sábado, 31 de março de 2012

Setor Espacial é 'Prioridade' do Governo, diz Pres. da AEB

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada hoje (31/03) no site “G1” do globo.com destacando que segundo o presidente interino da AEB, Thyrso Villela, o Setor Espacial é ‘prioridade’ do governo Dilma.

Duda Falcão

Ciência e Saúde

Setor Espacial é 'Prioridade' do Governo,
diz Novo Presidente da AEB

Governo repassou R$ 2,2 bilhões para programa espacial até 2015.
Lançamento de satélite sino-brasileiro está previsto para novembro.

Eduardo Carvalho
Do G1, em São Paulo
31/03/2012 - 09h30
Atualizado em 31/03/2012 - 18h14

Mesmo após o corte de 22% no orçamento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o programa espacial brasileiro é uma "prioridade do governo", afirmou ao G1 o novo presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Thyrso Villela.

Villela passou ao comando da agência após o presidente anterior, Marco Antônio Raupp, assumir o Ministério, em janeiro.

Segundo ele, apesar do corte no MCTI, o repasse de R$ 2,2 bilhões do governo federal para investimentos até 2015 no setor -- previsto no Plano Plurianual 2012-2015 -- mostra que interesse governamental no espaço aumentou.

O valor é 16,4% superior ao montante repassado entre 2008-2011 (R$ 1,89 bilhão) -- mas não chega a ser nem 10% do valor que a agência espacial americana (NASA) vai receber do governo dos Estados Unidos para investimentos apenas em 2012 (R$ 32,5 bilhões), mesmo com uma redução de gastos devido à crise.

Em 2012, a agência brasileira pode investir o montante de R$ 327,5 milhões.

De acordo com Villela, o país não vai atrasar mais o lançamento do satélite CBERS 3, que deveria ter acontecido há três anos e está agora previsto para voar em novembro. Quarto satélite do projeto feito em parceria com a China, ele deve fazer um monitoramento da superfície da Terra para uso em projetos de gerenciamento agrícola e licenciamentos ambientais.

Segundo ele, o programa CBERS é "prioridade zero" da agência, ao lado do desenvolvimento do Veículo Lançador de Satélites (VLS) e da modernização da base de lançamentos de Alcântara (MA). O custo total desses projetos é de R$ 640,7 milhões.

Satélite Cbers-3 no Laboratório de Integração e Testes
(LIT) em São José dos Campos (SP). Equipamento está
na China e deve ser lançado em novembro deste ano,
de acordo com a AEB. (Foto: Divulgação/INPE)

Imprevistos e Desenvolvimento Tecnológico

Villela afirma que os atrasos nesses projetos ocorreram devido a “imprevistos” já solucionados, como no caso do CBERS 3. “Tivemos problemas no sistema de controle, em alguns subsistemas e também a indústria brasileira não produzia algumas peças. Mas agora o satélite está pronto e passa por fase de testes na China. A previsão de lançamento é novembro deste ano”, disse.

Ele ressalta que a participação do país no projeto aumentou de 30% para 50%, o que exigiu investimentos em pesquisa. Os satélites do programa CBERS portam câmeras que captam imagens da Terra, distribuídas gratuitamente pelo INPE. O CBERS 4, que tem pouca diferença do modelo 3, tem previsão de lançamento para 2014.

Segundo Villela, testes experimentais com protótipos do VLS já estão em curso no Rio Grande do Norte e os primeiros estágios do foguete passarão a ser testados em 2013.

Em fevereiro, o ministro Raupp afirmou ao G1 que, se tudo desse certo, a fabricação do foguete completo deveria acontecer a partir de 2018.


Fonte: Site G1 do globo.com

Comentário: Até onde foi divulgado o novo presidente da AEB é o senhor José Raimundo Coelho que se quer foi empossado ainda, e o senhor Thyrso Villela esta assumindo o cargo interinamente. Em outras palavras, o repórter do G1 se equivocou. Quanto ao que o senhor Thyrso disse, o fato desses recursos fazerem parte do Plano Plurianual 2012-2015 não é garantia nenhuma de que os mesmos serão liberados, basta para isso que a parte econômica do governo decida assim, mas vamos lá, sejamos positivos. Digamos que até 2015 (quatro anos, incluindo ai o ano de 2012) sejam liberados os tais R$ 2,2 milhões, ou seja, 16,4% superior ao montante repassado entre 2008-2011 (R$ 1,89 bilhão) como dito na matéria. Ora leitor, isso representaria R$ 550 milhões anualmente, quando na verdade necessitamos de R$ 1 bilhão por ano até 2015 para comercarmos a construir os alicerces que o Programa Espacial Brasileiro necessitará para enfrentar os desafios da década de 20 vindoura.  E a coisa é ainda pior, pois grande parte desses supostos R$ 2,2 bilhões serão torrados no acordo com a Ucrânia, diminuído ainda mais os recursos.  Fala sério Sr. Villela, deixe de fazer média com esses energúmenos. A única coisa de novo nessa matéria e a foto do modelo de vôo do CBERS-3, que até então não havia sido divulgada.

