sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Com o Pé Direito

Olá leitor!

Enquanto o PEB da “Ogra” continua patinando nos discursos coniventes de seu incompetente e fiel escudeiro, objetivos com impacto menor junto a Sociedade Brasileira (se compararmos com a realização do lançamento do VLS-1) darão início às atividades espaciais do país no ano de 2015 no próximo mês de fevereiro.

Inicialmente como divulgado pela própria AEB, dia 05/02 (quinta-feira) finalmente o Cubesat AESP-14 do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) deverá ser lançado ao espaço da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) através do dispositivo de lançamento japonês "JEM Small Satellite Orbital Deployer (J-SSOD)".

Vale lembrar também que, se a previsão feita pela Swedish Space Corporation (SSC) se concretizar, em algum momento do mês de fevereiro, um foguete VSB-30 tendo abordo  um experimento da Agência Espacial Francesa (CNES), chamado de “Cryofenix”, deverá ser lançado da Base de Esrange, na Suécia, durante a realização das atividades da  “Operação Cryofenix”.

Para completar, se for confirmado o tempo de vigência do contrato assinado entre a AEB e a empresa CENIC em 16/04/2014 (veja aqui), nos próximos dias de fevereiro deverá ser iniciada no Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), em Parnamirim-RN,  o que talvez seja a mais expressiva missão espacial brasileira no ano de 2015, já que qualquer atividade no âmbito do Projeto VLS tem pouquíssimas chances (quase nulas) de ser realizada ainda este ano se persistir a atual política de boicote do governo da “Ogra”.

Trata-se das atividades da “Operação São Lourenço” que tem como missão lançar ao espaço em um voo suborbital tecnológico a primeira cápsula espacial brasileira não tripulada para experimentos em ambiente de microgravidade, ou seja, a “SARA Suborbital I”.

Vale lembrar que para este primeiro voo tecnólogo do SARA (são quatro planejados, sendo dois orbitais) será usado uma nova versão do antigo foguete VS-40, este denominado de VS-40M, o qual já foi testado em voo exitosamente durante as atividades da “OperaçãoSHEFEX II” em 22/06/2012 da Base de Andoya, na Noruega. Está será a quarta vez que este foguete voará desde que foi desenvolvido, sendo a terceira vez que será lançado do território brasileiro.

O saudoso Dr. Paulo Morais Jr.
Vale salientar que o primeiro voo do SARA vem consolidar o sonho do idealizador do projeto (o saudoso Dr. Paulo Morais Jr., falecido no ano passado), mas que infelizmente não está mais entre nós para saborear este momento tão significativo da Astronáutica Brasileira.

Pois é leitor, é isso aí e vamos ficar na expectativa para que essas missões realmente possam acontecer em fevereiro e de forma exitosa e assim começar o ano com o pé direito.

Duda Falcão

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Cubesat AESP-14 Será Lançado da Estação Espacial na Próxima Semana

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/01) no site da “Agência Espacial Brasileira (AEB)”, destacando que o Cubesat AESP-14 será lançado da Estação Espacial Internacional na próxima semana.

Duda Falcão

Cubesat AESP-14 Será Lançado da
Estação Espacial na Próxima Semana

Coordenação de Comunicação Social – CCS-AEB

Foto: Valdivino Jr/AEB
O AESP-14 em teste no dispositivo do
qual será lançado ao espaço.

Brasília, 29 de janeiro de 2015 – O cubesat AESP-14, primeiro satélite de pequeno porte 100% desenvolvido no país, será lançado ao espaço a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) na próxima quinta-feira (5). A missão do nanossatélite é validar subsistemas produzidos por alunos de graduação e pós-graduação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP).

Para cumprir sua tarefa, 30 minutos após o lançamento será ativado um modem a bordo, que transmitirá informações de cientistas brasileiros na frequência de rádio amador e os dez primeiros rádio amadores que captarem a transmissão receberão certificado de participação.

O modem tem potência de 500 mW operando na frequência de 437.600 MHz. O cubesat transmitirá informações com uma taxa de 9600 bps padrão G3RUH na modulação GFSK. Para a comunidade radioamadora, receber os frames de telemetria e decodificá-los, o documento básico está disponível no site do projeto AESP-14. Sua colocação em órbita será feita por meio do dispositivo japonês JEM Small Satellite Orbital Deployer (J-SSOD), um lançador desenvolvido para satélites de pequeno porte.

O experimento radioamadorístico do AESP-14 foi elaborado pelo professor e radioamador Douglas Santos (PY2DGS) e pelos radioamadores do Clube de Radioamadores de Americana (Cram) Adinei Brochi (PY2ADN), William Schauff (PY2GN), Hamilton Horta (PY2NI), Junior Zappia (PU2LAA), João Ferreira (PY2JF), Demilson Quintão (PY2UEP) e Edson Pereira (PY2SDR).

