terça-feira, 31 de março de 2015

Astrofísica Estelar Investiga Universo e Sua Evolução

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (30/03) no site da “Agência USP” destacando que Astrofísica Estelar na USP investiga universo e sua evolução.

Duda Falcão

CIÊNCIAS

Astrofísica Estelar Investiga
Universo e Sua Evolução

Joana Leal,
do USP Online
30/março/2015

O Laboratório de Astrobiologia, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, por meio da astrofísica estelar, pesquisa as características e particularidades de estrelas, planetas e a evolução estelar, de modo a entender a estrutura do universo e o surgimento da vida. O Laboratório de Astrobiologia — ou AstroLab, como é conhecido — surgiu do esforço conjunto de pesquisadores de diferentes áreas com interesses comuns por astrobiologia.

Foto: ESO
AstroLab surgiu do esforço de pesquisadores
de diferentes áreas.

Em 2009 o grupo ganhou um espaço físico, o Observatório Abrahão de Moraes, localizado entre as cidades de Valinhos e Vinhedo, no interior de São Paulo. Para o professor Jorge Horvath, pesquisador do laboratório e docente do IAG, a diversidade de áreas de atuação dos membros do AstroLab é o componente principal que garante a qualidade dos trabalhos realizados.

“Um grande problema atual para a pesquisa é que as pessoas ficam extremamente fechadas em suas especialidades. Se voltarmos séculos atrás, no momento do Renascimento, quando grandes avanços aconteceram, isso não ocorria. Os estudiosos possuíam conhecimentos sobre muitas áreas, e Leonardo Da Vinci é o melhor exemplo disso”, afirma Horvath. De fato, estudar temas tão complexos como, em última análise, a origem de tudo que existe não poderia ser tarefa para apenas uma especialidade.

Formação dos Astros

Em termos práticos, a astrofísica estelar estuda a origem e a evolução das estrelas. A formação dos astros ocorre em regiões densas de poeira e gás, compostas basicamente por hidrogênio. Sob a influência da gravidade, as nuvens que compõem a área de formação tendem a colapsar (algo como “implodir”) e formar proto-estrelas. Daí por diante, até o fim de suas vidas, diferentes processos podem acontecer com as estrelas — elas podem se tornar, por exemplo, nebulosas planetárias, supernovas, buracos negros, sofrer a influência de surtos de raio gama ou jatos estelares, entre vários outros destinos. E de lá sai material para compor todo o extenso campo que a astrofísica estelar estuda.

Devido às distâncias inimagináveis da Terra, o único dado que somos capazes de coletar dos astros é a radiação que eles emitem e chega até nós. Portanto, a astrofísica das estrelas é determinada por intermédio de observações, da busca pelo entendimento teórico e de simulações feitas em computador. Dessa maneira, utilizando técnicas avançadas, pode-se chegar a massa, temperatura, idade e diversas outras características físicas dos astros.

Embora a formação estelar pareça um processo complexo, explicar como as estrelas morrem é algo mais simples, pois a energia no núcleo das estrelas é formada por meio de fusão nuclear, por essa razão o fim de suas vidas é sempre uma explosão. “A explosão das estrelas sempre causa algum problema aos planetas vizinhos, e assim surge uma das principais questões a se estudar: a zona habitável para cada estrela. Principalmente das que estão próximas à Terra”, conta Horvath.

Contudo, é muito difícil prever a data exata de quando as estrelas irão explodir. “As estrelas que formam o Cinturão de Órion, popularmente conhecidas como Três Marias, com certeza morrerão, mas não se pode afirmar se em um período de um milhão ou três milhões de anos”, completa o docente.

Atualmente o AstroLab funciona em parceria com diversos outros laboratórios, internos e externos à USP, como é o caso do Laboratório de Química Prebiótica (LQP) da Universidade Estadual de Londrina (UEL), que estuda como as moléculas imergem de materiais inorgânicos e atuam no início da vida; o Instituto de Astrobiologia da NASA (NAI); a Associação Europeia de Redes de Astrobiologia (EANA), entre outros. O Laboratório de Astrobiologia mantém ainda uma forte preocupação em levar os conhecimentos produzidos para a sociedade, seja por meio de divulgações científicas, eventos abertos ao público, ou dando espaço para a viabilização de projetos de pessoas que não atuam no AstroLab.

Mais informações: (11) 3091-2806; email foton@iag.usp.br, com o professor Jorge Horvath


Fonte: Site da Agência USP

O Dr. Marvin Klein Realizou Palestra no IEAv Sobre as Atuais Tecnologias e Aplicações de Ultrassonografia a LASER

Olá leitor!

Segue uma nota postada ontem (30/03) no site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv) destacando que o Dr. Marvin Klein realizou palestra no IEAv sobre as atuais tecnologias e aplicações de Ultrassonografia a LASER.