Coop. Espacial Brasil-Índia, Mais uma Novela Infrutífera

Olá leitor!

Durante a passagem da Presidente Dilma Rousseff por Nova Deli, foi divulgado dia 30/03 um "Comunicado Conjunto" entre a República Federativa do Brasil e a República da Índia que dentre tantos assuntos trata também da cooperação espacial entre os dois países.

Abaixo segue o trecho desse documento que trata dessas questões espaciais, e para aqueles leitores que quiserem ler o documento da integra cliquem aqui.

“Espaço

17. Os Líderes manifestaram o desejo de fortalecer a cooperação em pesquisa espacial em áreas tais como sensoriamento remoto, compartilhamento de dados e previsão do tempo. Nesse sentido, expressaram seu interesse no intercâmbio regular de especialistas. O Brasil reiterou o desejo de receber imagens do satélite indiano Resourcesat-2, dada a exitosa cooperação no recebimento de dados do Resourcesat-1 na Estação Terrestre de Cuiabá. Com relação ao Projeto do Satélite IBAS, os dois líderes manifestaram seu grande interesse em trabalhar juntos para o êxito da Reunião Técnica programada para realizar-se em Bangalore ainda em 2012.”

Como o leitor mesmo pode notar uma vez mais nada de concreto foi definido (enchimento de linguiça), a não ser o acerto de uma nova reunião técnica ainda em 2012 das diversas que já aconteceram desde que o governo Lula em abril de 2010 assinou esse acordo com a África do Sul e a Índia.

Recordo-me que na época a mídia sul-africana (provavelmente dos três o país mais interessado no projeto) divulgou o acordo com a ingênua previsão de que os dois satélites do programa seriam lançados em 2012 e 2014 respectivamente.

Ora leitor, é claro que com a participação brasileira no programa essa previsão estava mais para um exercício de ficção científica do que qualquer outra coisa, afinal, o histórico novelesco de acordos semelhantes assinados pelo Brasil com outras nações do mundo ou acabaram dando em nada (FBM com a França e o MAPSAR com Alemanha) ou viraram novela de décadas (Sabia-Mar com a Argentina), sendo o único acordo bem sucedido o acordo do Programa CBERS com a China, e mesmo assim após 24 anos da assinatura do acordo somente três satélite foram lançados, resultado esse bem aquém da média mundial.

Em outras palavras, o único acordo realmente bem sucedido assinado pelo Brasil na área espacial (talvez por não ter chamado a atenção e passado despercebido por décadas das 'víboras de plantão') foi o Acordo Brasil-Alemanha que, apesar de não prevê inicialmente o desenvolvimento de veículos lançadores de satélites é hoje sem dúvida a maior esperança brasileira nessa área.

Duda Falcão

sexta-feira, 30 de março de 2012

INPE Lança Site para Monitorar Colheita da Cana Paulista

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/03) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o INPE lançou site para monitorar colheita da Cana Paulista.

Duda Falcão

INPE Lança Site para Monitorar
Colheita da Cana Paulista

Sexta-feira, 30 de Março de 2012

São as imagens de satélites processadas e analisadas no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) que permitem avaliar se os produtores do estado de São Paulo estão substituindo a colheita manual da cana-de-açúcar – e o consequente uso do fogo - pela mecanização como estabelece o Protocolo Agroambiental.

Para apresentar os dados sobre o tipo de colheita, com ou sem queima da palha da cana-de-açúcar, está sendo lançado o site do projeto de “Monitoramento da Colheita da Cana-de-açúcar via Imagens de Satélite”: www.dsr.inpe.br/laf/canacrua

As informações mais recentes, sobre a safra 2011-2012, mostram que a mecanização já atingiu 65,2% da colheita no estado. Isso significa que dos 4.796.140 hectares de cana colhidos na última safra, 3.125.619 hectares foram colhidos mecanicamente, enquanto 1.670.521 hectares (34,8%) ainda sofreram com a queima.

A diminuição das queimadas tem impactos importantes no ambiente, com a redução de emissões, e na própria saúde da população, que sofre com a fumaça em tempos de colheita da cana.

Para diminuir gradativamente a prática da queima da palha da cana pelos produtores paulistas, a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, a União da Indústria de Cana-de-açúcar do Estado de São Paulo (UNICA) e as associações de fornecedores firmaram o Protocolo Agroambiental. Os dados do INPE, gerados no âmbito do Projeto CANASAT, permitem verificar se informações fornecidas pelos produtores aos órgãos ambientais correspondem à realidade. Para isso, são analisadas as imagens de satélites registradas ao longo do período da colheita para identificar se há sinais de queimada.

No novo site, os dados são apresentados em mapas, gráficos e tabelas que permitem avaliar a situação em cada município ou região desde 2006. Também estão disponíveis publicações, artigos científicos que descrevem a metodologia utilizada e os resultados obtidos pelo Projeto CANASAT.

