quinta-feira, 30 de abril de 2015

Airbus Defence and Space Distribuirá Imágenes Por Satélite en Alta Resolución a Brasil

Hola lector!

Sigue abajo una noticia publicada día (27/04) en el website www.infoespacial.com señalando que Airbus Defence and Space distribuirá imágenes por satélite en alta resolución a Brasil.

Duda Falcão

Noticias

A través de Geo Intelligence

Airbus Defence and Space Distribuirá
Imágenes Por Satélite en Alta
Resolución a Brasil

27/04/2015

Foto: Geo Intelligence
(Infoespacial.com) Brasilia- Airbus Defense and Space, a través de Geo Intelligence, distribuirá a Brasil imágenes por satélite, tras ganar el concurso del Ministerio de Planeamiento, Organización y Gestión.

Los responsables del grupo Hiparc, filial en el país de Geo Intelligence, se reunieron el pasado miércoles en Brasilia con representantes de 15 ministerios del Gobierno Federal de Brasil para mostrar las posibilidades y ventajas de las imágenes captadas por satélites de alta resolución. El objetivo de Airbus Defence and Space es atender las necesidades de los ministerios, gobiernos federales y administraciones municipales de Brasil, en relación a las imágenes obtenidas en el espacio.

En la reunión se trataron cuestiones técnicas como el nivel de precisión de las imágenes, los pedidos mínimos o el plazo de entrega, entre otras. Asimismo, se presentaron las funciones, avances y capacidades de los satélites de Pleiades 2, Spot 6 y Spot 7, capaces de cubrir imágenes de toda la superficie de la Tierra.

En concreto, Spot 6 y Spot 7 pueden proporcionar hasta cuatro pronósticos meteorológicos en el mismo día, usando un programa optimizado para captar imágenes y gestionar los archivos. El elevado detalle de las imágenes permite monitorear los cambios en regiones específicas, en el caso de desastres naturales o incendios.

Además de solicitar imágenes de alta resolución de una región determinada, la administración brasileña podrá tener acceso a los archivos de imágenes de Airbus Defense and Space. Mediante este proyecto, el Gobierno Federal tendrá una mejor organización y reducirá los costes. A partir de ahora, todos los niveles de la administración tendrán acceso a las imágenes adquiridas por una institución, impidiendo así que el mismo producto se compre más de una vez.


Fuente: website www.infoespacial.com

Comentário: Difícil realmente difícil. Como posso ter esperança num país onde em seu governo existe além da corrupção conhecida tanta estupidez por metro quadrado? Estamos literalmente ferrados.

Brasil y China Aprueban la Construcción de Un Nuevo Satélite CBERS

Hola lector!

Sigue abajo una noticia publicada día (24/04) en el website www.infoespacial.com señalando que Brasil y China aprueban la construcción de un nuevo Satélite CBERS.

Duda Falcão

Noticias

Se lanzará en 2018

Brasil y China Aprueban la Construcción
de Un Nuevo Satélite CBERS

24/04/2015

Foto: Agencia Espacial de Brasil
(Infoespacial.com) La Agencia Espacial de Brasil (AEB) y la Agencia Espacial de China (CNSA) han aprobado el inicio de los trabajos de desarrollo, construcción y montaje del satélite CBERS-4A, el sucesor del CBERS-4, lanzado el 9 de diciembre de 2014.

En una reunión en el Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (INPE), en Sao José dos Campos, el presidente de la AEB, José Raimundo Braga Coelho, y el director de la CNSA, Wu Yanhua, ratificaron el acuerdo para la construcción del nuevo satélite.

En La reunión se aprobó el informe de trabajo del CBERS-4A, realizado por ingenieros y técnicos del INPE y la Academia China de Tecnología Espacial (CAST, en sus siglas en inglés).

El lanzamiento del CBERS-4A está previsto para 2018, coincidiendo con la celebración de los 30 años de cooperación espacial entre Brasil y China.

El Protocolo Adicional, que otorga fundamento jurídico al proyecto de construcción del nuevo CBERS, será firmado por los gobiernos de ambos países en la segunda quincena de mayo, durante la visita oficial de autoridades chinas a Brasil. A continuación, el protocolo pasará al Congreso brasileño para su debate parlamentario.