Duda Falcão

O Dr. Marvin Klein Realiza Palestra no IEAv
Sobre as Atuais Tecnologias e Aplicações
de Ultrassonografia a LASER

30/03/2015

O IEAv recebeu neste mês de março a visita do Dr. Marvin Klein (Optech Ventures, Torrance, CA, USA), organizada pelo Dr. João Sakamoto, Dr. Jonas Jakutis e o IEAv Student Chapter.

O Dr. Klein proferiu palestra para os alunos e funcionários sobre as atuais tecnologias e aplicações de Ultrassonografia a LASER, sua especialidade há mais de 20 anos (com passagem nos renomados Bell Labs e Hughes Research Lab), demonstrando diversas aplicações de interesse das pesquisas realizadas nas divisões do IEAv a citar, caracterizações não invasivas de materiais compósitos aeronáuticos e soldas a LASER (amplamente utilizados na indústria Aeroespacial).

O público se mostrou bastante interessado no assunto e como conseqüência, ao final da palestra, diversas perguntas foram dirigidas ao Dr. Klein. Após a palestra, o palestrante visitou os laboratórios da divisão de Fotônica, onde discutiu a possibilidade de realizar testes em amostras de soldagem a LASER desenvolvidas no IEAv. Por fim, uma pequena reunião foi realizada com os alunos, onde Dr. Klein discorreu sobre metodologias e boas práticas na produção de publicações científicas e tecnológicas.



Fonte: Site do Instituto de Estudos Avançados (IEAv)

segunda-feira, 30 de março de 2015

Projeto do INPE Está Entre os Finalistas de Premiação do Setor Geoespacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada hoje (30/03) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que projeto o instituto está entre os finalistas de premiação do Setor Geoespacial.

Duda Falcão

Projeto do INPE Está Entre os Finalistas
de Premiação do Setor Geoespacial

Segunda-feira, 30 de Março de 2015

O projeto "Plataforma de Monitoramento Ambiental – TerraMA2", do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), está entre os três melhores da categoria “Meio Ambiente” do Prêmio MundoGEO#Connect 2015.

O vencedor em cada categoria será revelado durante evento no dia 6 de maio, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. Saiba mais sobre a premiação e os finalistas na página: http://mundogeoconnect.com/2015/premio-mundogeoconnect/premiacao-de-projetos/

Projeto coordenado pelo pesquisador Eymar Lopes, da Divisão de Processamento de Imagens do INPE, o TerraMA² é um software livre destinado a qualquer usuário interessado em desenvolver seu próprio sistema operacional de riscos ambientais.

Tendo como base o TerraMA², é possível realizarações de monitoramento, análise e alerta de riscosa partir de informações disponíveis na internet. Podem ser utilizados dados provenientes de satélites e radares meteorológicos ou ainda modelos de previsões numéricas. Também servem dados de pontos fixos como plataformas de coleta de dados (PCD), sondas, boias, estações e instrumentos geotécnicos.

A possibilidade de reunir diferentes bases de informações permite que o TerraMA² seja usado como plataforma para o monitoramento de ocorrências de vários tipos. O usuário pode acompanhar desde incêndios florestais, deslizamentos, enchentes e estiagens, até interrupções na rede de energia por raios e movimentos de marés com ressacas em regiões portuárias, entre outras situações de risco.

Para isso, o TerraMA² integra serviços geográficos e modelagem, através do acesso em tempo real a dados meteorológicos, climáticos, atmosféricos, hidrológicos, geotécnicos, demográficos, etc.

Mais informações: www.dpi.inpe.br/terrama2


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Mais Um Foguete Brasileiro VSB-30 é Lançado Com Sucesso da Europa

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/03) no site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), destacando que mais um foguete VSB-30  foi lançado com sucesso da Europa.

Duda Falcão

Mais Um Foguete Brasileiro VSB-30 é
Lançado Com Sucesso da Europa

Publicada em 30/03/2015 - 15:49
Atualizada em 30/03/2015 - 16:03

O VSB-30 V13 foi lançado da Base do Andoya Space Center (ASC), na Noruega, às 17:26 (horário local), atingindo o apogeu nominal esperado de 308Km.

O objetivo da missão foi o lançamento do experimento HIFIRE 7, carga útil do Programa Hipersônico Internacional "Hypersonic International Flight Research Experimentation Program", liderado pela NASA, pelo AFRL (Air Force Research Laboratory - EUA) e pelo DSTO (Defence Science and Technology Organization- Austrália), com a colaboração do DLR Alemão (German Aerospace Center).

O VSB-30 é um foguete suborbital desenvolvido pelo IAE para realizar experimentos científicos em ambiente de microgravidade. O lançamento do VSB-30 ocorrido na Noruega é o 16º realizado com sucesso.

Em breve divulgaremos mais informações.