Artigo

No final de 2011, a equipe do Projeto CANASAT, ligado à Divisão de Sensoriamento Remoto da Coordenação de Observação da Terra do INPE, publicou o artigo “Remote Sensing Images in Support of Environmental Protocol: Monitoring the Sugarcane Harvest in São Paulo State, Brazil”. Confira em http://www.mdpi.com/2072-4292/3/12/2682/

Sobre o CANASAT

Desde 2003, o Projeto CANASAT utiliza técnicas de sensoriamento remoto e geoprocessamento para mapear a área cultivada e fornecer informações sobre a distribuição espacial da cultura de cana-de-açúcar. Inicialmente apenas para o estado de São Paulo, a partir de 2005 o mapeamento passou a abranger também Paraná, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, desde 2010, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Já o mapeamento sobre o tipo de colheita, para verificar a ocorrência da prática da queima da palha da cana, é realizado apenas para o estado de São Paulo e foi motivado pelo estabelecimento do Protocolo Agroambiental. Em breve esses mapas serão disponibilizados para os outros estados da região Centro-Sul.

As imagens de satélites, por cobrir grandes extensões territoriais e em períodos regulares de tempo, são ferramentas eficazes para monitorar com segurança as áreas cultivadas e apontar, por exemplo, se a colheita foi realizada com ou sem queima da palha da cana. Também permitem acompanhar as mudanças de uso e cobertura da terra decorrentes da expansão do cultivo da cana-de-açúcar.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Russia Plans to Build Nuclear Space Engine

Hello reader!

It follows a note published on the day (03/28), in the site "www.space-travel.com", noting that Russia plans to develop nuclear space engine.

Duda Falcão

ROCKET SCIENCE

Russia Plans to Build Nuclear Space Engine

by Staff Writers
Moscow (UPI)
Mar 28, 2012


Disclaimer: image is for
illustration purposes only
Russian space officials say the country is dedicated to the successful building of a nuclear engine for spacecraft by 2017.

A megawatt-class nuclear propulsion system for long-range manned spacecraft is expected to be ready by 2017, Denis Kovalevich of the Russian think tank Skolkovo Foundation said Wednesday.

"At present we are testing several types of fuel and later we will start drafting the design," Kovalevich told RIA Novosti. "The first parts [of the nuclear engine] should be built in 2013, and the engine is expected to be ready by 2017."

Russia's nuclear power agency Rosatom said the development and construction of a nuclear propulsion system for spacecraft will cost more than $247 million.The Russian government earmarked $16.7 million in 2010 to start a project to build a spacecraft with a nuclear engine, while the overall investment in the project is estimated at over $580 million until 2019, RIA Novosti reported.

NASA began a similar program to develop a nuclear propulsion system in 2003 and spent several hundred million dollars on the project before funding was cut.



Comentário: Caso essa notícia não seja daquelas chamadas emprenhadas, modelo muito usado no Brasil para fins políticos (veja a história do lançamento do satélite SGB em 2014), tornar-se um problemão para os americanos, já que com um motor movido à propulsão nuclear a disposição dos russos em 2017, eles estarão a um passo de uma viagem tripulada a Marte e anos luz a frente dos americanos. Entretanto três pontos devem ser destacados que podem amenizar essa situação desfavorável para os americanos, o primeiro seria que a NASA já pesquisa propulsão nuclear desde a década de 60, mas como a matéria mesmo disse, esse projeto da NASA teve seu financiamento cortado em 2003. O segundo ponto foi o acordo assinado em abril de 2011 entre a ROSCOSMOS e a NASA para o desenvolvimento conjunto de motores nucleares espaciais (veja a nota em espanhol: Rusia y EE.UU. Desarrolla Motores Espaciales Nucleares”) e o terceiro ponto é o projeto do motor VX-200 (VF-200, versão de vôo espacial) da Ad Astra em parceria com a NASA, que não é exatamente nuclear e sim movido a propulsão a plasma, mas que seria a opção mais em conta para os americanos no momento visando uma eventual viagem tripulada ao planeta Marte. Apesar desse motor não ter o empuxo gerado por um motor nuclear, o mesmo já deverá ser testado em vôo por volta de 2014. Entretanto, mesmo sendo essa opção a plasma capaz de levar uma nave tripulada ao planeta Marte em 39 dias, não se compara com o desempenho que poderá ser alcançado pelo motor nuclear russo, o que colocaria os vermelhos em grande vantagem. Enquanto isso, no Brasil, o governo totalmente alheio ao desenvolvimento espacial no mundo, continua torrando dinheiro num acordo estapafúrdio com a Ucrânia, quando deveria está investindo pesado no desenvolvimento de motores-foguetes líquidos, a plasma, a laser e nucleares visando às necessidades presentes e futuras de nosso país. Com isso, o atraso que já é enorme aumenta drasticamente a cada ano. Lamentável!

