sábado, 29 de setembro de 2012

Novos Vídeos Sobre o PEB, Confira.

Olá leitor!

Trago agora para você um vídeo animado recentemente divulgado pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) sobre uma operação de lançamento simulada do foguete VSB-30 e uma entrevista realizada pela TV Chinesa CCTV com o astronauta brasileiro Marcos Pontes e com o presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, antes da viagem do mesmo à China com o ministro do MCTI, Marco Antônio Raupp, ocorrida em julho desse ano, visando discutir novas oportunidades de cooperação espacial entre os dois países. Os vídeos são realmente muito bons.

Duda Falcão

Operação Simulado do VSB-30

Entrevistas do Astronauta Marcos Pontes e do
Presidente da AEB, José Raimundo Braga Coelho, para a CCTV Chinesa


Fonte: Diversas

INPE Monitoring Ionospheric Climate and Weather

Hello reader!

It follows a note published on the day (09/21) in the website of the National Institute for Space Research (INPE) informing that that INPE monitoring Ionospheric Climate and Weather.

Duda Falcão

INPE Monitoring Ionospheric
Climate and Weather

Friday, September 21, 2012

A daily diagnosis of the ionosphere over Brazil is carried out by the Program of Brazilian Space Weather Study and Monitoring (EMBRACE) of the National Institute for Space Research (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE). The variation of plasma (cloud of ions and electrons) in the ionosphere is evaluated by GPS receiver and airglow optical imaging.

Due to the GPS receiver is possible to monitor the TEC (Total Electron Content), while the optical airglow imager generates an image of the light emission of the sky in the ionosphere at 250km high. Both techniques provide two-dimensional information about ionosphere irregularities.

Currently, the mapping of TEC is done every 10 minutes by day, the whole week, and provides a broader view of the events disturbing ionosphere. This monitoring is important because TEC changes the signals received through the ionosphere and interfere in the global positioning system (GPS).

On the other hand, the images are just obtained at night, but show more details on plasma bubbles. Both techniques are complementary and make the ionosphere monitoring more efficient. EMBRACE program intend to provide this data in real time soon.

Data obtained by EMBRACE is available on http://www.inpe.br/climaespacial/

The figure below shows the map of South America and the distribution of TEC on November 24, 2011 at 00:50 UT 25/11/11. Shades of green to red show increased plasma density in the South and Southeast, highlighting the location of the equatorial anomaly. The blue shades show a TEC decrease due to the motion of plasma in the equatorial region (source effect) and the rising of plasma bubbles. The picture at right shows the emission observed in São João do Cariri, Paraíba (indicated by a star on the map), covering an area of approximately 1600 km in diameter. The dark band shows the plasma bubbles coinciding with the TEC map. The same effect (presence of plasma bubbles) can be seen in the picture from the imager operated at Cachoeira Paulista (left photo, below). The dark bands in these images coincide with the blue stripe on the TEC map, on the Northeastern Brazil.



Source: WebSite of the National Institute for Space Research (INPE)

AEB Exibe em seu Site Três Importantes Convênios do PEB

Olá leitor!

A Agência Espacial Brasileira (AEB) publicou nos últimos dias em seu site três convênios relacionados com três importantes projetos do Programa Espacial Brasileiro, ou seja, o Serviço de Batimetria do Porto de Alcântara, o Projeto do VLS-1 abrangendo os seus dois voos tecnológicos (VSISNAV, XVT 02) além do seu voo de qualificação (V04), e o Projeto do Motor-Foguete Líquido L75, visando a obtenção dos primeiros modelos dos componentes do motor, permitindo a realização dos ensaios de desenvolvimento necessários para a confirmação dos parâmetros do projeto. Abaixo segue os convênios como publicados no site da AEB.

Duda Falcão

OBS 1: Para aqueles que não entenderam o que são esses convênios a explicação do “Portal dos Convênios (SICONV) é que "Convênios são acordos, ajustes ou qualquer outro instrumento que discipline a transferência de recursos financeiros de dotações consignadas nos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social da União e tenha como participe, de um lado, órgão ou entidade da administração pública federal, direta ou indireta , ou ainda, entidades privadas sem fins lucrativos, visando a execução de programa de governo, envolvendo a realização de projeto, atividade, serviço, aquisição de bens ou evento de interesse recíproco, em regime de mútua cooperação".