O experimento do Cram consiste na transmissão de 100 sequências aleatórias (strings MD5) armazenadas na memória do satélite. Elas serão usadas em um conteste entre as estações radioamadoras receptoras e também como uma espécie de álbum de figurinhas online.

As imagens do álbum serão escolhidas de forma que sejam relevantes para as áreas de ensino do projeto STEM Brasil (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), um projeto desenvolvido entre radioamadores e instituições de ensino.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) investiu R$ 250 mil no desenvolvimento do satélite, cabendo ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) o aporte de R$ 150 mil em bolsas para pesquisas. A AEB ainda financiou US$ 555 mil para os lançamentos do AESP-14, do Serpens e NanossatC-Br1, este já no espaço desde 2014.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário:Bom, apesar dos erros de português costumeiros dessa Assessoria de Comunicação incompetente da nossa Agência Espacial de Brinquedo (AEB), o que vale aqui é a notícia de que a trajetória de lançamento deste cubesat caminha finalmente para um final que espero e torço seja exitoso. Segundo fui informado uma comitiva formada por integrantes da equipe que trabalharam no desenvolvimento deste nanosatélite, acompanhará o lançamento a ser feito da ISS do centro de controle da JAXA no Japão, e desde já o Blog BRAZILIAN SPACE deseja sucesso a todos eles.

Janeiro de 2015 Registra Recorde de Focos de Queimadas Detectados Por Satélite

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (29/01) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Janeiro de 2015 registra recorde de focos de queimadas detectados por satélite.

Duda Falcão

Janeiro de 2015 Registra Recorde de
Focos de Queimadas Detectados Por Satélite

Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

A dois dias do fim do mês, o número de focos de queimadas em 2015 é o maior entre os meses de janeiro desde 1999, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) iniciou a comparação diária do monitoramento por satélites da ocorrência de incêndios no Brasil.

Nesta quinta-feira (29/1) a página do projeto de Monitoramento de Queimadas do INPE já registrava 4.139 focos, enquanto em todo o mês de janeiro de 2014 foram 2.634 focos. O recorde anterior para o mês de janeiro foi observado em 2005, quando os satélites detectaram 4.047 focos no primeiro mês daquele ano.

“Isso não significa que 2015 será um ano mais crítico do que os anteriores”, explica Fabiano Morelli, pesquisador do INPE. “O pico das queimadas acontece de agosto a setembro. Como 2014 foi um ano seco, com focos acima da média que reduziram a matéria vegetal disponível para queima, se a ocorrência de precipitação for normal em 2015 a tendência deste janeiro poderá ser revertida”.

Para os pesquisadores do INPE, o aumento no número de focos deve servir de alerta para a sociedade. Embora o clima favoreça a propagação do fogo, a grande maioria das queimadas e incêndios florestais inicia pela ação do homem. “Numa vegetação mais seca o fogo se alastra rapidamente, tornando mais difícil o seu controle e combate”, ressalta o pesquisador.

Monitoramento

A detecção sistemática de focos de calor realizada pelo INPE é pioneira e a mais completa desenvolvida no mundo. Desde 1987 são aprimoradas as tecnologias para o monitoramento de queimadas por meio de imagens de satélites, que é particularmente útil para regiões remotas sem meios intensivos de acompanhamento, condição que representa a situação geral do Brasil.

São centenas os produtos gerados e distribuídos diariamente, como, por exemplo, coordenadas geográficas dos focos, alertas por e-mail de ocorrências em áreas de interesse especial, risco de fogo, estimativas de concentração de fumaça, etc. Todos os dados e produtos são divulgados na internet pelo INPE sem custo para o usuário, cerca de três horas após sua geração.

Todas as técnicas envolvidas neste processo foram desenvolvidas no INPE, incluindo métodos de detecção de focos com satélites, sistemas de informação geográfica, modelos de risco de fogo, etc. Na página do Monitoramento de Queimadas e Incêndios, além da atualização sete vezes ao dia dos focos de calor, o INPE fornece um sistema geográfico de informações específico para as unidades de conservação do país, entre outros serviços.

O monitoramento auxilia o governo federal, em particular o Ibama, no acompanhamento a situações de risco de grandes incêndios florestais, como também os órgãos de Defesa Civil e Corpo de Bombeiros no combate às queimadas. Entre os usuários regulares incluem-se ainda secretarias estaduais de meio ambiente, ONGs, cidadãos, além dos países vizinhos que têm livre acesso a este sistema.




Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Nova Atualização das Campanhas do Blog

Olá leitor!