Política Espacial Deverá Receber R$ 2,2 Bilhões Até 2015

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada ontem (29/03) no site do jornal “O Estado de São Paulo” destacando que a Política Espacial deverá receber R$ 2,2 bilhões até 2015.

Duda Falcão

Notícias

Política Espacial Deverá
Receber R$ 2,2 Bi Até 2015

AE - Agência Estado
29 de março de 2012 | 20h35

A Política Espacial deverá receber até 2015 R$ 2,2 bilhões. Os recursos, previstos no plano plurianual, serão usados para colocar em prática três ações prioritárias: a construção do centro de lançamento, de veículos lançadores e de satélites, principalmente aqueles que atendam as demandas concretas dos ministérios, afirmou o diretor em exercício da Agência Espacial Brasileira (AEB), Thyrso Villela.

De acordo com o site Contas Abertas, somente para este ano a política terá R$ 422,3 milhões. Do orçamento destinado à AEB, 6% foram empenhados, disse Villela. A maior fatia do orçamento vai para a implantação do complexo espacial de Alcântara. Pelo levantamento feito por Contas Abertas, R$ 112.011.455 - dos quais R$ 14.576 foram empenhados.

Além da construção da Base de Lançamentos, outro ponto considerado prioritário é terminar o projeto Cybers 3, um projeto que vem sendo feito em cooperação com governo chinês. Villela explica que o cronograma do projeto está em dia e o lançamento deverá ocorrer no fim do ano. "Equipes tanto da AEB quanto do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais já estão na China, para completar o desenvolvimento".

No fim do ano passado, ganhou força dentro do governo a criação do Conselho Nacional de Política Espacial, vinculada à Presidência da República. Villela afirma, no entanto, que discussões sobre o assunto ainda estão em fase inicial. O tema deverá ser debatido na próxima reunião do Conselho Superior da Agência Espacial Brasileira, marcada para abril.

A ideia é que o conselho nacional seja formado por ministros, ao contrário do que ocorre atualmente com o conselho superior, que tem entre em seus quadros integrantes de ministérios de diferentes hierarquias. "O Conselho Superior vai definir políticas, prioridades", definiu. A expectativa é que o projeto do novo conselho esteja formatado no próximo semestre. Uma das preocupações é de fazer com que a política espacial atenda às demandas dos diferentes ministérios. "As necessidades são várias. Satélites para agricultura, para forças armadas, para meio ambiente e defesa civil, por exemplo".


Fonte: Site do jornal O Estado de São Paulo - 29/03/2012

Comentário: Fala sério, mesmo que esse discurso do governo DILMA venha combinar com o que realmente será feito, o valor de R$ 2,2 bilhões até 2015 significaria um investimento de algo em torno de R$ 550 milhões por ano (incluindo ai o ano de 2012), o que na realidade está bem aquém das necessidades do Programa Espacial Brasileiro, principalmente se levarmos em conta que grande parte dessa verba será torrada no projeto da mal engenhada empresa binacional Alcântara Cyclone Space (ACS). Aproveitamos para agradecer publicamente ao leitor André C. Castro pelo envio dessa matéria. 

quinta-feira, 29 de março de 2012

COMAER Assina Contrato do Programa do VLS-1

Olá leitor!

Diário Oficial da União (DOU) de hoje (29/03) publicou um "Extrato de Contrato" assinado pelo Comando da Aeronáutica (COMAER) com a empresa CH5 SUPRIMENTOS TÉCNICOS LTDA para a aquisição de conjunto de sensores para ensaios de vibração do VLS-1. Segue abaixo o extrato como publicado no DOU.

Duda Falcão

GRUPAMENTO DE INFRAESTRUTURA
APOIO DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

EXTRATO DE CONTRATO Nº 36/2011
UASG 120016

Nº Processo: 67720011466201147;
Pregão: SISPP Nº 175/ 2011;
Contratante: COMANDO DA AERONAUTICA;
CNPJ Contratado: 14087259000126;
Contratado: CH5 SUPRIMENTOS TÉCNICOS LTDA;
Objeto: Aquisição de conjunto de sensores para ensaios de vibração do VLS-1;
Fundamento Legal: Lei 8.666/93 Decreto 5.450;
Vigência: 29/03/2012 a 28/07/2012;
Valor Total: R$109.395,09;
Fonte: 100000000 - 2011NE802899;
Data de Assinatura: 30/12/2011.

(SICON - 28/03/2012) 120016-00001-2012NE800315


Fonte: Diário Oficial da União (DOU) - Seção 03 - pág. 12 - 29/03/2012

quarta-feira, 28 de março de 2012

Brasil e Índia Ampliam Cooperação em Ciência e Tecnologia

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postado dia (28/03) no site do “Jornal da Ciência” da SPBC destacando que o Brasil e a Índia planejam ampliar a Cooperação em Ciência e Tecnologia.