CONVÊNIO: Realização da Batimetria

Código do Programa: 204022012000
Órgão: 24000 - MINISTERIO DA CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACÃO
Órgão Vinculado: 20402 - AGENCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB
Órgão Executor: 20402 - AGENCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB
Tipo de Instrumento: Convênio
Qualificação da Proposta: Proposta Voluntária
Programa atende a: Entidade Privada sem fins lucrativos
Nome do Programa: 13.1 - Preservação e Conservação Ambiental / 13.2 - Controle Ambiental / 13.3 - Recuperação de Áreas Degradadas / 13.4 Recursos Hídricos / 13.5 - Meteorologia
Ação Orçamentária: 7F400101
Objeto: Realização da batimetria da área do projeto, a modelagem física do projeto do porto com seus respectivos testes e a modelagem eletrônica com seus respectivos testes.

Período de recebimento de Proposta Voluntária do Programa:

Data início Recebimento de Propostas: 25/09/2012
Data fim Recebimento de Propostas: 10/10/2012

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CONVÊNIO: Veículo Lançador de Satélites - VLS 1

Código do Programa: 2040220120002
Órgão: 24000 - MINISTERIO DA CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACÃO
Órgão Vinculado: 20402 - AGENCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB
Órgão Executor: 20402 - AGENCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB
Tipo de Instrumento: Convênio
Qualificaçãoo da Proposta: Proposta Voluntária
Programa atende a: Entidade Privada sem fins lucrativos
Áreas de Atuação da Entidade Privada: 14.1 - Desenvolvimento Científico, 14.2 -Desenvolvimento Tecnológico e Engenharia, 14.3 - Difusão do Conhecimento Científico e Tecnológico
Nome do Programa: 2056 - Política Espacial
Descrição: O objetivo do projeto Veículo Lançador de Satélites - VLS-1 é o de cumprir um voo tecnológico capaz de entregar, a partir de Alcântara-MA, em órbita circular equatorial com baixa excentricidade, um satélite de 200 kg a 750 Km ou uma variação dessa especificação. Serão efetuados testes com o Mockup para ensaio de interfaces e das redes elétricas (MIR) e aos lançamentos dos protótipos VSISNAV, XVT 02 e V04.

Período de recebimento de Proposta Voluntária do Programa:

Data início Recebimento de Propostas: 26/09/2012
Data fim Recebimento de Propostas: 11/10/2012

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CONVÊNIO: Motor Foguete a Propelente Líquido - L75

Código do Programa: 2040220120003
Órgão: 24000 - MINISTERIO DA CIENCIA, TECNOLOGIA E INOVACÃO
Órgão Vinculado: 20402 - AGENCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB
Órgão Executor: 20402 - AGENCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB 
Tipo de Instrumento: Convênio
Qualificaçãoo da Proposta: Proposta Voluntária
Programa atende a: Entidade Privada sem fins lucrativos
Áreas de Atuação da Entidade Privada: 14.1 - Desenvolvimento Científico / 14.2 - Desenvolvimento Tecnológico e Engenharia / 14.3 - Difusão do Conhecimento Científico e Tecnológico
Nome do Programa: 2056 - Política Espacial
Descrição: Formalização de convênio tendo como objeto a obtenção dos primeiros modelos dos componentes do Motor Foguete a Propulsão Líquida L75, permitindo a realização dos ensaios de desenvolvimento necessários para a confirmação dos parâmetros do projeto. O projeto visa inserir o programa espacial brasileiro no mesmo patamar dos demais países que já dominam essa tecnologia.

Período de recebimento de Proposta Voluntária do Programa:

Data início Recebimento de Propostas: 28/09/2012
Data fim Recebimento de Propostas: 13/10/2012

Para maiores informações acesse: www.convenios.gov.br/siconv/programa

OBS 2: Conheça um pouco mais sobre o Projeto do Motor-Foguete Líquido L75 clicando aqui


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

CLA Faz Teste com Foguete de Treinamento Básico

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada hoje (29/09) no jornal “O Estado do Maranhão”, destacando que o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) lançou (como já havíamos anunciado anteriormente) com sucesso no dia 27/09 mais um o Foguete de Treinamento Básico (FTB), esse relativo à Operação Falcão V.