Fonte: Site do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE)

JAXA Divulga Vídeo do Lançamento do Cubesat AESP-14 do ITA

Olá leitor!

Trago agora para você um vídeo recentemente divulgado pela Agência Espacial Japonesa (JAXA), mostrando o lançamento do Cubesat Brasileiro AESP-14, lançamento este ocorrido na manhã do dia 05/02 deste ano do Módulo Kibo da Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês).

Vale lembrar que como já foi divulgado, infelizmente para o Brasil este cubesat (o primeiro a ser desenvolvido e construído integralmente no país), veio a falhar ficando inoperante no espaço.

Duda Falcão



Fonte: JAXA

domingo, 29 de março de 2015

Marcos Pontes Quer Formar Novos Astronautas Profissionais no Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (28/03) no site “Sputniknews” destacando que o astronauta brasileiro Marcos Pontes quer agora formar novos astronautas profissionais no Brasil.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Marcos Pontes Quer Formar Novos
Astronautas Profissionais no Brasil

O único astronauta brasileiro que esteve na Estação Espacial Internacional
quer agora formar uma nova geração de astronautas no Brasil.

28/03/2015 - 17:49
Atualizado 28/03/2015 - 17:53

Na véspera do 9º aniversário do projeto conjunto russo-brasileiro Missão Centenário, o primeiro astronauta do Brasil, Marcos Pontes, concedeu uma entrevista exclusiva à Sputnik.

O astronauta, que é também professor de Engenharia Aeronáutica na Universidade de São Paulo (USP), falou sobre o seu quarto livro, lançado mais cedo em março, “Caminhando com Gagarin”. Ele disse que guarda boas lembranças sobre a época do treinamento, na Cidade das Estrelas (campo de treinamento na cidade de Korolev, perto de Moscou), e confessa que gostaria de voltar ao espaço mais uma vez.

No entanto, “a probabilidade de voltar lá no momento que o país vive agora é muito baixa”, lamenta Pontes, comentando a situação atual da ciência e da política. “Mas não é nula” a possibilidade, sublinha.

“Eu tenho também a esperança de ajudar na formação de um astronauta profissional do Brasil. Eu quero ver outra pessoa carregando essa bandeira também”, frisa o professor Pontes.

Há 9 anos, em 29 de março de 2006, o primeiro astronauta brasileiro embarcou na espaçonave Soyuz TMA-8 para chegar à Estação Espacial Internacional (EEI), no quadro do projeto conjunto russo-brasileiro Missão Centenário. Até hoje, aquela foi a única entrada brasileira na EEI.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor, quem sabe o Marcos atinge os seus objetivos, mas a verdade é que está cada vez mais difícil disto acontecer. Enfim... Aproveitamos a oportunidade para agradecer ao leitor José Ildefonso pelo envio desta notícia.

Brasil Precisa Modificar Legislação Para Fomentar Ciência, Opina Astronauta

Olá leitor!

Segue abaixo uma pequena notícia postada ontem (28/03) no site “Sputniknews” destacando que segundo o astronauta brasileiro Marcos Pontes, o Brasil precisa modificar legislação para Fomentar Ciência.

Duda Falcão

OPINIÃO

Brasil Precisa Modificar Legislação Para
Fomentar Ciência, Opina Astronauta

A legislação brasileira dificulta o progresso científico, segundo
acredita o primeiro astronauta do Brasil, Marcos Pontes

28/03/2015 - 15:29
Atualizado 28/03/2015 - 15:45

Em entrevista exclusiva à Sputnik, concedida na véspera do 9º aniversário da Missão Centenário, o primeiro astronauta brasileiro, Marcos Pontes, diz que o Brasil deve prestar mais atenção ao desenvolvimento científico.

“O Brasil, do meu ponto de vista, passa por um momento sombrio, muito contraditório”, diz o astronauta, que também é professor de Engenharia Aeronáutica na Universidade de São Paulo (USP).

De acordo com o professor Pontes, há “um tipo de encolhimento” observado “tanto nas pesquisas aplicadas, quanto na coragem de investimento para o desenvolvimento destes setores [da Educação, Ciência e Tecnologia]”.

Segundo Pontes, é preciso que o setor privado participe da atividade de pesquisa, facilitando desta maneira o fomento e a popularização da ciência:

“A nossa legislação dificulta muito a participação do setor privado dentro das universidades públicas para o desenvolvimento de sistemas, de soluções aplicáveis diretamente à indústria”.

Há 9 anos, em 29 de março de 2006, Pontes embarcou na espaçonave Soyuz TMA-8 para chegar à Estação Espacial Internacional (EEI), no quadro do projeto conjunto russo-brasileiro Missão Centenário. Foi a única estadia brasileira na EEI.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

sexta-feira, 27 de março de 2015

INPE Sedia Workshop Sobre Desafios do Agronegócio Sustentável na Amazônia

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (26/03) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto sediará Workshop Sobre Desafios do Agronegócio Sustentável na Amazônia.