Duda Falcão

Notícias

Brasil e Índia Ampliam Cooperação
em Ciência e Tecnologia

Parceria na área de satélites e acordo para o
Ciência Sem Fronteiras serão firmados em Nova Delhi.

Agência Brasil e
Agência Estado
28/03/2012

As autoridades da Índia serão as primeiras na Ásia a formalizar parceria com o Brasil no programa Ciência sem Fronteiras, lançado em julho de 2011, e que pretende enviar para o exterior, em quatro anos, 75 mil estudantes - desde alunos de graduação até cientistas com pós-doutorado. A presidente Dilma Rousseff elogiou hoje (28) os avanços conquistados pelos indianos em ciência, tecnologia e inovação.

"Os brasileiros admiram a capacidade da Índia de combinar valores milenares com avanços notáveis em ciência, tecnologia e inovação", disse a presidente, que foi homenageada com título de doutora honoris causa da Universidade de Nova Delhi, uma das mais tradicionais da Índia.

Segundo ela, em breve, o Brasil receberá pesquisadores indianos que integrarão o programa Ciência sem Fronteiras. A presidente disse que espera ampliar para 100 mil o número de estudantes brasileiros enviados ao exterior, nos próximos quatro anos. O acordo para inclusão da Índia no programa será assinado na próxima sexta-feira (30), pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Anotnio Raupp e autoridades indianas.

De acordo com Raupp, no caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária e turberculose, assim como a farmacêutica, a nanotecnologia e as ciências de forma geral.

A presidente Dilma lembrou também que Brasil e Índia mantêm parcerias nas áreas de tecnologia, petróleo, gás e petroquímica. Segundo ela, a ideia é ampliar ainda mais a cooperação entre as duas nações.

A presidente chegou ontem (27) à Índia onde fica até sábado (31). Ela participa da 4ª Cúpula do Brics - bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Nas reuniões estarão presentes além de Dilma, o primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, e os presidentes Jacob Zuma (África do Sul), Hu Jintao (China), e Dmitri Medvedev (Rússia).

Satélites - O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para proporcionar banda larga a todos os municípios do País, e busca na Índia uma cooperação técnica. A construção e o lançamento, sob responsabilidade da Telebrás e da Embraer, têm um custo avaliado de R$ 750 milhões. "Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante", disse o ministro. O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros a acessar a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para "entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas".

Com a China, país com o qual mantém uma intensa cooperação desde a década de 1980 - com o lançamento conjunto de três satélites -, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera "estratégica" a cooperação.


Fonte: Site do Jornal da Ciência de 28/03/2012

Comentário: Fala sério, no mesmo dia em que o jornal “O Estado de São Paulo” publica matéria (veja a nota: “Ciência sem Fronteiras Atrasa Repasse a Pesquisadores”) informado que o programa “Ciências sem Fronteiras” não está funcionando como previsto, o governo da presidente DILMA anuncia a sua ampliação para outro país? Ora, faça-me uma garapa. Quanto ao SGB e o satélite do Grupo IBSA, kkkkkkkkkkkkk, é uma piada. Já o CBERS-3, também citado na matéria, esse deverá ser mesmo lançado esse ano (novembro), isto é, caso o governo brasileiro não apronte, mas com pelo menos 4 anos de atraso. Uma vergonha.

CLBI Irá Lançar Dia 29/03 Novo Foguete do Modelo FTB

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/03) no site da Força Aérea Brasileira (FAB) destacando que o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) irá lançar dia 29/03 mais um Foguete de Treinamento Básico (FTB).

Duda Falcão

Espaço

Lançamento de Foguete na
Barreira do Inferno (RN) Está
Previsto para o Dia 29/3

Agência Força Aérea
28/03/2011 - 11h38

O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Parnamirim (RN), realizará (29/03) lançamento do Foguete de Treinamento Básico (FTB), artefato capaz de atingir até 30 km de altitude, na chamada Estratosfera. O objetivo é capacitar o CLBI a lançar e rastrear foguetes, além de obtenção de dados de voo para a qualificação e certificação do FTB.

O foguete de 68,3 kg e 3,05 metros de comprimento queima por apenas 4 segundos, o que é suficiente para uma aceleração de até 35 vezes a força da gravidade. O FTB faz parte de uma família nacional de foguetes desenvolvida pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e fabricada pela empresa brasileira Avibrás.

Esse será o primeiro de uma série de lançamentos prevista no Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) para o ano de 2012. Além do CLBI e do DCTA, participam do treinamento outras unidades do Comando da Aeronáutica, Agência Espacial Brasileira (AEB), o 3° Distrito Naval e a Avibrás.

Lançamento do FTB da Operação Barreira V
CLBI - 20/10/2011


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) 

CPTEC - Curso de Meteorologia Básica para Professores

Olá leitor!

O CPTEC/INPE promoverá, de 2 a 5 de abril, o Curso de Meteorologia Básica para Professores. As aulas do curso serão ministradas à distância, de forma interativa e em tempo real, utilizando a Rede Nacional de Pesquisa e Ensino (RNP).