Duda Falcão

Geral

CLA Faz Teste com Foguete
de Treinamento Básico

Lançamento de protótipo da Base de Alcântara foi realizado na quinta-feira
para testar os meios de solo e a equipe de técnicos envolvidos com a área

Leandro Santos
Da Equipe de O Estado
29/09/2012

Divulgação
Foguete de Treinamento Básico posicionado no lançador universal
na Base de Alcântara antes do teste; protótipo não levava carga útil

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou, na tarde de quinta-feira (27), o lançamento de mais um Foguete de Treinamento Básico (FTB). O lançamento, o quinto realizado só este ano, faz parte da Operação Falcão V, iniciada em 2008, cuja principal finalidade é o treinamento operacional do Centro de Lançamento e a obtenção de dados para a qualificação e a certificação do veículo.

O lançamento do protótipo objetivou também testar os meios de solo e a equipe de técnicos, engenheiros e demais profissionais envolvidos com a área operacional, capacitando, dessa forma, o CLA para lançamentos de maior porte, como o Veículo Lançador de Satélite (VLS). A atividade teve a presença de militares e civis da Força Aérea no Maranhão, 32 militares do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizado no Rio Grande do Norte, e de estudantes do curso técnico em Eletrônica do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) da cidade de Alcântara.

Lançamento – O foguete, que não levava carga útil, tinha comprimento total de 3,05 metros e pesava 68,3 kg. O lançamento do FTB seguiu os parâmetros para este tipo de veículo: foi lançado às 14h11 (horário de Brasília) e atingiu uma altitude de 31,7 quilômetros, em 79 segundos de voo.

Com o protótipo em operação, os técnicos do CLA pretendiam realizar uma análise experimental do comportamento balístico do veículo durante a trajetória de voo e obter dados para a qualificação e certificação dos foguetes de lançamento.

O FTB é um veículo de fabricação nacional e faz parte do projeto FOGTREIN. Ele foi desenvolvido pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em parceria com a Avibras e tem por objetivo manter em atividade tanto equipes técnicas quanto os meios operacionais dos Centros de Lançamento do Brasil. Atualmente, o projeto FOGTREIN contempla o FTB e o Foguete de Treinamento Intermediário (FTI), ambos lançados anualmente tanto pelo Centro de Lançamento de Alcântara quanto pelo CLBI, localizado na cidade de Parnamirim, no estado do Rio Grande do Norte.

MAIS

Além dos lançamentos do FTB, o CLA também deverá realizar uma atividade com um foguete de médio porte – o VSB-30 – ainda este ano para experimentos em microgravidade. A última vez em que ocorreu um lançamento com um foguete desse porte foi em dezembro de 2010


Fonte: Jornal O Estado do Maranhão - pág. 06 - 29/09/2012

Comentário: Apesar dessa matéria do jornal “O Estado do Maranhão” ser uma cópia quase idêntica da nota postada dia 27/09 no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) e publicada aqui, essa matéria confirma a informação já divulgada no blog da possibilidade de lançamento ainda esse ano de mais um foguete VSB-30 do Programa Microgravidade da AEB, diminuindo em dois anos o período que esse Programa levava para cumprir seus lançamentos, o que já é um avanço, mais que ainda deve ser relacionado ao 3º AO (talvez em substituição ao voo de experimentos brasileiros para a Estação Espacial Internacional (ISS) via a Soyuz russa, que estava previsto nesse terceiro Anuncio de Oportunidade) lançado pela agência na longínqua data de 21/11/2006. Desde então, nenhum outro Anuncio de Oportunidade (AO) foi lançado pela AEB, sem contar o fato de que nem o 3º AO ainda foi concluído, o que criou certa descrença sobre a efetividade desse programa junto a Comunidade Científica Brasileira (conheço pesquisadores que tinham interesse no programa e desistiram), devido ao longo tempo que os voos desse programa levam para acontecerem, impedindo assim que qualquer projeto de desenvolvimento, baseado numa programação pré-estabelecida, seja concluído dentro do prazo. Em resumo, acabou virando motivo de piada e sendo nomeado de Projeto Vaga-Lume. Gostaríamos de agradecer uma vez mais ao leitor maranhense Edvaldo Coqueiro pelo envio dessa matéria.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

IAE Completa Ensaio Dinâmico do Modelo de Vôo do SARA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/09) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), informando que o instituto concluiu nesta quarta-feira (19/09) , o ensaio dinâmico do Modelo de Vôo Mecânico do Sara Suborbital-1.