Pois é hoje é quinta-feira e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Em relação à campanha da “Petição Online da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo”, esta semana obtivemos outro diminuto avanço, pulando de 764 para 765 assinaturas, ou seja, apenas uma assinatura no período.  O resultado continuou extremamente ruim e esperávamos algo bem melhor esta semana. A notícia de que o governo criou uma comissão (pra mim fajuta) para analisar este desastroso acordo que gerou a ACS demonstra que a empresa realmente pode está em processo de implosão e correndo o risco de sofrer uma CPI (da mesma forma para mim fajuta, mas que ajudaria pelo menos a impedir o andamento do projeto). Leitor esta é a hora de fazermos valer a nossa luta contra este acordo candiru’ e altamente prejudicial que vem literalmente boicotando o verdadeiro Programa Espacial Brasileiro. Vamos lá gente, vários profissionais sérios do PEB já assinaram essa petição e precisamos do seu apoio nessa luta contra esses energúmenos irresponsáveis.

Já quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana continuamos com os mesmos dez grupos inscritos desde o lançamento da campanha, ou seja, os grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes Educativos, Carl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoNTAITA Rocket DesignUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (Continuo esperando que os 10 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas 7 colaboradores  já realizaram suas colaborações do mês de janeiro no vakinha.com.br. Foram Eles:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Diego LvM
3 - Carlos Henrique Marchi, Prof. (UFPR)
4 - Elison Gustavo (idealizador da campanha)
5 - Elói Fonseca, Maj. (ITA)
6 - Fabrício de Novaes Kucinskis (INPE)
7 - José Félix Santana, Prof. (presidente do CEFEC)

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir dessa semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

OBS: Leitores continuam votando na campanha do VLM-1/ITASAT-1. Por favor, peço uma vez mais aos nossos leitores que não votem nessa campanha, pois a mesma não está mais ativa, já que não houve a resposta necessária e assim perdeu o sentido. Afinal não há mais tempo para cumprir o prazo de lançamento estabelecido na campanha, e ela continua visível no blog apenas a título de registro. Se quiseres realmente ajudar votem na Petição da ACS, está sim é a campanha que precisa avançar para combater este desatino.

Duda Falcão

Russia Could Offer BRICS Partners to Create Joint Orbital Station

Hello reader!

It follows a note one published in on the day (01/27) in the website of  the “Russian News Agency - TASS” noting that Russia could offer BRICS partners to create Joint Orbital Station.

Duda Falcão

Non-political

Russia Could Offer BRICS Partners
to Create Joint Orbital Station

In particular, Russia should make such a proposal to India and China,
which have been actively developing their manned space programs

TASS
January 27, 12:35
UTC+3 MOSCOW

© ITAR-TASS/Vladimir Astapkovich 

MOSCOW, January 27. /TASS - Moscow could propose to China and India to create a joint manned orbital station at the summit of the BRICS emerging economies in Russia’s Ufa in July, a document drafted by the expert council at Russia’s military and industrial commission said on Tuesday.

The experts recommend “working out the possibilities of an international manned project with BRICS countries as part of a common strategy of creating technological alliances.”

“We can start this work now and include the issue in the agenda of the BRICS business council in Ufa,” the document reads.

In particular, Russia should make such a proposal to India and China, which have been actively developing their manned space programs, the experts suggest.

Other perspective areas for further research could be modular rockets using methane as fuel and also the creation of an aerospace vehicle, which could be used in the future to construct a fighter or a bomber of the sixth generation.

© EPA/NASA/HANDOUT 


Source: WebSite of TASS Agency - http://itar-tass.com/en

Comment in English: For countries such as Russia, China, India and South Africa, countries where commitment to space activities this initiative can be very beneficial. However for Brazil and with the kind of government we have, this only increase even more the lack of focus bringing with it even more problems for the Brazilian Space Program.

Comentário em Português: Para países como a Rússia, China, India e Africa do Sul, países onde existem compromisso com as atividades espaciais, esta iniciativa pode ser muito benéfíca. Entretanto para o Brasil e com o tipo de governo que temos, isto só aumentaria ainda mais a falta de foco trazendo com isto ainda mais problemas para o Programa Espacial Brasileiro.

Concluye el Primer Remapeo de Nubes de Brasil

Hola lector!

A continuación se muestra un artículo publicado hoy (29/01) en el sitio de la "Agencia de la FAPESP", señalando que ha completado el Primer Censo Nube de Brasil.

Duda Falcão

Artículos

Concluye el Primer Remapeo de Nubes de Brasil

Por Karina Toledo
29 de enero de 2015

(Foto: Proyecto lluvia)
Los resultados de los experimentos salieron descritos en un
artículo de tapa del Bulletin of the American Meteorological 
Society. El objetivo consiste en perfeccionar modelos capaces
de pronosticar eventos extremos.