O aumento da ocorrência de eventos meteorológicos extremos sobre o planeta é percebido por todas as pessoas, pois afeta suas vidas, tanto no cotidiano quanto em suas atividades profissionais, ocasionando perdas de vidas e prejuízos econômicos. Assim, o entendimento de como os eventos meteorológicos pode afetar a população são conceitos que devem ser transmitidos já no ensino fundamental.

Destinado a professores de ciência, física e geografia do ensino fundamental e médio, o curso tem por objetivo difundir o conhecimento sobre meteorologia, sobre os eventos de  tempo e clima que ocorrem no Brasil e sobre a utilização das previsões de tempo e clima e, capacitar profissionais de ensino para a interpretação das informações meteorológicas, de forma a transmiti-las aos alunos de forma clara e precisa. As aulas do curso serão ministradas pelos meteorologistas e pesquisadores da Divisão de Operações do CPTEC/INPE.

A programação e o link para as inscrições estão disponíveis no site: http://cursos.cptec.inpe.br/meteorologia-professores/



Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

IAE Marca Nova Data para Solen. de Passagem de Cargo

Olá leitor!

A solenidade militar de passagem de cargo do atual diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Major Brig. Eng. Francisco Carlos de Melo Pantoja, para o novo diretor, o Brig. Eng. Carlos Antônio de Magalhães Kasemodel, que havia sido adiada, se realizará agora às 10h do dia 09/04 como descrito no convite abaixo.


O blog BRAZILIAN SPACE deseja desde já sucesso ao Brig. Kasemodel nessa sua nova missão na direção do IAE, desejando também ao Brig. Pantoja sucesso em sua nova missão.

Duda Falcão


Fonte: Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Ciência sem Fronteiras Atrasa Repasse a Pesquisadores

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada dia (28/03) no site do jornal “O Estado de São Paulo” destacando que o programa “Ciências sem Fronteiras” atrasa repasse de bolsa a pesquisadores no exterior.

Duda Falcão

Ciência

Ciência sem Fronteiras Atrasa
Repasse de Bolsa a Pesquisadores

CNPq diz não saber quantos alunos estão sem receber;
estudante no Canadá teve de pedir dinheiro emprestado

O Estado de S. Paulo
28 de março de 2012 | 03h02

O programa Ciências Sem Fronteiras, aposta da presidente Dilma Rousseff para a formação de pesquisadores, tem atrasado o repasse do dinheiro para bolsistas no exterior.

Um estudante brasileiro no Canadá, por exemplo, não recebeu a bolsa referente a dois meses e já teve de pedir dinheiro emprestado. Apesar de confirmar alguns atrasos, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), um dos responsáveis pelo programa, diz não saber quantos alunos estão sem receber.

Estudante do 3.º ano de Engenharia no Mackenzie, João Paulo Catanoce, de 26 anos, chegou no dia 12 de fevereiro a Vancouver, no Canadá, para fazer parte de sua graduação na conceituada Universidade da Colúmbia Britânica. Ainda no Brasil, recebeu o suficiente para comprar a passagem, mais uma quantia para plano de saúde, ajuda de custo e auxílio-moradia. Tudo referente ao primeiro mês, o de fevereiro. Dois dias depois de se instalar, encaminhou a prestação de contas dos gastos para e-mail do programa, esperando o crédito referente a março e abril - o que não ocorreu.

"É constrangedor passar por isso, ainda mais em um país onde todo mundo paga as contas em dia. Passa uma má impressão do Brasil." A previsão é de que ele receba só em meados de abril.

As regras do pagamento das bolsas são claras nesse sentido. O pagamento é trimestral e o benefício dos meses de fevereiro, março e abril deveria ter sido pago em janeiro. "O problema maior é o aluguel, porque para comer eu acabo me virando."

Sem o repasse, o estudante atrasou o aluguel por duas semanas. Só depois de pedir dinheiro emprestado ele conseguiu quitar os 800 dólares canadenses da dívida. Quem o ajudou foi um professor do laboratório de mineração em que estuda - fora o gasto com alimentação, ele paga 81 dólares canadenses mensais de transporte. "O professor entendeu e me emprestou. Não sei o que vou fazer se não depositarem logo."

Erro - O CNPq confirmou a falha e prometeu fazer o depósito só no dia 15 de abril - com valores referentes a março, abril e três meses seguintes. Até lá, Catanoce não tem ideia de como vai arcar com as contas. "Informei ao CNPq que teria de pagar o aluguel e recebi um e-mail dizendo que o gasto do aluno é problema do aluno."

Segundo o CNPq, houve um erro no sistema de registro dos bolsistas, por causa do grande volume de beneficiados. Os outros casos de atrasos teriam o mesmo motivo.

O estudante diz que a universidade sabe do seu caso e não quer mais aceitar bolsistas do programa. Orientador de Catanoce, o brasileiro Marcello Veiga está há 20 anos no Canadá. "Aqui ninguém sabe o que é o Ciências Sem Fronteiras, portanto, o estudante assiste às aulas clandestinamente".