Duda Falcão

INPE Sedia Workshop Sobre Desafios do
Agronegócio Sustentável na Amazônia

Quinta-feira, 26 de Março de 2015

Representantes do Ministério Público, Ibama, Embrapa, Secretaria de Meio Ambiente do Pará e ONGs participam nesta quinta-feira (26/3) do workshop “Desafios e Tendências do Agronegócio Sustentável na Amazônia”. O objetivo é tornar a agropecuária mais produtiva e ao mesmo tempo sustentável, contribuindo para a diminuição do desmatamento.

O evento acontece no Centro Regional da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), situado em Belém (PA), e reúne setores ligados ao agronegócio, com foco na bovinocultura.

Durante o workshop, o INPE demonstra como os dados de seus programas baseados no monitoramento por satélites podem ser utilizados para auxiliar a regularização de atividades da cadeia produtiva de carne e couro.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) 

CLBI Recebe o Prêmio Qualidade Brasil

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (20/03) no site do “Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)” destacando que o CLBI foi uma das organizações brasileiras agraciadas em 2014 com o Prêmio Qualidade Brasil.

Duda Falcão

Notícias

CLBI Recebe o Prêmio Qualidade Brasil

A premiação distingue empresas, instituições e prestadoras de
serviços que se destacaram na implementação de sistemas
de gestão voltados para a norma ISO 9001

20/03/2015 - 10h21


O Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) foi uma das 52 organizações brasileiras indicadas para receber, em 2014, o Prêmio Qualidade Brasil. A premiação distingue empresas, instituições e prestadoras de serviços que se destacaram na implementação de sistemas de gestão voltados para a norma ISO 9001. Dentre os premiados, apenas três são instituições públicas, sendo que esta é a primeira vez que a Força Aérea Brasileira (FAB) recebe o prêmio.

O CLBI padronizou documentos e processo desde que recebeu o ISO 9001, em 2009. Trata-se de um certificado conferido a organizações que atendem a um conjunto de normas aceitas internacionalmente, criadas para melhorar a gestão e conferir credibilidade no mercado.

“Quem quer que assuma determinada tarefa hoje no CLBI terá todas as condições de executá-la com segurança e qualidade por meio do sistema de gestão que agora foi premiado com o selo Qualidade Brasil. Nossas Normas Padrão de Ação (NPAs) dizem apenas o que fazer, de forma genérica. O trabalho que desenvolvemos é para documentar e como fazer”, explica o Chefe da Seção de Gestão Integrada do CLBI, Capitão Francisco Eusélio Pereira.

Para 2015, o CLBI trabalha para conquistar outros dois certificados: o ISO 14001, ligado à gestão ambiental e o OHSAS 18001, associado à segurança e saúde ocupacional. “Nós já temos, na prática, as atividades requeridas para as normas que almejamos. Temos controle dos acidentes, ações de prevenção, simulações de situações críticas, temos semana do meio ambiente e coleta seletiva. O que precisamos fazer é ajustar a documentação”, explica o Chefe da Subseção de Qualidade, Itamar Correia.


Saiba Mais – O Prêmio Qualidade Brasil, que é entregue anualmente no Brasil desde 1977, tem origem italiana. Em 1950, uma associação denominada International Quality Service instituiu o prêmio na Itália, para diferenciar seus produtos no mercado externo e incentivar a busca de melhoria nos processos de gestão.


Fonte: Site do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)

Asteroide Passará Próximo a Terra a Mais de 37 mil km/h

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (26/03) no “Portal TERRA” destacando que um asteroide passará esta semana próximo a Terra a mais de 37 mil km/h.

Duda Falcão

ESPAÇO

Asteroide Passará Próximo a
Terra a Mais de 37 mil km/h

Ele passará a uma distância de cerca de 2,8 milhões de quilômetros de distância

26 de março de 2015 - 09h59
Atualizado às 10h02

Um asteroide de 1.000 metros de largura irá passar “bem próximo” da Terra esta semana, viajando a mais de 37 mil km/h. As informações são do The Independent.

Foto: Twitter
A pedra, chamada de 2014-YB35, vai passar relativamente próximo do
nosso planeta, algo em torno de 2,8 milhões de quilômetros de distância.

A pedra, chamada de 2014-YB35, vai passar relativamente próximo do nosso planeta, algo em torno de 2,8 milhões de quilômetros de distância, o que significa 11,7 vezes mais longe do que a Lua.

Um asteroide que passou ao lado da Terra em janeiro, estava ainda mais próximo de nossa superfície do que este esperado – tendo sido possível para os astrônomos amadores enxergá-lo com binóculos – algo em torno de dois mil quilômetros.