En el marco del Plan Decenal para la Cooperación Espacial entre Brasil y China, las delegaciones también acordaron que los estudios de los proyectos para los satélites CBERS-5 y CBERS-6 deberán estar preparados a finales de 2015.


Fuente: website www.infoespacial.com

A NASA Busca Estudantes Entusiastas em Robótica

Olá leitor!

Trago agora para você um interessante vídeo em espanhol produzido pela NASA que tem como objetivo encontrar estudantes que sejam entusiastas na área de Robótica.


Veja aí Sr. Braga Coelho como atua uma agencia espacial de verdade buscando soluções para as suas ambições presentes e futuras ao mesmo tempo em que estimula entre os jovens o gosto pela área espacial e pelas ciências. Não com fantasias e promessa vazias como a sua maquina propagandista de merda, mas com criatividade, seriedade, planejamento e principalmente comprometimento com o futuro.

Minha vozinha em sua simplicidade interiorana costumava dizer: "Independentemente do problema ou problemas que você tenha que enfrentar na sua vida meu neto, se trata-los com a seriedade que eles exigem, sempre haverá uma solução para resolvê-los, pois está aí na verdade o grande divertimento do ser humano".

Aproveito para agradecer ao presidente do CEFAB, o Sr. Carlos Cássio Oliveira pelo envio deste interessante vídeo que espero seja útil para os que se interessarem por esta chamada da NASA.

Duda Falcão 

Monitores do Planetário Digital de Anápolis (GO) Visitam a AEB

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que monitores do Planetário Digital de Anápolis (GO) visitaram doa 29/04 a sede  da AEB em Brasília.

Duda Falcão

Monitores do Planetário Digital
de Anápolis (GO) Visitam a AEB

Coordenação de Comunicação Social

Foto: Valdivino Júnior/AEB
Monitores do Planetário Digital de Anápolis
e Adriana Correa (D), da AEB.

Brasília, 30 de abril de 2015  A Agência Espacial Brasileira (AEB) recebeu na quarta-feira (29) a visita de um grupo de monitores e servidores do Planetário Digital de Anápolis (GO). O grupo veio ao Distrito Federal para conhecer as atividades do Planetário de Brasília (DF) e assistiram na Agência a palestras de bolsistas e colaboradores da instituição.

As palestras abordaram um Centro Espacial, voltado ao desenvolvimento de atividades espaciais em Natal (RN), pela colaboradora Elisa Gonçalves; o CubSat Serpens, pelo bolsista Gabriel Figueiró, e Astrofotografia e o Ensino de Astronomia, pelo estudante Lucas Silva da Universidade de Brasília (UnB). A apresentação despertou o interesse dos monitores em incluir a fotografia nas atividades do planetário.

“Vir a AEB é muito importante para o grupo porque nas atividades do planetário promovemos muitas ações apoiadas pela agência. Nós utilizamos o material enviado pela AEB em nossas atividades com os estudantes. No ano passado ganhamos 23 medalhas na Olímpiada Brasileira de Astronomia e Astronáutica”, ressalta Juliana Braga, diretora de Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Anápolis.

A tecnologista da Diretoria de Satélites, Aplicações e Desenvolvimento (Dsad), da AEB, Adriana Correa, que recebeu o grupo, salientou a importância da cooperação entre a Agência e o Planetário para fomentar os conhecimentos em astronomia.

O Planetário Digital de Anápolis atende as escolas da cidade e da região, tendo já recepcionado escolas do interior de Minas Gerais. O equipamento completou um ano de funcionamento em 30 de janeiro. Desde a inauguração recebeu a visita de 50 mil pessoas.

Segundo Juliana, o principal foco de suas atividades é promover a ciência e a tecnologia entre os estudantes e a população local. O espaço recebe diariamente escolas e o público em geral para apresentações na cúpula.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Programa CBERS é Destacado em Simpósio de Sensoriamento Remoto

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que o Programa CBERS foi destacado em Simpósio de Sensoriamento Remoto.

Duda Falcão

Programa CBERS é Destacado em
Simpósio de Sensoriamento Remoto

Coordenação de Comunicação Social

Foto: Divulgação/AEB
Especialistas participantes da sessão temática
sobre o programa CBERS.