Duda Falcão

Completado o Ensaio Dinâmico do Modelo
de Voo Mecânico do Sara Suborbital

Campo Montenegro, 28/09/2012

A Divisão de Ensaios (AIE), em conjunto com a Divisão de Sistemas Espaciais (ASE), ambas do Instituto de Aeronáutica e Espaço, concluiu nesta quarta-feira, dia 19 de setembro, o ensaio dinâmico do Modelo de Voo Mecânico do Sara Suborbital. O ensaio foi realizado no Laboratório de Ensaios Estáticos (LED), onde se localiza o maior shaker da América Latina. As equipes da AIE e da ASE trabalharam na integração, instrumentação, pré-teste e o ensaio propriamente dito que envolveu curvas senoidais e aleatórias nos três eixos do veículo.

Os resultados do ensaio serão agora analisados pela CENIC e apresentados ao IAE para a realização da Flight Readiness Review (FRR) do Modelo Mecânico, também denominada Revisão de Pré-embarque.

Após a conclusão desta etapa, o SARA Suborbital deve seguir para a Divisão de Eletrônica para a integração do Modelo de Voo das Redes Elétricas.



Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

Comentário: Tá ai leitor o que parece ser a grande notícia do ano no Programa Espacial Brasileiro, já que indica que a SARA Suborbital-1 encontra-se nos preparativos finais para o seu lançamento, que pode acontecer nos primeiros meses de 2013, caso não sofra influência do fator DILMA e seus Blue Cats. O sucesso dessa missão, ainda que suborbital, deverá trazer certa atenção da comunidade internacional que há anos espera que o Brasil saia das eternas promessas e passe a realização de fato com algo significativo em seu programa espacial. Vamos aguardar os acontecimentos.

INPE/Rede CLIMA Levam Teste da Peg. Ecológica p/ Escolas

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) destacando que o instituto e a Rede CLIMA levam teste da Pegada Ecológica a escolas e instituições.

Duda Falcão

INPE e Rede CLIMA Levam Teste da
Pegada Ecológica a Escolas e Instituições

Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

Descobrir a Pegada Ecológica de estudantes e profissionais das cidades de São José dos Campos, Cruzeiro, Cachoeira Paulista e Canas, no Vale do Paraíba (SP), é a ação programada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e Rede CLIMA (Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais) para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2012. A atividade tem o apoio do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas (INCT-MC) e do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST) do INPE. A SNCT, que acontece de 15 a 21 de outubro, tem como tema este ano “Economia verde, desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza”.

Pegada Ecológica é uma medida da área (em hectares globais, que abrangem terra e mar) que ocupamos para a construção de prédios e rodovias e para o consumo da água, do solo para plantio agrícola, da vida marinha e de outros elementos que compõem a biodiversidade do planeta. Para obter a Pegada Ecológica também se leva em conta a emissão de gases de efeito estufa (principalmente o gás carbônico - CO2) na atmosfera e poluentes no ar, na água e no solo.

Para viabilizar a atividade no Vale do Paraíba, a Rede CLIMA/INCT-MC desenvolveu um Teste da Pegada Ecológica, adaptado do Global Footprint Network. Durante uma semana, uma equipe da Rede CLIMA percorrerá escolas, empresas e instituições públicas de São José dos Campos para aplicar o teste eletronicamente. A meta na cidade é colher uma amostra de 750 respostas. Em Cachoeira Paulista, Cruzeiro e Canas, o teste será aplicado pela equipe do CCST/INPE em alunos da rede pública de ensino. Os resultados, filtrados por sexo, faixa etária, grau de instrução, faixa de renda familiar e localidade, serão posteriormente divulgados.

O teste da Pegada Ecológica nos dá uma ideia de como um indivíduo, cidade ou país utilizam os recursos naturais, conforme os hábitos de consumo e estilos de vida. Esse uso de recursos deve ser compatível com a capacidade natural do planeta em regenerá-los. No entanto, os dados recentes mostram que estamos consumindo em média 50% a mais do que a capacidade de reposição do planeta. Isso significa que precisamos de um planeta e meio para manter nossos padrões de vida atuais.