A NASA irá observar o fenômeno para estudar o movimento do asteroide pelo espaço. Cientistas do Observatório Goldstone, no Deserto de Mojave da Califórnia, já começaram a monitorar o asteroide e buscam saber qual tamanho e de qual material é feito.


Fonte: Portal Terra - 26/03/2015 - http://noticias.terra.com.br/

INPE Desenvolve Metodologia Para Mapear Risco de Deslizamento de Terra

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo postado hoje (27/03) no site da “Agência FAPESP”, destacando que Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) desenvolveu uma metodologia para Mapear Risco de Deslizamento de Terra.

Duda Falcão

Notícias

INPE Desenvolve Metodologia Para
Mapear Risco de Deslizamento de Terra

Por Elton Alisson
27 de março de 2015

(Foto: IPT)
Sistema usa dados e softwares livres e pode auxiliar municípios
que ainda não possuem levantamentos de regiões vulneráveis.

Agência FAPESP – Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) desenvolveram uma metodologia para mapear áreas suscetíveis a deslizamentos de terra em municípios brasileiros a partir de dados e softwares de domínio público.

Desenvolvida no âmbito do Projeto Temático “Assessment of impacts and vulnerability to climate change in Brazil and strategies for adaptation option”, realizado com apoio da FAPESP, a metodologia foi descrita em um artigo publicado na revista Natural Hazards and Earth System Sciences.

“A ideia de usar dados e softwares livres foi para possibilitar que a metodologia possa ser utilizada de forma prática e confiável por gestores públicos de municípios brasileiros que ainda não possuem mapeamentos de áreas suscetíveis a deslizamentos de terra e que muitas vezes sofrem com esse tipo de problema”, disse Pedro Ivo Camarinha, doutorando no INPE e um dos autores da metodologia, à Agência FAPESP.

A metodologia utiliza um sistema de processamento de informações georreferenciadas chamado Spring, desenvolvido pelo INPE e disponibilizado gratuitamente na internet, além de um banco de dados geomorfométricos do Brasil, denominado Topodata, também criado pelo INPE a partir de dados da missão Shuttle Radar Topography Mission (SRTM).

Realizada em fevereiro de 2000 pelo ônibus espacial Endeavour, da agência espacial americana (NASA), a SRTM teve o objetivo de obter a mais completa base de dados topográficos digitais e de alta resolução da Terra por meio de um sistema de radar.

“O Topodata conseguiu melhorar a resolução dos dados de topografia fornecidos pela SRTM – que era de 90 metros – para toda a América do Sul e, especialmente para o Brasil, oferecendo ao usuário uma série de dados topográficos com resolução espacial de 30 metros”, disse Camarinha.

“Isso colabora para elaboração de mapas de suscetibilidade a deslizamentos de terra de municípios brasileiros com resolução aceitável”, avaliou.

Serra do Mar

A fim de avaliar sua confiabilidade, a metodologia foi usada inicialmente para estimar a suscetibilidade e riscos de deslizamento de terra nos municípios de Caraguatatuba, Ubatuba, Santos e Cubatão, situados na região da Serra do Mar, no litoral paulista.

De importância estratégica para a economia do estado e do país em razão de concentrar portos, estradas, oleodutos e gaseodutos, além de serem centros turísticos, os quatro municípios registram frequentemente desastres naturais envolvendo deslizamentos de terra devido, entre outros fatores, às características geofísicas e ao crescimento populacional desordenado, que levou à ocupação de áreas próximas a encostas e morros.

Por essas razões, essas quatro cidades têm sido consideradas prioritárias nos mapeamentos de áreas de risco de deslizamentos feitos pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM) – o órgão oficial de assessoramento dos municípios e da Defesa Civil na gestão de riscos de desastres naturais.

“Os municípios de Caraguatatuba, Ubatuba, Santos e Cubatão já contam com um mapeamento de áreas suscetíveis a deslizamentos de terra, elaborado pelo CPRM, devido a seus históricos de desastres naturais relacionados a esse tipo de processo geológico”, disse Camarinha.

Ao comparar o levantamento de suscetibilidade a deslizamento de terra feito com a metodologia desenvolvida pelo INPE com o levantamento de áreas de risco de deslizamento realizado pelo CPRM nesses quatro municípios, os pesquisadores constataram que a metodologia é bastante eficiente.

Além de áreas de risco de deslizamentos de terra já identificadas pelo CPRM em campo, a metodologia indicou que há regiões com suscetibilidade alta e muito alta nos quatro municípios situadas, em sua maioria, em áreas de expansão urbana.

“A metodologia que desenvolvemos foi capaz de identificar com considerável precisão onde estão localizadas as áreas de risco de deslizamento de terra nos quatro municípios analisados”, afirmou Camarinha.