Agência FAPESP – Para pronosticar con precisión eventos extremos tales como tormentas o simular escenarios de impactos de los cambios climáticos, es necesario avanzar en el conocimiento de los procesos físicos que ocurren en el interior de las nubes y descubrir la variación de factores tales como el tamaño de las gotas de lluvia, la proporción de las capas de agua y de hielo y el funcionamiento de las descargas eléctricas.

Con este objetivo, se realizaron una serie de campañas para recabar datos entre 2010 y 2014 en seis ciudades brasileñas –Alcântara (Maranhão), Fortaleza (Ceará), Belém (Pará), São José dos Campos (São Paulo), Santa Maria (Rio Grande do Sul) y Manaos (Amazonas)– en el marco de un Proyecto Temático FAPESP coordinado por Luiz Augusto Toledo Machado, del Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (Inpe, por sus siglas en portugués). Dichas campañas contaron con la participación de científicos de la Universidad de São Paulo (USP) y de diversas facultades de Meteorología de Brasil que fueron sedes de los experimentos.

Los principales resultados de la iniciativa, conocida como “Proyecto Lluvia”, salieron descritos en un artículo estampado en la portada del Bulletin of the American Meteorological Society, una revista de gran impacto en el área de meteorología.

Según Toledo Machado, las regiones seleccionadas para la investigación de campo son representativas de los distintos regímenes de precipitaciones existentes en Brasil. “Es importante hacer esa caracterización regional para que los modelos matemáticos puedan efectuar pronósticos en alta resolución, es decir, en una escala de pocos kilómetros”, dijo el investigador.

Se empleó un conjunto común de instrumentos –el cual incluye radares de nubes de doble polarización– en los distintos sitios, de manera tal que las medidas pudiesen compararse y así establecer parámetros para el modelado.

El radar de doble polarización, en conjunto con otros instrumentos, envía ondas horizontales y verticales que, por reflexión, indican el formato de los cristales de hielo y de las gotas de lluvia, y ayudan así a dilucidar la composición de las nubes y los mecanismos de formación e intensificación de las descargas eléctricas durante las tormentas. También se recabaron datos tales como temperatura, humedad y composición de los aerosoles.

Asimismo, se realizaron distintos experimentos adicionales en cada una de las seis ciudades. En el caso de Alcântara, en donde la recolección de datos se concretó en marzo de 2010, el experimento se enfocó en el desarrollo de algoritmos de estimación de precipitaciones para el satélite internacional Global Precipitation Measurement (GPM), lanzado en febrero de 2014 por la Nasa (la agencia espacial estadounidense) y por la Agencia Japonesa de Exploración Aeroespacial (Jaxa).

“En aquella región, el gran desafío consiste en estimar las precipitaciones de las llamadas nubes calientes, las que no tienen cristales de hielo en su interior. Éstas son comunes en la región del semiárido nordestino”, explicó Toledo Machado.

Debido a que no contienen hielo, la lluvia de esas nubes pasa desapercibida por los sensores de microondas situados a bordo de los satélites que se emplean normalmente para medir las precipitaciones, lo cual resulta en datos imprecisos.

Las mediciones de nubes cálidas realizadas vía radar en Alcântara, comparadas con las efectuadas vía satélite, indicaron que los valores de volumen de agua estaban subestimados en más del 50%.

En Fortaleza, donde la recolección se realizó en abril de 2011, se puso a prueba en colaboración con Defensa Civil un sistema de pronóstico de tormentas en tiempo real y de acceso abierto llamado Sistema de Observación de Tiempo Severo (SOS lluvia).

“Utilizamos los datos que estaban recabándose con los radares y los cargamos en tiempo real en un sistema de información geográfica. De esa manera, es posible hacer pronósticos para las dos horas siguientes. Y saber dónde llueve fuerte en ese momento, donde hay relámpagos y cómo se modificará la situación al cabo de 20 ó 30 minutos. También añadimos un mapa de anegamiento que permite prever qué zonas que pueden inundarse en caso de que el agua suba un metro, por ejemplo”, contó Toledo Machado.

En las palabras del investigador, la experiencia fue tan exitosa que el equipo decidió repetirla en las campañas que se realizaron posteriormente. “El SOS Lluvia contribuye para disminuir la vulnerabilidad de la población ante eventos extremos del clima, pues les ofrece información no solo a los agentes de la Defensa Civil sino también a los habitantes”, dijo.

En junio de 2011 se realizó la campaña de recolección de datos en Belém, donde los científicos se valieron de una red de instrumentos de GPS para estimar la cantidad de agua existente en la atmósfera. Los resultados saldrán publicados en breve. También se lanzaron globos meteorológicos capaces de volar durante 10 horas y recolectar datos de la atmósfera. “El objetivo consistió en entender el flujo de vapor de agua proveniente del Océano Atlántico que forma la lluvia en la Amazonia", comentó Toledo Machado.