Veja abaixo quantos planetas Terra precisaríamos ter, para viver e consumir conforme os padrões médios atuais dos habitantes de cada continente, segundo a WWF Brasil (dados de 2004):

América do Norte
5,22
Estados Unidos
5,33
Canadá
4,22
Europa
2,66
Alemanha
2,56
Suécia
3,38
Ásia Oriental e Oceania
0,72
Japão
2,44
China
0,88
Índia
0,44
Austrália
3,66
África
0,61
África do Sul
1,27
Somália
0,22
América Latina
1,11
Brasil
1,16
Argentina
1,27
Fonte: WWF BRASIL, 2004


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Os 14 Magníficos Pioneiros do Programa Espacial Brasileiro

Olá leitor!

No dia 10 de junho de 1964 a portaria de “Nº S-48/GM3” do Ministério de Estado dos Negócios da Aeronáutica criava o “Grupo de Trabalho de Estudos e Projetos Especiais (GTEPE)” que viria a ser substituído no dia 02 de dezembro de 1966 pelo “Grupo Executivo e de Trabalho e Estudos de Projetos Espaciais (GETEPE) através da portaria de “Nº S-307/GM3”.

Como o objetivo do convênio entre o GTEPE e o “Conselho Nacional de  Atividades Espaciais (CNAE)”, era trazer para o Brasil o conhecimento necessário para montar, administrar e operar um Centro de Lançamento de Foguetes, desde julho de 1964, o Dr. Fernando de Mendonça (Diretor Científico da CNAE) já vinha mantendo contato com o Administrador dos Programas Internacionais da National Aeronautics na Space Administration (NASA) dos EUA, visando com isso o treinamento de uma equipe brasileira nas instalações da NASA.

Assim sendo, a partir de fevereiro de 1965, após os últimos acertos com a NASA, começaram a chegar aos EUA os primeiros dos 14 técnicos e pesquisadores brasileiros do GTEPE/CNAE (civis e militares), que a partir do dia 08 de março de 1965  e ao logo do ano de 1965 cumpririam um grande programa de treinamento que resultaria no final de agosto e no mês de dezembro do mesmo ano na “Operação SAFO” (primeira operação de lançamento de foguete realizada no Brasil), fruto de um convênio (memorando de entendimento)  entre a NASA e o CNAE relativo ao Projeto SAFO ( Sondagem Aeronômica com Foguetes) do CNAE que só seria estranhamente assinado após o inicio do treinamento do pessoal do GTEPE.

Em homenagem a esses 14 magníficos pioneiros que a serviço do GTEPE/CNAE e do Brasil cumpriram a sua missão com seriedade, compromisso e dinamismo e foram responsáveis pela formação de outras equipes de operação para o então Campo de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno (CLFBI), atual Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), o blog “BRAZILAN SPACE” resolveu escrever esse artigo visando apresentar para os nossos leitores a primeira equipe brasileira capacitada pela NASA para montar, administrar e operar o primeiro campo de lançamento de foguetes do Brasil.

Equipe do GTEPE Treinada
nas Instalações da NASA em 1965

Membros Permanentes

Cel. Av. Moacyr Del Tedesco
(Diretor da Operação)
Ten. Cel. Av. Ivan Janvrot Miranda
(Radar e Segurança)
Ten. Cel. Av. Eng. Paulo Delvaux
(Estação de Telemetria)
Maj. Av. Eng. Pedro Ivo Seixas
(Carga Útil)

Membros Não Permanentes

Cap. Av. Eng. Heitor Borges Jr.
(Montagem e Lançamento e
Segurança de Plataforma)
Ten. Esp. Met. Ulisses Belcufiné
(Meteorologia)
Prim. Sarg. Alfredo Stalhberg
(Radar)
Seg. Sarg. Basilio Baranoff
(Radar)
Seg. Sarg. Tutomu Kasse
(Estação de Telemetria)
Eng. Júlio César Nogueira Neto
(Montagem e Lançamento)
Eng. Satoshi Yokota (Radar)
Seg. Sarg. Yoshihiro Tomita
(Estação Doppler) 

Equipe do CNAE Treinada
nas Instalações da NASA em 1965

* Eng. José Arildo M. Salgado
* Eng. Luiz Gylvan Meira Filho

Certificado de Treinamento distribuído pela NASA
Certificado do Ten. Cel. Av. Ivan Janvrot Miranda

Pois é leitor, esses foram os 14 pioneiros que deram o inicio as operações de lançamento de foguetes no Brasil, e consequentemente as atividades espaciais brasileiras, que apesar das grandes dificuldades financeiras enfrentadas pelo país, se desenvolveu dentro do possível pelo menos até o governo do ex-presidente José Sarney, quando então começou perder importância nos governos subsequentes, culminando no acidente do VLS-1 em 2003 e na atual situação de total descaso no governo DILMA ROUSSEFF.