“Ela pode ser usada tanto em cidades que já possuem mapeamento de suscetibilidade a deslizamento de terra para reforçar e nortear as análises feitas in loco pelo CPRM, como também por municípios que ainda não têm esse tipo de levantamento”, afirmou.

Levantamento Nacional

De acordo com a The International Emergency Disasters Database (EM-DAT) – uma base de dados de desastres ocorridos em todo o mundo desde 1900 –, no período de 1900 a 2013 foram registrados 150 grandes desastres naturais no Brasil, que afetaram 71 milhões de pessoas, causaram mais de 10 mil mortes e perdas estimadas em US$ 16 bilhões.

Devido ao aumento da frequência e intensidade de desastres naturais relacionados a deslizamentos de terra nas cidades brasileiras nas últimas duas décadas – especialmente nas regiões Sudeste e Sul do país –, o CPRM começou a realizar a partir de 2013, por solicitação do governo federal, um mapeamento de suscetibilidade, perigo e risco em 821 municípios considerados prioritários por registrarem o maior número de ocorrências.

O trabalho vem avançando nos últimos anos, mas ainda há uma série de municípios prioritários que ainda não possuem esse tipo de mapeamento, apontou Camarinha.

“Além desses municípios considerados prioritários, há uma série de outros onde também ocorrem deslizamentos de terra, mas com menor frequência e intensidade”, afirmou.

“Para esses casos, a metodologia que desenvolvemos pode auxiliar a Defesa Civil e secretarias municipais que tratam de riscos de desastres naturais a fazer um planejamento urbano melhor, como também identificar áreas de risco a deslizamentos de terra”, avaliou

Além de Caraguatatuba, Ubatuba, Santos e Cubatão, após ser validada, a metodologia também foi usada para avaliar a suscetibilidade a deslizamento de terra em cerca de outros 60 municípios paulistas, situados na Baixada Santista, Litoral Norte, região metropolitana de Campinas, Serra da Mantiqueira e no Vale do Paraíba.

Os pesquisadores também estão avaliando a possibilidade de adaptar a metodologia para analisar áreas de risco suscetíveis à inundação, que representa o tipo de desastre natural mais frequente (58% do total) e que causa maior número de óbitos no Brasil, seguido por deslizamentos de terra (15,6%), segundo o Atlas Brasileiro de Desastres Naturais, elaborado pelo Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres (CEPED) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


Fonte: Site da Agência FAPESP

Indústria de Satélites Vive Corrida Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo um interessante artigo publicado dia (11/03) no site da revista “EXAME” destacando que um investidor brasileiro e a empresa chinesa Tencent, (segunda maior companhia de internet da China) estão investindo numa das mais promissoras empresas do Setor Espacial da Argentina, a startup Satellogic.

Duda Falcão

Empreendedores, Satélites, Tecnologia

Indústria de Satélites Vive Corrida Espacial

Fabiane Stefano,
de Revista EXAME
11/03/2015 – 18:00

Foto: Divulgação
Emiliano Kargieman, da Satellogic: satélites do
tamanho de fornos de micro-ondas

São Paulo - Todas as semanas, o biólogo Fernando Reinach recebe em seu escritório, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, cerca de uma dezena de propostas de negócios que se autointitulam “inovadores”.

Reinach é o responsável pelo fundo Pitanga, criado em 2011 e que tem entre seus sócios Pedro Moreira Salles, um dos controladores do banco Itaú, e os três fundadores da empresa de cosméticos Natura: Luiz Seabra, Guilherme Leal e Pedro Passos.

Com capital de 100 milhões de reais, a missão do Pitanga é das mais difíceis. Seu objetivo é encontrar empreendedores dedicados a tecnologias revolucionárias, com potencial de criar grandes companhias. Em quase quatro anos, só duas empresas receberam investimentos. 

A primeira foi a I.Systems, do setor de automação industrial, com sede em Campinas, que começou a receber aportes em 2013. Baseados em inteligência artificial, os softwares da I.Systems aumentam a eficiência de linhas de produção. A segunda aposta do Pitanga, fechada há poucas semanas, mirou bem mais longe. O alvo do investimento foi a startup argentina Satellogic, que constrói satélites de observação terrestre, aqueles que monitoram o planeta a uma distância de pelo menos 160 quilômetros da Terra.

Criada em 2010 pelo empreendedor argentino Emiliano Kargieman, a empresa desenvolveu uma tecnologia para a fabricação dos chamados microssatélites. Os da Satellogic têm o tamanho equivalente ao de um micro-ondas, pesam 22 quilos (os tradicionais têm 2 metros e o peso de um carro sedã) e, o melhor de tudo, a um custo muito inferior.

Enquanto satélites tradicionais custam 400 milhões de dólares, os equipamentos da Satellogic saem por 250 000 mil dólares. Nos cálculos do Pitanga que justificaram o investimento, isto permitirá cobrar um preço muito acessível por imagem: 0,05 de dólar por quilômetro quadrado fotografado. por imagem: 0,05 de dólar por quilômetro quadrado fotografado.