Brasília, 30 de abril de 2015 – A capital da Paraíba, João Pessoa, recebeu no Centro de Congressos do Polo Turístico de Cabo Branco, de 25 a 29 de abril, o 17º Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (XVII SBSR), apontado como o mais tradicional evento nacional na área de sensoriamento remoto.

O simpósio é organizado a cada dois anos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), junto com a Associação de Especialistas Latino-Americanos em Sensoriamento Remoto (SELPER).

Como parte da programação, realizou-se na quarta-feira (29) a Sessão Temática: O programa Sino Brasileiro de Satélites de Recursos Terrestres – CBERS, coordenada por João Vianei Soares, do INPE. A sessão relatou um pouco da história do Programa CBERS, dos desafios técnicos enfrentados para desenvolver os satélites e seus instrumentos, das aplicações relevantes de seus dados, e dos desdobramentos da longa cooperação espacial entre Brasil e China.

Antonio Carlos de Oliveira Pereira Jr, também do INPE, fez uma apresentação sobre o processo de concepção dos satélites da série CBERS e outra sobre a proposta para o satélite CBERS-4A, o próximo da série, a ser lançado em 2018.

Completando a visão técnica do satélite, Mário Luiz Selingardi (INPE) detalhou o desenvolvimento das câmaras do CBERS-4, lançado em dezembro último, na palestra intitulada “Do Projeto às Imagens”.

Leila Maria Garcia Fonseca (INPE), por sua vez, fez uma avaliação preliminar da qualidade das imagens das câmaras do satélite, apresentando detalhes técnicos do processo de comissionamento e resultados preliminares do processamento das imagens.

Evlyn Novo e Dalton Valeriano (ambos do INPE), relataram dois importantíssimos casos de aplicação dos dados de satélite. O primeiro sobre o manejo de recursos hídricos, demonstrando como as imagens de sensoriamento remoto podem dar contribuição fundamental para o gerenciamento de médio e longo prazos das bacias hídricas; e o segundo sobre o uso de imagens de satélite, já bastante conhecido do grande público, para determinar a extensão, a localização e as característica dos desmatamentos e degradações florestais na região amazônica.

Evylin e Valeriano, dois profissionais de larga experiência, ajudaram a criar a competência hoje existente no Brasil na área. Suas palestras mostraram que o conhecimento e a experiência são essenciais para extrair dos dados mais do que as imagens mostram num primeiro momento. “Torturamos os dados até que eles contem tudo o que sabem”, concluiu Valeriano, bem-humorado.

Petrônio Noronha de Souza, diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da Agência Espacial Brasileira (AEB), encerrou a sessão traçando um panorama do atual Plano Decenal Sino-Brasileiro de Cooperação Espacial (2013-2022), e dos vários temas de cooperação espacial sino-brasileira.

Ele destacou a proposta para os futuros CBERS-5 e 6, a nova geração de satélites a ser desenvolvida em parceria com a China.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Não há como negar leitor que o Programa CBERS foi um passo significativo para o avanço de empresas brasileiras em algumas tecnologias espaciais, mas também não há como negar que as dificuldades que o Programa teve de enfrentar desde o final da década de 80 (quando então foi assinado este acordo Sino-Brasileiro), muitas das quais por culpa de governos descompromissados subsequentes, prejudicaram sensivelmente os resultados alcançados que ficaram bem aquém do que poderiam. Tanto isto é verdade que após tanto tempo o Brasil ainda não tem tecnologia para construir sozinho um satélite de sensoriamento remoto do porte do CBERS. Apostar num plano espacial decenal consistente e sério com a China num universo de falta de compromisso governamental como este que vivemos a mais de duas décadas é vender fantasias para ingênuos que ainda acreditam nesses energúmenos de plantão. Ora, faça-me uma garapa.

Blog Completa Hoje Seis Anos Online

Olá leitor!

seis anos, no dia 30 de abril de 2009 eu postava a seguinte nota abaixo, dando início assim a trajetória do Blog BRAZILIAN SPACE:

Olá amigos!