Entre noviembre de 2011 y marzo de 2012 se realizó la campaña de São José dos Campos, cuyo foco consistió en estudiar los relámpagos y la electricidad atmosférica. A tal fin se utilizó un conjunto de redes de detección de descargas eléctricas en colaboración con la Agencia de Investigaciones Oceánicas y Atmosféricas (NOAA) de Estados Unidos y con la Organización Europea para la Explotación de Satélites Meteorológicos (Eumetsat).

“Se recabaron datos con miras a desarrollar los algoritmos de los sensores de descargas eléctricas de los satélites geoestacionarios de tercera generación que lanzarán la NOAA y la Eumetsat durante esta misma década. Otro objetivo apuntaba a entender de qué modo van modificándose las nubes antes de que se produzca la primera descarga eléctrica, de manera tal de prever la generación de rayos”, comentó Toledo Machado.

En Santa Maria, entre noviembre y diciembre de 2012, y en colaboración con científicos argentinos, se pusieron a prueba modelos matemáticos de pronósticos de eventos extremos. Según Toledo Machado, en la zona que abarca el sur de Brasil y el norte de Argentina se producen las tormentas más severas del mundo.

“Los resultados mostraron que los modelos todavía no son lo suficientemente precisos como para pronosticar con eficacia la ocurrencia de esos eventos extremos. En 2017 realizaremos un nuevo experimento similar llamado Relámpago en el norte de Argentina”, comentó Toledo Machado.

GOAmazon

Las dos operaciones intensivas de recolección de datos realizadas en Manaos –la primera entre febrero y marzo de 2014 y la segunda entre septiembre y octubre del mismo año– aún no se habían concretado cuando se envió el artículo para su posible publicación.

La campaña se realizó en el marco del proyecto Green Ocean Amazon y contó con dos aviones que volaron a diferentes alturas siguiendo la pluma de contaminación emitida por la región metropolitana de Manaos. El objetivo consistió en evaluar la interacción entre los contaminantes y los compuestos que emite la selva, como así también su impacto sobre las propiedades de las nubes (lea más al respecto en: http://agencia.fapesp.br/20214). Los datos aún se encuentran en etapa de análisis.

Al comentar las principales diferencias halladas en las diversas regiones brasileñas, Toledo Machado destaca que las regiones sur y sudeste son las que presentan gotas de lluvia de mayores tamaños y una capa mixta en la cual hay agua en estado líquido y sólido más desarrollada. Según el investigador, ésa es la principal razón de la mayor incidencia de descargas eléctricas en esos lugares.

En tanto, las nubes de la Amazonia exhiben la capa de hielo de la cima –arriba de los 20 kilómetros de altura– más desarrollada que la de otras regiones. Las regiones costeras, como Alcântara y Fortaleza, presentan en una mayor cantidad las llamadas nubes calientes, en las cuales casi no hay descargas eléctricas.

“Fue el primer remapeo de nubes realizado en Brasil. Toda la información servirá como base para probar y desarrollar modelos capaces de describir pormenorizadamente la formación de nubes, con alta resolución espacial y temporal”, concluyó el investigador.


Source: WebSite Agência FAPESP - http://agencia.fapesp.br/

Veja a Ultima Audiência Pública do Senado Que Teve Como Tema as Atividades Espaciais Brasileiras

Olá leitor!

Você esta lembrado daquela tal Audiência Pública sobre o Satélite SGDC, realizada que foi pela “Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT)” em 18 de novembro do ano passado, esta a pedido do Senador Anibal Diniz (PT-AC)?

Pois então, trago agora na integra para você leitor esta audiência dividida em três partes. O leitor que estiver interessado acomode-se na cadeira, pegue um café, um suco, um refrigerante ou até mesmo uma cerva bem gelada e tenha paciência, pois levará um bom tempo assistindo mais esta palhaçada infrutífera, onde o único senador presente era o solicitante presidente da mesa.

Duda Falcão

Parte - 1
Parte - 2
 Parte - 3


Fonte: TV Senado

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Olimpíada de Astronomia e Astronáutica Abre Inscrição

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/01) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que já estão abertas as inscrições para a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

Duda Falcão

Olimpíada de Astronomia e
Astronáutica Abre Inscrição

OBA


Brasília, 28 de janeiro de 2015 – Ao observar o céu à noite, você fica curioso em como as estrelas e os planetas se formam? A origem das galáxias e os movimentos de cometas também te intrigam? Então, você deve participar da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

O evento, que é organizado pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB), este ano chega à 18ª edição.