O potencial desse mercado e da empresa argentina também atraiu a atenção da Tencent, segunda maior companhia de internet da China, avaliada em quase 140 bilhões de dólares. Os chineses e o Pitanga acabaram entrando ao mesmo tempo na Satellogic.

Ambas as partes têm participações equivalentes, que, somadas, permanecem minoritárias (os valores não foram divulgados). O dinheiro dos investidores vai financiar a fase de expansão comercial da Satellogic. Com três satélites já em órbita, a empresa deverá lançar outra dezena de aparelhos nos próximos dois anos.

O investimento do Pitanga e da Tencent em microssatélites é parte de uma tendência mundial. Por décadas, os investimentos na área espacial foram quase todos feitos por governos. Pressionados pela necessidade de cortar custos, os países que mais investiam — Estados Unidos e Rússia — acabaram reduzindo o ritmo de crescimento do montante destinado a seus projetos.

Enquanto isso acontecia, o setor espacial viu a chegada de investidores do calibre de Richard Branson, presidente do grupo Virgin, Elon Musk, fundador da montadora de carros elétricos Tesla, e Jeff Bezos, criador da rede de varejo online Amazon. A Virgin Galactic é a empresa fundada por Branson para o desenvolvimento do turismo espacial.

Mesmo após a morte de um dos pilotos que estavam a bordo de seu SpaceShipTwo num acidente durante um voo experimental em outubro, Branson já avisou que seguirá com seus planos de oferecer voltas ao redor da Terra — e, no caminho, lançar satélites. A SpaceX, de Musk, dona da primeira nave privada a ter visitado a Estacão Espacial Internacional, deverá lançar 2500 satélites nos próximos anos.

Um Olho no Espaço

A capacidade de lançar muitos satélites permite a empresas, como a argentina Satellogic, captar imagens de um mesmo lugar várias vezes ao dia. Hoje, os grandes satélites de observação passam sobre o mesmo ponto do planeta num intervalo de um a três dias. O objetivo de longo prazo da Satellogic é lançar uma constelação de 300 satélites peque­nos, o que permitirá reduzir a 5 minutos o intervalo entre uma imagem e outra.

“O mercado de observação da Terra em setores como agricultura, petróleo e gás e governos deve atingir 25 bilhões de dólares até o fim da década, dez vezes mais do que o patamar atual”, diz Kargieman. O argentino refere-se a empresas interessadas no uso de imagens para acompanhar colheitas, explorar campos de petróleo ou verificar a progressão de obras. Ao gerar imagens quase contínuas, empresas como a Satellogic podem abrir outras áreas de negócio, como a de controle de tráfego de cidades.

Entre as principais concorrentes da Satellogic estão algumas companhias americanas. A maior é a Planet Labs, que já lançou mais de 1000 satélites. Em 2004, o Google comprou a Skybox, outra empresa do setor, por 500 milhões de dólares. Há também uma série de startups que desenvolvem máquinas conhecidas como nanossatélites, que pesam e custam ainda menos.

Um dos desafios da nova leva de satélites de menor porte — tanto os de cerca de 20 quilos quanto os de até 200 gramas — será enviar dados precisos. “Hoje, esses satélites são mais instáveis e a precisão das imagens é menor”, diz Adam Keith, diretor da consultoria francesa Euroconsult. Ainda que acertos sejam necessários nos próximos anos, uma coisa parece certa: haverá muito mais coisas entre o céu e a Terra.


Fonte: Site da Revista EXAME - 11/03/2015 - http://exame.abril.com.br/

Comentário: Pois é leitor, fico a me perguntar se esta não é uma boa oportunidade também para pequenas empresas brasileiras como a Edge of Space, Acrux Aerospace Technologies, Airvantis, entre outras. Porque não procurar o senhor Fernando Reinach e apresentar seus projetos espaciais, não custa tentar, né verdade? Aproveitamos para agradecer ao leitor José Ildefonso pelo envio deste artigo.

quinta-feira, 26 de março de 2015

NASA Estuda Envio de Submarino a Lua de Saturno

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria postada ontem (25/03) no site “Inovação Tecnológica” destacando que a NASA estuda o envio de um submarino robótico aos mares oleosos da Lua Titã do Planeta Saturno.

Duda Falcão

ESPAÇO

NASA Estuda Envio de
Submarino a Lua de Saturno

Com informações da BBC
25/03/2015


Mar de Petróleo

Pousar uma sonda na superfície de um cometa foi indiscutivelmente uma das mais audaciosas conquistas espaciais dos últimos tempos.

Mas uma missão que está sendo estudada pela NASA pode desbancar esse feito.