Duda Falcão


Fonte: Livro "Os Primórdios da Atividade Espacial na Aeronáutica" - Ivan Janvrot Miranda

Brasil Vence Olimpíada Ibero-americana de Física 2012

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/09) no site da “Agência FAPESP” destacando o Brasil venceu a Olimpíada Ibero-Americana de Física 2012.

Duda Falcão

Notícias

Brasil Vence Olimpíada Ibero-americana
de Física 2012

28/09/2012

Divulgação
Estudantes brasileiros
conquistam pela sexta vez o
primeiro lugar no quadro de
medalhas da competição
internacional 
Agência FAPESP – O Brasil obteve a primeira colocação na 17ª Olimpíada Ibero-americana de Física, realizada entre os dias 17 e 22 de setembro em Granada, na Espanha.

A equipe brasileira, composta pelos estudantes de ensino médio Ilo Pereira Sá Emerenciano, Victor Matheo de Souza Fernandes, Luciano Drozda Dantas Martins e Liara Guinsberg, conquistou duas medalhas de ouro, uma de prata e uma de bronze. Com isso, o país obteve pela sexta vez o primeiro lugar no quadro de medalhas da competição da qual participa desde 2000.

“As conquistas demonstram o alto nível de competitividade dos estudantes brasileiros em olimpíadas internacionais de física”, disse Euclydes Marega Júnior, coordenador da Olimpíada Brasileira de Física e pesquisador do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos.

“Nessas competições, tem aumentado a participação feminina. Este ano, além da Liara, Lara Timbó Araújo, de Fortaleza, ganhou medalha na Olimpíada Internacional de Física”, disse Marega.

Além das seis vitórias alcançadas na Olimpíada Ibero-americana de Física, o Brasil terminou em segundo lugar em outras quatro edições da competição internacional.

Mais informações: www.sbfisica.org.br.


Fonte: Site da Agência FAPESP

Comentário: Muito bom e parabéns aos jovens estudantes brasileiros. 

AEB foi Destaque em Evento Escolar de Ciências no DF

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o estande da agência foi destaque no II Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal (DF).

Duda Falcão

Estande da AEB é Destaque no II Circuito de
Ciências das Escolas Públicas do DF

ASCOM AEB
28-09-2012

O estande da Agência Espacial Brasileira (AEB) foi um dos mais visitados durante o II Circuito de Ciências das Escolas Públicas do Distrito Federal. O evento, realizado nos dias 26 e 27 de setembro no Parque da Cidade em Brasília, apresentou os melhores trabalhos de pesquisa nas diversas áreas do conhecimento desenvolvidos por alunos de instituições públicas do DF e contou com a participação de parceiros que desenvolvem ações com associação ao tema e ao objetivo do Circuito. A AEB foi uma das convidadas para o evento.

Os visitantes do estande da AEB no evento puderam conferir maquetes do Veículo Lançador de Satélites (VLS) e do Veículo de Sondagem Brasileiro VSB-30, e uma réplica da roupa usada no espaço pelo astronauta brasileiro, Marcos Pontes. O Programa AEB Escola realizou oficinas de carrinho foguete, espectroscópio e foguete de garrafa pet.

O aluno da Escola Classe Vila Nova, de São Sebastião, Erick Oliveira, 10 anos, já havia visitado o estande da AEB em outros eventos. “Acho o tema muito interessante e quero aprender para poder ensinar para outras pessoas”, disse o aluno.  Deborah Rodrigues, 10 anos, estuda na mesma classe de Erick e não sabia que o Brasil possui um programa espacial. “Gostei muito dos foguetes e da roupa do astronauta. Foi uma boa oportunidade para aprender coisas novas”.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Bom, muito bom mesmo. Eventos como esse ajudam a divulgar e principalmente a despertar o interesse desses jovens pelo Programa Espacial Brasileiro.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Centro de Lançamento de Alcântara Lança FTB

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que no dia de hoje foi lançado um Foguete de Treinamento Básico (FTB) relativo a “Operação Falcão V” do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