A edição de 2015 já está com inscrição aberta. O prazo termina em 15 de março e os exames ocorrem em fase única, no dia 15 de maio. A OBA é voltada a todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio.

Escolas públicas ou particulares que ainda não participam já podem se cadastrar pelo portal: http://www.oba.org.br ou por meio das fichas enviadas a todas as instituições de ensino.

“O objetivo da olimpíada é levar a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens”, diz o coordenador nacional do evento, o astrônomo João Batista Garcia Canalle.

Segundo ele, a iniciativa não tem a intenção de criar rivalidade entre escolas ou promover a competição entre cidades ou estados: “Queremos promover a disseminação dos conhecimentos básicos de forma lúdica e cooperativa entre professores e alunos, além de mantê-los atualizados”.

Somando todas as edições, a OBA contabiliza mais seis milhões de participantes. Em 2014, teve a participação de 772.257 estudantes e distribuiu 43 mil medalhas, um aumento de 26% em relação à edição anterior. Foram 10.412 de ouro, 14.451 de prata e 17.693 de bronze.

Classificação – A OBA é dividida em quatro níveis – os três primeiros são para alunos do ensino fundamental e o quarto, para os do ensino médio – e a prova é composta por dez perguntas, sendo sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico.

As medalhas serão distribuídas conforme a pontuação obtida. Os melhores classificados representarão o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica e na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2016.

Os participantes desta edição também concorrerão a vagas nas Jornadas Espaciais, que ocorrem em São José dos Campos (SP) e em Natal (RN). Nelas, os estudantes recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.

A OBA é coordenada por uma comissão formada por membros SAB e da AEB. Desde 2009, a coordenação organiza os Encontros Regionais de Ensino de Astronomia (EREAS), sendo que são promovidos entre 10 e 12 encontros por ano.

O programa é realizado com parcerias locais e principalmente com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Quem desejar organizar um EREA em sua região deve entrar em contato com a secretaria, pelo endereço: oba.secretaria@gmail.com


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Moscou Vai Propor aos Países do BRICS Criação de Estação Espacial Conjunta

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (27/01) no site em português do “Jornal Gazeta Russa” destacando que Moscou vai propor aos países do BRICS criação de uma Estação Espacial Conjunta.

Duda Falcão

Ciência e Tecnologia

Moscou Vai Propor aos Países do BRICS
Criação de Estação Espacial Conjunta

Autoridades russas podem propor a China e Índia a construção de uma
estação orbital tripulada. Iniciativa é esperada para próxima cúpula do
grupo, que acontecerá na cidade russa de Ufa em julho.

27/01/2015

Foto: Roscosmos
Índia e China já vêm desenvolvendo seus próprios
programas espaciais tripulados

Em um documento elaborado pela comissão militar e industrial da Rússia, especialistas recomendam elaborar as possibilidades de um projeto tripulado internacional com os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), “como parte de uma estratégia comum de criar alianças tecnológicas”.

Podemos começar este trabalho agora e incluir o tema na agenda da cúpula dos Brics em Ufa”, lê-se no documento.

A delegação russa deve fazer a proposta diretamente para Índia e China, que já vêm desenvolvendo ativamente seus próprios programas espaciais tripulados.

Entre as áreas com perspectiva de futuras pesquisas conjuntas estão os foguetes modulares que usam metano como combustível e a criação de um veículo aeroespacial, que poderia ser usado no futuro para construir um caça ou bombardeiro de sexta geração.


Fonte: Site do Jornal Gazeta Russa - http://br.rbth.com/ciencia

Comentário: Olha leitor poderíamos, e eu diria até deveríamos estar comemorando esta notícia, mas a verdade é que infelizmente não tem a menor possibilidade do Brasil participar de um projeto como este, já que não há o mínimo compromisso do governo. Seria como caminhar para um outro desastre pré-anunciado. Se algo assim for assinado só aumentará a falta de foco e diminuirá ainda mais ou parcos recursos do PEB . No entanto, não estranharei se esta debiloide e seus energúmenos vierem por motivos políticos, estúpidos e irresponsáveis entrar nesta barca furada, afinal o mentor dela fez o mesmo. Aproveito para agradecer aos leitores Fabrício Tavares e Eduardo Farias pelo envio desta notícia.

Dados Sobre Uso da Terra na Amazônia Estão Online

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/01) no site do “Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)” destacando que os Dados Sobre Uso da Terra na Amazônia já estão online.

Duda Falcão

Dados Sobre Uso da Terra
na Amazônia Estão Online

Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015

Os dados do TerraClass 2012 estão disponíveis no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Trata-se do mais recente relatório do projeto realizado em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para mapear o uso das áreas desmatadas na Amazônia. Confira aqui.