Falta de Contato - O bolsista demorou um mês para conseguir uma explicação sobre seu caso. Não houve reposta e e-mails ficaram inativos sem aviso. "Primeiro ninguém responde, depois ninguém sabe de nada."

Só soube no meio deste mês, após ajuda de bolsistas de outros países, que o endereço eletrônico que tinha estava desativado. "Nas respostas, parece que dizem: 'Fique feliz por participar'". Por meio da assessoria de imprensa, o CNPq informou que o programa é novo e "precisa melhorar".

Cerca de 11 mil pesquisadores brasileiros estão no exterior com bolsa do Ciência Sem Fronteiras e outros 9 mil devem chegar até o fim do ano. / P.S.


Fonte: Site do jornal O Estado de São Paulo - 01/03/2012

Comentário: Qual era a meta mesmo desse programa ao fim de 2014? Ora leitor, vamos falar sério, como se pode dar crédito a um governo que tem esse desempenho pouco tempo depois de lançar um programa extremamente significante como esse? Não existe comprometimento, não existe seriedade, não existe competência gerencial e certamente devido a isso, não poderá existir resultados que justifique os investimentos necessários. Está tudo errado, é uma maquina viciada, formada por políticos e funcionários públicos despreparados e descompromissados com o seu trabalho. A sociedade brasileira precisa se mobilizar como fez nas “Diretas Já” para revolucionar a forma de se fazer política nesse país e melhorar o gerenciamento público. A coisa tá feia e já chega as raias da total irresponsabilidade.

UnB Realiza Curso Sobre Tec. de Foguetes e Naves Espaciais

Olá leitor

A Universidade de Brasília (UnB) realizará a partir do dia (03/04), no Campus Gama, o "Curso introdutório de Tecnologia de Foguetes e Naves Espaciais" ministrado pelo professor Vladislav Solovey, engenheiro aeroespacial com mais de 40 anos de experiência, participante de diversos projetos do programa espacial soviético como o Lunokhod, e por longos anos diretor comercial da empresa Kosmotras, sendo agora membro da gerência comercial da empresa binacional Alcântara Cyclone Space (ACS).

Sobre o curso:

O curso terá 7 aulas sendo elas:

1) A história da tecnologia de foguetes e naves espaciais
2-3) Princípios da construção de veículos lançadores
3-4) Princípios da construção de naves espaciais
6) Princípios da análise de trajetória
7) Missões de lançamento: tecnologia da preparação e lançamento de veículos lançadores e naves espaciais

Datas e horário: A data da primeira aula será 03/04/2012 (terça-feira), sendo a data das próximas aulas informadas no primeiro dia. As aulas ocorrerão das 18:00 até as 20:00
Local: Todas as aulas ocorrerão no auditório da Faculdade UnB Gama (FGA).

Abaixo segue o cartaz do evento:

Clique em cima da imagem para ampliar

Para mais informações por favor contate o organizador do curso: professor Paolo Gessini ( paolo.gessini@gmail.com / paologessini@unb.br )


Fonte: Universidade de Brasília (UnB)

terça-feira, 27 de março de 2012

Acrux Promove Encontro Regional de Ensino em Astronáutica

Olá leitor!

A empresa Acrux Aerospace Technologies dando sequência ao seu trabalho na área de atividades espaciais educativas, promoverá em parceria com a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) o “I Encontro Regional de Ensino em Astronáutica (EREAstronáutica 2012)”, evento esse que ocorrerá entre os dias 27 e 30/04 na cidade de Curitiba (PR). Abaixo segue maiores informações para aqueles que queiram participar desse evento.

Duda Falcão


1.- INTRODUÇÃO

O Encontro Regional de Ensino em Astronáutica é um evento derivado direto do Space Camp promovido pela empresa Acrux Aerospace Technologies em parceria com a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, seguindo a linha de raciocínio dos eventos Encontro Regional de Ensino em Astronomia, Campus Party e Star Party. Atualmente no Brasil existe uma demanda crescente e urgente por profissionais para o setor de pesquisa e desenvolvimento, e principalmente para o campo de pesquisas aeroespaciais como um todo. Seguindo essas demandas, algumas instituições de ensino superior vem abrindo cursos nesse campo, como o ITA, UFABC, UFMG, UnB, PUC e USP no entanto, ainda são poucas as iniciativas de incentivo dos jovens do ensino médio e da graduação para estas áreas.

2.- OBJETIVO

O Encontro Regional de Ensino em Astronáutica foi idealizado para ser um evento regional, curto e relativamente simples em sua execução, mas que gere grande incentivo e impacto para alunos e professores do Ensino Médio, e alunos de licenciatura, mesclando aulas teóricas a práticas.

3.- ATIVIDADES

As atividades serão desempenhadas por profissionais experientes e qualificados da Acrux Aerospace e da OBA onde a metodologia principal utilizada é o aprendizado voltado para a solução de problemas, fazendo uso de equipamentos como planetários e salas de projeção 3D, kits didáticos e aulas multimídias.