A proposta prevê o envio de um submarino robô aos mares oleosos de Titã, uma lua de Saturno onde alguns cientistas acreditam poder existir um tipo de vida diferente da que conhecemos aqui na Terra.

Os mares de Titã não são formados por água, mas por hidrocarbonetos, parentes do petróleo, como metano e etano, que permanecem em estado líquido na lua, onde a média de temperatura é de -180 ºC.

Embora tenha sido recentemente considerada uma das cinco missões espaciais que todos gostariam de ver, a proposta está nos estágios iniciais, financiada pelo NIAC (sigla em inglês para Conceitos Inovadores e Avançados da NASA), no qual cientistas são incentivados a pensar no futuro, sem se importar ainda com os detalhes técnicos necessários para viabilizar a missão.

"Isto é muito libertador. Você pode deixar sua imaginação correr solta," disse Ralph Lorenz, coordenador do projeto, dizendo acreditar "a missão é possível com os recursos, tempo e tecnologia certos".

Submarino Espacial

Submarinos não tripulados, conhecidos genericamente como UUVs (unmanned underwater vehicle), são usados amplamente para exploração petrolífera e monitoramento ambiental. Assim, tecnologias já existentes poderiam ser adaptadas para a missão.

Um dos aspectos mais impressionantes da proposta é uma ideia de levar o submarino a Titã usando uma versão da mininave espacial militar X-37B.

O submarino seria levado na área de carga da nave não tripulada e poderia ser lançado nos mares de Titã de duas formas possíveis.

Em uma delas, o X-37B poderia abrir as portas de sua área de carga ainda em voo e liberar o submarino robô. O aparelho então abriria um pára-quedas para pousar na superfície do mar.

A alternativa seria a nave pousar na superfície do mar e então abrir seu compartimento de carga, liberando o submarino antes de afundar.

[Imagem: NASA]
Uma boia poderia servir como estação retransmissora
das informações coletadas pelo submarino.

Time Melhorada

A lua Titã tem semelhanças com Terra, porém em uma versão congelada, o que a torna um alvo atrativo para exploração. Ela já foi visitada pela sonda Huygens, que atingiu a superfície em 2005.

Uma missão chamada TiME (Titan Mare Explorer), na qual Ralph Lorenz esteve envolvido, deveria ter retornado à lua com uma sonda flutuante que pousaria no mar para recolher dados.

A TiME foi um dos três projetos finalistas em um processo de escolha de missão espacial de baixo custo da NASA, mas perdeu para o projeto InSight, uma sonda que irá estudar o interior de Marte, com lançamento previsto para o ano que vem.

O novo conceito de missão para Titã combina os objetivos científicos da TiME com outros que se tornariam possíveis graças ao uso do submarino.

"Você poderia fazer tudo que uma missão como a TiME poderia ter feito, particularmente no litoral, com medições de tempo e composição da superfície, medição das ondas," disse Ralph Lorenz. "Mas ela também possibilitaria fazer um mapeamento detalhado do fundo do mar, onde está guardado um registro rico da história do clima de Titã."

O estudo não identificou quais instrumentos seriam carregados pelo submarino. Mas um sonar, uma câmera e um sistema para coletar amostras do fundo do mar são candidatos óbvios.

Prazo ou Preço

As comunicações também terão uma importância vital. O polo norte de Titã tem que estar apontado para a terra para que as comunicações sejam feitas de forma direta. Porém, esse alinhamento só voltará a acontecer no ano de 2040.

Para realizar a missão antes disso, uma outra espaçonave poderia ficar orbitando Titã para receber os dados do submarino e repassá-los à Terra. Isso possibilitaria o lançamento da missão a qualquer momento, mas também aumentaria consideravelmente seus custos.

A fonte de energia para as espaçonaves também é um problema crucial. Missões espaciais que ocorrem além do cinturão de asteroides estão longe demais para usar a energia solar. Elas precisam usar combustível nuclear baseado em plutônio.


Fonte: Site Inovação Tecnológica - http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Comentário: Veja você leitor como uma Agência Espacial de verdade atua. E olha que é ainda apenas um estudo, ou seja, não é uma missão ainda definida como certa. Este caminho é adotado pela NASA através de um planejamento conduzido por pessoas sérias, comprometidas e competentes, apoiadas por uma classe política que apesar de suas diferenças ideológicas reconhecem e apoiam o seu programa espacial. Mesmo tendo um plano espacial bem aquém do que poderíamos ter, a nossa Agência Espacial que deveria conduzir, planejar e criar as condições políticas e orçamentárias de nosso pífio programa espacial, é uma caricatura, uma tremenda piada de mal gosto que tem sob o seu comando um incompetente, um fantoche, que faz a pior gestão desde que este órgão inútil e ineficiente foi criado em 1994. Extremamente lamentável, mas é a nossa realidade e continuará sendo assim ainda por muito tempo.