O TerraClass qualifica as áreas mapeadas pelo PRODES, o sistema do INPE que contabiliza anualmente o desmate por corte raso na Amazônia Legal com base em imagens de satélites. Para este relatório, apresentado no final de novembro, foram mapeados 751 mil km2, o que corresponde ao total do desmatamento desde o ano 1988 até 2012. Mais informações aqui.

Para descrever a situação do uso e da cobertura da terra, o projeto considera as seguintes classes temáticas: Agricultura Anual, Pasto Limpo, Pasto Sujo, Pasto com Solo Exposto, Regeneração com Pasto, Vegetação Secundária, Mosaico de Ocupações, Mineração, Área Urbana e Reflorestamento.

O INPE executa o projeto TerraClass em seu Centro Regional da Amazônia (CRA), instalado em Belém (PA): www.inpe.br/cra


Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Asteroide Passa Perto da Terra e Mais Cinco Estão a Caminho

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/01) no site “Inovação Tecnológica” destacando que como já havíamos anunciado um asteroide passou perto da Terra na última segunda-feira e mais cinco estão a caminho.

Duda Falcão

PLANTÃO

Asteroide Passa Perto da Terra;
Mais Cinco a Caminho

Com informações da AEB e NASA
27/01/2015

[Imagem: NASA]
A próxima grande aproximação conhecida até agora
acontecerá em 2027, quando o asteroide 1999AN10
passará a 390.000 km da Terra (1,015 LD).

O escritório de monitoramento de meteoros da NASA anunciou que o asteroide 2004BL86, que passou muito perto da Terra nesta segunda-feira, tem uma lua.

Os primeiros dados vêm de observações feitas por radar, mas espera-se mais detalhes capturados pelo telescópio Hubble, que também foi direcionado para observar o pedregulho espacial.

O 2004BL86 passou a 3,1 Distâncias Lunares (DL) da Terra - uma DL equivale a 384.401 km, a distância entre a Terra e a Lua. Esta foi a primeira vez que um corpo celeste de grandes proporções foi acompanhado passando tão próximo do nosso planeta.

Em 2011, o pequeno 2011CQ1 bateu o recorde de aproximação da Terra, passando a meros 5.480 quilômetros da superfície do planeta (0,014 LD).

Asteroides a Caminho

Mas o sistema de monitoramento continua, e janeiro e fevereiro têm a agenda cheia para a passagem de asteroides.

Na quarta-feira (29) e no sábado (31) mais dois asteroides se aproximam do nosso planeta, o 2015BE92 e o 2008CQ, que passarão a distâncias de 3,2 LD e 4,8 LD, respectivamente.

Em fevereiro, três outros asteroides vão passar perto de nós. O maior deles, o 2000EE14, com 1,6 km de diâmetro, passará a uma distância de 72,5 LD.

A próxima grande aproximação conhecida até agora acontecerá em 2027, quando o asteroide 1999AN10 passará a 390.000 km da Terra (1,015 LD).

Asteroide Com Lua

As imagens feitas pela NASA mostram que o asteroide 2004BL86, que passou ontem, é menor do que se esperava, com 325 metros de diâmetro. Sua lua tem cerca de 70 metros de diâmetro.

A informação de um asteroide com lua não chega a surpreender, segundo a NASA, porque 16% dos asteroides maiores do que 200 metros têm uma lua ou são binários, havendo também casos mais raros de sistemas triplos. Em 2013, o 1998QE2 também passou por aqui com sua lua.

Com sua órbita agora bem definida, os cálculos indicam que esta foi a maior aproximação do 2004BL86 em relação à Terra em muito tempo - nos próximos 200 anos ele passará mais longe do que isso.


Fonte: Site Inovação Tecnológica - http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Comentário: Pois é leitor, eu espero mesmo que as discussões atualmente em curso no mundo (a ONU deveria participar e levar este assunto muito a sério) estejam avançando significamente, rapidamente, e efetivamente. Tudo na vida tem limite, até mesmo a sorte que em algum momento acaba. Parece até que a Natureza está avisando a quem neste planeta pode fazer algo. Moro numa cidade costeira de 3 milhões de habitantes que, num eventual tsunami causado por um asteroide de grandes proporções que caísse no Atlântico Sul, seria literalmente varrida do Mapa, mas enfim... é como eu venho dizendo, ou a sociedade humana amadurece ou pagará um alto preço por isto.