Após pensar muito resolvi criar esse blog para estimular o debate saudável entre aqueles que como eu acreditam (apesar das dificuldades) no Programa Espacial Brasileiro. O mundo caminha para o espaço e o Brasil não pode ficar a margem dessa nova fronteira, pois a longo prazo poderá pagar um preço muito alto pela falta de visão de nossos governantes e de nossa sociedade. Uma nação como o Brasil de dimensões continentais não pode deixar de lado tecnologias essenciais para um melhor conhecimento de seu território e das necessidades sociais e econômicas de seu povo. Portanto meus amigos convido a todos a participarem desse blog expondo as suas opiniões sobre as notícias aqui postadas quando assim desejarem. Conto com a participação de todos vocês e

Vida Longa ao PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO

Duda Falcão

Pois é leitor, hoje o nosso Blog completa seis anos online e de lá para cá o “PROGRAMA ESPACIAL BRASILEIRO” que já vivia uma situação de abandono, graças à estúpida, corrupta, descompromissada administração publica civil nos últimos 25 anos e em especial desta besta debiloide que esta atualmente no poder, hoje, diferentemente da crença que tínhamos em 2009, não mais acreditamos no PEB. Infelizmente a tendência do mesmo é desaparecer ou até mesmo ser engolido pela ação de grupos estrangeiros que cada vez mais se apossam do setor espacial do país, destruindo qualquer iniciativa nacional de ter um verdadeiro programa espacial nacional. No governo temos a “Ogra” e seus energúmenos de plantão fazendo merda e vendendo fantasias, no Congresso temos um bando de criminosos destruindo o futuro da nação, na Agência Espacial temos um banana omisso e conivente com toda esta situação, no COMAER temos militares incapazes de reagir, seja por conivência, seja por deslumbramento com o poder de Brasília, no INPE temos um instituto engessado e incapaz de encontrar uma solução e no meio disto tudo temos ainda problemas com uma política de setor inexistente e uma legislação inadequada, e pior, uma classe científica omissa que não luta pelo programa e pelo futuro do país. Tá todo mundo mais interessado em bater o ponto e garantir seus empregos. É triste, mas neste universo de situações em breve as nossas atividades espaciais terão o selo “MADE IN WORLD” engolido pelos países que tem a consciência da importância das atividades espaciais para o futuro de suas sociedades. Triste.

Duda Falcão

Atualizando as Campanhas do Blog

Olá leitor!

Hoje é quinta-feira e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom, em relação à campanha da “Petição Online da ACS - Mudanças Já ou o Destrato do Acordo”, esta semana obtivemos um diminuto avanço, pulando das 780 para 781 assinaturas, ou seja, apenas uma assinatura no período.  O resultado continuou extremamente ruim e esperávamos algo bem melhor esta semana. A notícia de que o governo criou uma comissão (pra mim fajuta) para analisar este desastroso acordo que gerou a ACS demonstra que a empresa realmente pode está em processo de implosão e correndo o risco de sofrer uma CPI (da mesma forma para mim fajuta, mas que ajudaria pelo menos a impedir o andamento do projeto). Leitor esta é a hora de fazermos valer a nossa luta contra este acordo candiru’ e altamente prejudicial que vem literalmente boicotando o verdadeiro Programa Espacial Brasileiro. Vamos lá gente, vários profissionais sérios do PEB já assinaram essa petição e precisamos do seu apoio nessa luta contra esses energúmenos irresponsáveis.

Já quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana continuamos com os mesmos dez grupos inscritos desde o lançamento da campanha, ou seja, os grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoNTAITA Rocket DesignUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (Continuo esperando que os 10 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas 8 colaboradores finalizaram as suas colaborações no mês de abril no vakinha.com.br. Foram eles:

1 - Antonio Carlos Foltran
2 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
3 - Danilo José Franzim Miranda, Eng. (Visiona)
4 - Elison Gustavo (idealizador da campanha)
5 - Fabrício de Novaes Kucinskis (INPE)
6 - João Batista Garcia Canalle, Prof. Dr. (UERJ/OBA) 
7 - José Félix Santana, Prof. (presidente do CEFEC)
8 - Leo Nivaldo Sandoli

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir dessa semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

OBS: Leitores continuam votando na campanha do VLM-1/ITASAT-1. Por favor, peço uma vez mais aos nossos leitores que não votem nessa campanha, pois a mesma não está mais ativa, já que não houve a resposta necessária e assim perdeu o sentido. Afinal não há mais tempo para cumprir o prazo de lançamento estabelecido na campanha, e ela continua visível no blog apenas a título de registro. Se quiseres realmente ajudar votem na Petição da ACS, está sim é a campanha que precisa avançar para combater este desatino.

