrentar desde o seu lançamento até o fim de sua vida útil no espaço.

Os painéis solares para provimento de energia do satélite chegaram ao INPE antes, em maio, e seus testes estão quase concluídos.

A realização dos testes no Brasil é resultado de acordo entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE), da Argentina.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Comentário: Finalmente o INPE se manifesta com essa nota postada no seu site apresentando informações e fotos sobre o desembarque do satélite argentino SAC-D/Aquarius no Brasil para ser realizado os ensaios ambientais e as medidas de propriedades de massa necessários para o lançamento do satélite. Este satélite é um exemplo de como os hermanos argentinos parece ter nos colocado no bolso na área de satélites. Mesmo sendo o satélite fruto de uma cooperação que envolveu vários países o conhecimento adquirido pela empresa argentina INVAP no período de desenvolvimento do mesmo ao que parece ainda não é dominada pelo Brasil se levarmos em conta o porte deste satélite. O blog não dispõe de informações fidedignas para sustentar uma afirmação de que a empresa argentina dispõe de tecnologias que o INPE ainda não dispõe, no entanto não podemos deixar de lembrar ao leitor que foi a essa empresa argentina que o próprio INPE recorreu para adquirir a tecnologia do ‘Subsistema para Controle de Atitude e Gerenciamento de Dados (ACDH)” que esta sendo desenvolvido em Bariloche (sede desta empresa) para o satélite Amazônia 1.

Rapidinha 5

Olá leitor!

Em conversa informal via e-mail com o Cel. Carlos Antônio Kasemodel do IAE, o mesmo nos passou interessantes informações sobre três projetos em andamento no instituto. São eles:

O ensaio do propulsor S43 que estava previsto para ocorrer no primeiro semestre desse ano segundo a revista “Espaço Brasileiro”, tem agora como previsão o mês de outubro. Ainda segundo o coronel Kasemodel, esse ensaio é bastante complexo, pois envolve todos os sistemas embarcados e um número elevado de sensores.

Já quanto ao vôo do VS-40/SARA Suborbital, o mesmo continua previsto para 2011. Segundo o coronel Kasemodel, o caminho crítico para esse vôo é a finalização do Satélite SARA, contudo esse desenvolvimento está indo muito bem conforme o leitor pôde acompanhar pelas recentes notícias postadas no site do instituto e aqui no blog.

Quanto ao desenvolvimento do VLM-1 com os alemães segundo o coronel ainda encontra-se na fase final dos estudos preliminares, porém tudo indica que deverá ser um desenvolvimento bem mais rápido, pelas parcerias estabelecidas (DLR-Alemanha) e a expectativa de uma forte participação industrial desde o início do desenvolvimento.

Como o leitor mesmo pode notar parece que os projetos do IAE estão andando a contento e ai deve ser incluído a notícia do mês e talvez do ano relacionada com a Torre Móvel de Integração (TMI) do VLS-1.

Duda Falcão

Fonte: Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Brasil Não Vai Desativar Estações Meteorológicas

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada hoje (29/06) no jornal “Folha de São Paulo” destacando que o Brasil não irá desativar as estações meteorológicas do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro) que é coordenado pelo INPE.

Duda Falcão

Brasil Não Vai Desativar Estações

Meteorológicas, Afirma Governo

Claudio Angelo

Folha de São Paulo

O presidente do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), Carlos Aragão, disse ontem que "não há a menor hipótese" de que as três estações meteorológicas que o Brasil mantém na Antártida sejam desativadas.

A coleta de dados pelas estações ficou ameaçada depois que o projeto de pesquisa meteorológica do PROANTAR (Programa Antártico Brasileiro) foi extinto, em abril deste ano, após perder um edital.

"O CNPq não deixará de financiar nenhum projeto estratégico para o país", afirmou o presidente à Folha.

Segundo Aragão, o projeto de meteorologia liderado por Alberto Setzer, do INPE, que coleta dados na região há 25 anos, ficou em trigésimo lugar do edital aberto em 2009 para apoiar o Proantar. Só 19 projetos foram contemplados.

"A comunidade que faz pesquisa antártica cresceu, a competição aumentou, e projetos que tiveram melhor qualidade foram contemplados."

Aragão diz que o edital provavelmente não foi "o instrumento adequado" para o projeto de meteorologia, e que este poderia ser financiado por carta-convite (quando há poucos grupos especializados numa área) ou por encomenda (quando só um grupo pode executar o projeto).

O IINPE também poderia financiar diretamente a manutenção da coleta de dados.

Segundo o glaciologista Jefferson Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a parte científica da pesquisa meteorológica foi absorvida pelos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia da Antártida, criados em 2008.

O que fica de fora é o serviço de previsão do tempo na Estação Antártica Comandante Ferraz, onde o Brasil faz pesquisa. Segundo ele, esse serviço deveria ser bancado pela marinha. "Isso não é atribuição do CNPq."

Fonte: Jornal Folha de São Paulo - 29/06/2010

Comentário: Pois é leitor, bastou o meteorologista Alberto Setzer, do INPE, divulgar pela folha.com (veja aqui a nota Corte de Verbas Soterra Pesquisa Climática Polar do INPE) de que o CNPq havia rejeitado por duas vezes o projeto apresentado por ele para a manutenção das estações meteorológicas para que o próprio presidente do órgão manifesta-se através desta matéria dizendo que "não há a menor hipótese" de que as três estações meteorológicas sejam desativadas. Engraçado né leitor, porque será que o órgão teve essa mudança de postura? Hummm, essa é tão fácil que não preciso responder, no entanto chamo a atenção do meteorologista Alberto Setzer que fiscalize e denuncie, pois nos bastidores do setor público brasileiro coisas cabeludas ocorrem sem que sejam devidamente explicadas.