Emanuel Fernandes Reassume Cargo de Carreira no INPE Após 18 Anos

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (28/01) no site do jornal “O VALE”, destacando que o ex-deputado federal e ex-prefeito de São José dos Campos, Emanuel Fernandes (PSDB), após 18 anos, volta a ocupar um cargo no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Duda Falcão

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Emanuel Reassume Cargo de
Carreira no INPE Após 18 Anos

Ex-prefeito de S. José já mira a sucessão municipal de 2016,
mas ainda faz mistério sobre possível duelo com Carlinhos

Lauro Lam 
Especial para O Vale
January 28, 2015 - 00:26

Após 18 anos, o ex-prefeito de São José dos Campos, Emanuel Fernandes (PSDB), voltará a ocupar um cargo no INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Servidor de carreira na f unção de tecnologista sênior, ele vai reassumir seu posto no próximo dia 2 de fevereiro, mas por pouco tempo, já que sua aposentadoria está prevista para no máximo um ano.

Antes de iniciar a carreira política, Emanuel se formou em engenharia no ITA (Instituto Tecnológico Aeronáutico), em 1981. Já no INPE, participou do projeto do satélite Cybers, além de ter atuado também como superintendente de planejamento do instituto.

“Vou conversar com o diretor do INPE para definir a atuação. Estarei a disposição e poderei ajudar na organização de projetos”, disse Emanuel.

Agora, com o término do mandato de deputado federal, no próximo sábado, Emanuel volta para São José não só de olho nas suas últimas contribuições no INPE, mas principalmente para focar suas atividades no fechamento de um nome forte do PSDB para disputar a eleição de 2016.

Sucessão. Ainda mantendo um mistério se será ou não o principal adversário de Carlinhos Almeida (PT), que possivelmente tentará a reeleição em 2016, Emanuel confirma apenas que vai manter uma agenda voltada às reivindicações dos joseenses.

“Como ficarei mais tempo em São José vou me dedicar a política da cidade. É uma fase de ouvir a população para analisar os problemas e ajudar a equacioná-los, visando a candidatura de alguém do PSDB. O ideal mesmo é ter um candidato novo e vamos construir ainda este ano uma candidatura”.

Apesar da discussão de possíveis nomes, o ex-prefeito retorna a São José dos Campos com uma convicção na bagagem: “Queremos entrar o mais forte possível para ganhar a eleição em 2016”.

A afirmação veio justamente no momento em que o tucano foi questionado sobre o risco de o PSDB lançar um nome mais fraco do que os possíveis concorrentes.

“Eleição não é só ter um candidato, mas construir um juízo de valores”, analisou.

Trajetória. Depois de ter sido prefeito de São José por dois mandatos consecutivos, de 1997 a 2004, Emanuel jamais voltou a disputar a prefeitura. 

Depois de ter feito seu sucessor no Paço, o também tucano Eduardo Cury, que inclusive foi apadrinhado por Emanuel para vencer a disputa para deputado federal, em 2014, o ex-prefeito se voltou mais para projetos alicerçados em funções no governo do Estado e também na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Ele foi secretário do governador Geraldo Alckmin de Habitação, em 2005 e 2006, e também de Planejamento, durante 11 meses de 2011. Também chegou a presidir a CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano).

Foi eleito deputado federal por três vezes. Na primeira, em 1996, ficou pouco tempo como suplente, pois priorizou assumir o Paço. Depois, venceu com uma expressiva votação.

Votação. Em 2006, foi eleito com 328.426 votos após deixar a prefeitura com 60% de aprovação popular. Acabou reeleito em 2010, com 218.279 votos.

Entre suas principais realizações, cita os projetos de defesa nacional, como o jato Gripen em parceria Brasil e Suécia, um submarino nuclear, além do plano espacial brasileiro, que entraram nas discussões da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, presidida por ele.

“Denunciei os desvios que estavam acontecendo no governo federal, ajudei a viabilizar a duplicação da Tamoios, a criação da RMVale e a construção do Hospital Regional em São José”, afirmou.

Perfil

Formação

Formado, em 1981, em engenharia de aeronáutica, no ITA, em São José. É concursado no cargo de tecnologista sênior no INPE, onde retorna no próximo dia 2 de fevereiro. Nasceu no dia 6 de março de 1956, em Valentim Gentil (SP)

Político

Prefeito de São José de 1997 a 2004. Foi secretário estadual da Habitação, de 2005 a 2006, e secretário de Planejamento durante 11 meses de 2011. Chegou a ser suplente de deputado federal, em 1996. Depois venceu duas vezes consecutivas, uma em 2006 e outra em 2010. Já foi filiado do PMDB e, desde 1989 está no PSDB


Fonte: Site do Jornal “O VALE” - 28/01/2015

Comentário: Até onde sei esses foi um dos poucos parlamentares que lutaram no Congresso para buscar apoio, não só para o PEB, bem como para o setor de ciência e tecnologia como um todo.  Não sei se o mesmo é leitor do Blog, mas caso sim, seria interessante se pudéssemos conversar e trocar algumas impressões. Quem sabe o Sr. Emanuel entra em contato com a gente.