Duda Falcão

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Espaçonave Russa Pode Cair na Terra Após Falha ao Entrar em Órbita

Olá leitor!

Houve uma falha no que parece ser o estágio superior de uma Soyuz que perdeu controle antes da fase de acoplamento com a ISS (Estação Espacial Internacional em português). Foram divulgados vídeos dela em "tumbling". Aparentemente a carga já foi dada como perdida e estão tentando estimar o ponto de queda do módulo.

Tanto a imprensa nacional como internacional publicaram hoje (29/04) notícias sobre esta falha que eu trago aqui para os nossos leitores com a colaboração do Eng. Pedro Lobo da Orbital Engenharia e de nosso leitor Bernardino Silva, aos quais aproveito para agradecer pela gentileza de terem enviado estas notícias.

Veja as notícias pelos links:




Duda Falcão

Ministro da Defesa Promete “Brigar” Por Recursos Para Ampliação do ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (28/04) no site do Ministério da Defesa (MD) destacando que o Ministro da Defesa, Jaques Wagner, em visita ao complexo do Departamento  de Ciência e Tecnologia da Aeroespacial (DCTA) prometeu “Brigar” por recursos para ampliação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Duda Falcão

Ministro da Defesa Promete “Brigar”
Por Recursos Para Ampliação do ITA

Por César Arrais
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61-3312-4071

São José dos Campos (SP), 28/04/2015 – O ministro da Defesa, Jaques Wagner, visitou, nesta terça-feira (28), o complexo do Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica (DCTA), que tem sob sua subordinação cinco das maiores instituições de excelência para o desenvolvimento de pesquisas de ponta no Brasil. Localizado em São José dos Campos, a 100 km de São Paulo, o DCTA é responsável por inovações não apenas para a Aeronáutica, mas também para a área civil, como o desenvolvimento da urna eletrônica e do motor a álcool.

Fotos: Jorge Cardoso

“Hoje vim conhecer uma ‘joia da coroa’ nacional, não apenas da Aeronáutica. A gente vê aqui jovens e pessoas mais maduras empolgadas com o que estão fazendo, desvendando os mistérios da ciência, da tecnologia e da inovação. Domínio que é fundamental para qualquer nação que queira estar na ‘constelação’ das maiores”, afirmou o ministro ao fim da visita.

Um dos órgãos mais célebres do DCTA é o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), que atualmente passa por um processo de ampliação, cujo objetivo é aumentar a oferta de vagas em cursos de graduação e pós-graduação, além de oferecer aos alunos laboratórios de alto nível para o desenvolvimento de pesquisas nos seis ramos de engenharia contemplados pelo ITA: Aeronáutica, Eletrônica, Mecânica-Aeronáutica, Civil-Aeronáutica, Computação e Aeroespacial.

Jaques Wagner visitou as obras da primeira etapa de expansão do ITA, de cerca de 16 mil m², onde funcionará a Divisão de Ciências Fundamentais. No módulo serão oferecidas as disciplinas comuns a todas as graduações, como Matemática, Física e Química. “A obra é boa e a motivação é nobre”, avaliou o ministro.


Mais tarde, em conversa com a imprensa, Wagner destacou que vai trabalhar para que a área econômica do governo assegure os recursos necessários à ampliação da instituição.

“O ITA é uma tradição. E é exatamente por carregar essa tradição que houve essa decisão da Presidência da República de apoiar esse processo de ampliação. Esse é um ano difícil, como todo mundo sabe, mas estamos ‘brigando’, no bom sentido, com os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, com a cobertura da Presidência. É preciso que se reconheça que, em tecnologia, se demora muito para construir, mas se pode destruir rapidamente por conta da descontinuidade”, avaliou Jaques Wagner.

Ampliação de Vagas

Orçada em R$ 424 milhões, a ampliação do ITA, além da Divisão de Ciências Fundamentais, prevê a construção de novos alojamentos, biblioteca, auditório e o laboratório de Engenharia Aeroespacial. No total, serão 88 mil m² de obras, com previsão para término em 2018.