Duda Falcão

Centro de Lançamento de Alcântara Lança FTB

CLA
27-09-2012

O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou nesta quinta-feira, 27 de setembro, o lançamento de um Foguete de Treinamento Básico (FTB) dentro das atividades da Operação Falcão V. O veículo foi o quinto lançado pelo CLA neste ano e teve por objetivo testar os meios de solo e a equipe de técnicos, engenheiros e demais profissionais envolvidos com a área operacional. Além dos militares e civis da unidade da Força Aérea no Maranhão, participaram também 32 militares do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), situado em Parnamirim (RN). A ação foi acompanhada por estudantes do curso técnico em Eletrônica do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) da cidade de Alcântara.  O veículo foi rastreado por meio do sistema de telemetria, e não levou carga útil científica a bordo.

O lançamento seguiu conforme os parâmetros previstos para este tipo de veículo. O foguete foi lançado  às 14h11min ( horário de Brasília) e atingiu uma altitude máxima de 31,742 Km em 79 segundos de voo. O veículo gastou 166 segundos até atingir a área de impacto localizada a 17,5 Km do local de lançamento. A partir das informações levantadas pelo sistema de rastreio, será possível futuramente obter a qualificação e certificação do veículo visando incrementos como, por exemplo, de sua carga útil onde podem ser embarcados experimentos científicos.

O FTB

O Foguete de Treinamento Básico é um veículo de fabricação nacional e faz parte do projeto FOGTREIN. O FTB é desenvolvido pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) em parceria com a AVIBRAS e tem por objetivo manter em atividade tanto equipes técnicas quanto os meios operacionais dos Centros de Lançamento do Brasil. Atualmente, o projeto FOGTREIN contempla o Foguete de Treinamento Básico e o Foguete de Treinamento Intermediário. Ambos são lançados anualmente pelo Centro de Lançamento de Alcântara e pelo Centro de Lançamento da Barreira do Inferno.

Operação Falcão V – 2012

Período da Campanha
25/09/2012 a 28/09/2012

Veículo

1 FTB

Organizações Envolvidas

CLA, CLBI, 1º ETA e Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA)

Missão Atribuída

Realização de lançamento e rastreio de um Foguete de Treinamento Básico (FTB), com telemetria na banda S, sem carga útil científica, tendo como finalidade o treinamento operacional dos Centro de Lançamentos e, ainda, a obtenção de dados para a qualificação e a certificação do veículo.

Missão Deduzida

- Realizar a análise experimental do comportamento balístico do veículo durante a trajetória de voo;

- Cumprir as atividades previstas no PNAE, em coordenação com a AEB;

- Manter a capacidade operacional dos meios técnicos e logísticos do Centro de Lançamento;

- Treinar as equipes de lançamento e rastreio do CLA; e

- Proporcionar dados para a qualificação e a certificação dos foguetes de treinamento.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB) 

AEB Recebe Novos Diretores em seu Quadro

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (27/09) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que como já havíamos anunciad,o a agência recebeu neste mês de setembro dois novos diretores, ou seja, o engenheiro mecânico Petrônio Noronha de Souza que veio do INPE e o professor Carlos Gurgel que veio da Universidade de Brasília (UnB).

Duda Falcão

AEB Recebe Novos Diretores em seu Quadro

ASCOM AEB
27-09-2012

A Agência Espacial Brasileira (AEB) recebeu neste mês de setembro dois novos diretores. O engenheiro mecânico Petrônio Noronha de Souza veio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais para assumir a Diretoria de Política Espacial e Investimentos Estratégicos. O professor da Universidade de Brasília, Carlos Gurgel, agora é o responsável pela Diretoria de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento.

Conheça um pouco mais sobre os novos diretores da AEB:

Carlos Gurgel

É professor adjunto do Departamento de Engenharia Mecânica da UnB. Formado em Engenharia Mecânica (UGF/RJ – 1985), trabalhou por seis anos na indústria, principalmente como gerente de manutenção industrial e de projetos. Concluiu mestrado em propulsão aeroespacial em 1991 (IME/RJ) e doutorado sanduíche em 1997, na Universidade de São Paulo (Escola Politécnica) e com estágio de 30 meses no “Technical Research Centre of Finland (VTT-Energy)”.