4.- SEGURANÇA TOTAL

O local de realização do evento é um espaço de cultura local seguro e fechado. As aulas teóricas serão realizadas em auditório com multimídia, e as aulas práticas serão realizadas em área reservada e adequada para as atividades, havendo Equipamentos de Proteção Individual e Coletivo. Durante a montagem e integração do veículo de sondagem que será lançado pelos alunos, todo o trabalho de manipulação de materiais combustíveis e perigosos que serão utilizados no foguete, serão manipulados pela equipe treinada da Acrux de forma independente dos alunos.

5.- INSTALAÇÕES

As instalações foram planejadas a dar o básico de conforto aos alunos, de forma que os mesmos possam aproveitar e absorver o máximo possível das atividades, assim sendo, os alunos serão alojados em grupos e separados por sexo nos quartos, em alojamento utilizado do colégio rural que fica no Parque da Ciência Newton Freire Maia. O refeitório é planejado de modo a comportar confortavelmente os alunos e permitir a interação entre os mesmos. A alimentação é planejada e balanceada para a faixa etária, fornecendo subsídios para o bom desenvolvimento das atividades.

6.- CRONOGRAMA


7.- PRIMEIRA EDIÇÃO

Para esta primeira edição o Parque da Ciência Newton Freire Maia, na região metropolitana de Curitiba se apresentou como uma excelente opção, possuindo alojamentos com refeitório para até 150 pessoas, salas multimídia 3D, planetário e espaço livre para lançamento de foguetes até 5km.

Em seguida, se propõe o desenvolvimento de outros encontros pelo Brasil, buscando cidades que tenham representatividade, possuam instituições de ensino, pesquisa ou difusão e parceiros da iniciativa que possam sediar um evento desta natureza. As próximas cidades com potencial para sediar o evento são Campo Grande MS, Campo dos Goytacazes RJ, Recife PE, Fortaleza CE e Imperatriz MA.

8.- RESULTADOS ESPERADOS

Através desta iniciativa se espera em essência difundir as ciências aeroespaciais pelo Brasil, incentivar o ingresso na carreira científica e por fim, auxiliar na nucleação de grupos de estudos aeroespaciais longe das capitais típicas de estudo destes temas.

9.- CUSTOS

As inscrições são de R$ 80,00 por participante, que devem ser pagos diretamente a assessora responsável pelas inscrições.

No local do Parque da Ciência existirá alojamento estudantil, com um custo individual de R$ 25,00 por dia com café da manhã, almoço e jantar inclusos, a serem acertados diretamente no local.

10.- EVENTOS CORRELATOS

Similar a esta iniciativa, têm-se o Space Camp que foi realizado em Janeiro de 2012 em São José dos Campos, pela mesma equipe organizadora deste evento, também possuindo os mesmos objetivos.

11.- INSCRIÇÕES

As inscrições serão efetuadas pela Srta. Pâmela Marjorie Coelho,através do email:

12.- MAIORES INFORMAÇÕES

Pâmela Marjorie Coelho
Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
(21)2334-0082 / (21) 82030729

Acrux Aerospace Technologies
(12)3021-2193 / (11)8124-4757

Parque da Ciência Newton Freire Maia
Estrada da Graciosa 7400 - km 20- Antigo Parque Castelo Branco
CEP 83327-000 - Jd Boa Vista - Pinhais/PR
(41) 3666 – 6156


Fonte: Blog da Acrux Aerospace Technologies

Ab. Inscrições para Curso de Cal. de Sen. Meteorológicos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/03) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE abre inscrições para a terceira edição do “Curso Prático de Calibração de Sensores Meteorológicos”.

Duda Falcão

Abertas as Inscrições para Curso de
Calibração de Sensores Meteorológicos

Terça-feira, 27 de Março de 2012

A terceira edição do Curso Prático de Calibração de Sensores Meteorológicos será realizada de 9 a 13 de abril no Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em Cachoeira Paulista.

O objetivo do curso é introduzir os conceitos da Metrologia Ambiental, de acordo com as recomendações e requisitos técnico-científicos das áreas de Meteorologia (World Meteorological Organization - WMO) e Metrologia (International Organization for Standardization - ISO), para capacitar os profissionais dessas áreas a avaliar o grau de confiabilidade das medições obtidas através da instrumentação meteorológica.

Conceitos como rastreabilidade, calibração, verificação e estimativa da incerteza de medição são indispensáveis para evidenciar a qualidade dos dados da pesquisa ambiental.

O curso proporciona a disseminação do conhecimento de normas, métodos e procedimentos de calibração através de aulas práticas, junto aos sistemas de calibração de sensores e medidores de variáveis meteorológicas do Laboratório de Instrumentação Meteorológica do CPTEC/INPE.

A programação e o link para as inscrições estão disponíveis no site:


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).