Em 1998, concluiu um programa de pós-doutoramento no Laboratório de Combustão e Propulsão do INPE, como bolsista da FAPESP. Em 2006, concluiu um segundo pós-doutoramento no “College of Forest Resources” (Universidade de Washington) em Seattle, EEUU, como bolsista da CAPES, realizando estudos de modelagem numérica de incêndios florestais. Como administrador, foi Coordenador de Iniciação Científica da Universidade de Brasília no período de março de 2002 a setembro de 2005 e Chefe do Departamento de Engenharia Mecânica da UnB, de 2010 a 2012.

Por três anos, atuou como membro efetivo do Comitê Aeroespacial da UnB, responsável pelo criação do Curso de Engenharia Aeroespacial na instituição. Como pesquisador/orientador, publicou em periódicos internacionais de elevado fator de impacto bem como apresentou inúmeros trabalhos em congressos nacionais e internacionais. Na qualificação de recursos humanos, orientou quase uma centena de alunos, de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado. As linhas principais de pesquisa são: modelagem numérica de escoamentos reativos; propulsão aeroespacial, com ênfase em motores a propelentes híbridos; câmaras de combustão de turbinas a gás com tecnologia “Low NOx”; motores de combustão interna, sistemas de gaseificação de biomassa e carvão, entre outras.

Petrônio Noronha de Souza

Após sua graduação em Engenharia Mecânica pela Unicamp em 1982, foi contratado pelo INPE no qual iniciou suas atividades no então Departamento de Mecânica Espacial e Controle. Iniciou, no próprio INPE, programa de Mestrado em Ciência Espacial/Mecânica Orbital que foi concluído em 1986 com dissertação versando sobre o projeto de equipamentos para sistemas de controle de atitude de satélites.

Engajou-se no programa Missão Espacial Completa Brasileira (MECB), cujo objetivo à época era o projeto do Satélite de Coleta de Dados 1 (SCD-1) e, no período de 1986 a 1990, participou do projeto do Amortecedor de Nutação utilizado nos satélites SCD-1, SCD-2 e SCD-2A. Também iniciou o projeto do Experimento Roda de Reação (ERR), que veio a ser incorporado aos satélites SCD-2 e SCD-2A.

No período de 1990 a 1993 cumpriu programa de Doutorado no Cranfield Institute of Technology (Inglaterra). Ao retornar ao Brasil assumiu em 1995 a coordenação do Grupo de Projetos da atual Divisão de Mecânica Espacial e Controle (DMC). Nesta atividade participou da conclusão dos satélites SCD-2 e SCD-2A, do projeto do satélite científico SACI-1 e do projeto da gôndola que transportou o telescópio imageador MASCO.

No início de 1997 assumiu a chefia da Divisão de Mecânica Espacial e Controle, tendo permanecido nesta posição até março de 1999. Integrou o Conselho Técnico Científico (CTC) do INPE de 1997 a 1999. De 1993 ao final de 1998 auxiliou na coordenação do programa de recursos humanos RHAE/CNPq.

Ocupou de 1998 a 2005 a gerência no INPE do Programa Brasileiro para a Estação Espacial Internacional (EEI), programa desenvolvido junto à NASA e a Agência Espacial Brasileira (AEB).

Participa de atividades acadêmicas de orientação e toma parte em bancas de teses e dissertações de trabalhos relacionados com as áreas de engenharia mecânica e aeroespacial, ministra cursos na área de tecnologia espacial, já apresentou mais de 90 palestras convidadas e publica artigos de divulgação na mídia eletrônica. É docente na área de concentração de Engenharia e Gerenciamento de Sistemas Espaciais da Pós-graduação do INPE em Engenharia e Tecnologia Espaciais.

Em maio de 2004 fundou e presidiu até maio de 2007 a Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), entidade técnico-científica que congrega profissionais da área. Tem interesse em tópicos variados de política, gerenciamento e tecnologia aeroespaciais, mais especificamente nas áreas de gerenciamento de projetos, engenharia de sistemas, garantia do produto, análise de risco e planejamento de atividades de pesquisa e desenvolvimento.

Atuou como secretário-executivo do processo de Planejamento Estratégico do INPE no biênio 2006-2007, e foi coordenador substituto da sua Coordenação de Planejamento Estratégico e Avaliação (CPA) do início de 2006 a setembro de 2008.

Entre 2008 e agosto de 2012, ocupou o cargo de Chefe do Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE.


Fonte: Agência Espacial Brasileira (AEB)