Com uma maior infraestrutura, o objetivo do DCTA é ampliar a oferta de vagas em 100% na graduação e 50% dos cursos de pós graduação lato e strictu sensu.  A previsão é que, até 2020, abrigue 1,2 mil alunos – atualmente o número é de 780.

Simuladores

Antes de visitar as obras do ITA, Jaques Wagner percorreu diversas unidades do DCTA onde estão sendo desenvolvidas algumas das pesquisas mais importantes do setor aeronáutico no Brasil. O diretor do centro, brigadeiro Alvani Adão da Silva, enfatizou que a infraestrutura foi criada para dotar o Brasil de “uma aeronáutica pujante”, o que se reflete no fato de 81% da frota de aeronaves da Força Aérea Brasileira ter sido construída ou modernizada em território nacional.

No Instituo de Aeronáutica e Espaço (IAE), o ministro conheceu o projeto do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM). A iniciativa, desenvolvida em parceria com a Agência Espacial da Alemanha (DLR), prevê a construção de foguetes que colocarão em órbita satélite de até 120 kg. “Será um equipamento com aplicação no mundo prático, como a agricultura e as telecomunicações”, explicou o coronel Augusto Otero, vice-diretor do IAE.

Wagner também conheceu o projeto da Turbina Aeronáutica de Pequena Potência (TAPP) e assistiu à simulação do sistema de controle de um Veículo Lançador de Satélites (VLS) no laboratório de Sistemas Inerciais de Aplicação Aeroespacial.

Além disso, o ministro da Defesa pode utilizar um novo equipamento desenvolvido por uma equipe de alunos e professores do ITA em parceria com a Embraer: o Simulador de Voo de Plataforma Robótica (Sivor).


O projeto, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), prevê a construção de um simulador que pode ser utilizado na fase de desenvolvimento de diferentes tipos de aeronave, utilizando-se da adaptação de um robô de uso industrial.

Wagner pode fazer uma simulação no protótipo do equipamento, concluído há apenas três semanas, no Laboratório de Automação em Manufatura do ITA.

Segundo o coordenador-técnico do projeto, professor Carlos César Eguti, trata-se de uma iniciativa pioneira na América Latina que permitirá a construção de simuladores de custo mais baixo e para aplicação em diferentes tipos de aeronaves ainda no processo de desenvolvimento, o que permitirá o aperfeiçoamento do equipamento.

Antes de retornar à Brasília, Jaques Wagner ainda visitou as instalações do Museu Aeronáutico Brasileiro (MAB), onde é contada toda a saga da aviação nacional desde as descobertas do patrono Santos Dumont.


Fonte: Site do Ministério da Defesa (MD)

A & D Symposium 2015 – Novos Horizontes das Tecnologias de Defesa e Aeroespaciais

Olá leitor!

A empresa Rohde & Schwarz do Brasil Ltda irá promover dia 05/05 em São José dos Campos-SP e dia 07/05 na cidade do Rio de Janeiro-RJ, o “A & D Symposium 2015 – Novos Horizontes das Tecnologias de Defesa e Aeroespaciais”.

Veja abaixo a programação os eventos:

Duda Falcão

clique em cima das imagens para ampliá-las. 


Fonte: Rohde & Schwarz do Brasil Ltda

NASA 3-D Prints First Full-Scale Copper Rocket Engine Part

Hello reader!

Here is a note published day (04/27) in the "Parabolic Arc" site, highlighting 3D printing technology to parts of rockets engines developed by NASA.

Duda Falcão

News

NASA 3-D Prints First Full-Scale
Copper Rocket Engine Part

By Doug Messier
April 27, 2015, at 6:35 am

(Credit: NASA/MSFC/Emmett Given)
NASA engineers used 3-D printing to make the first full-scale copper engine part,
a combustion chamber liner that operates at extreme temperatures and pressures.
Structured light scanning, seen on the computer screen, helped verify that the
part was built as it was designed.

HUNSTVILLE, Ala. (NASA PR) — When you think of copper, the penny in your pocket may come to mind; but NASA engineers are trying to save taxpayers millions of pennies by 3-D printing the first full-scale, copper rocket engine part.

“Building the first full-scale, copper rocket part with additive manufacturing is a milestone for aerospace 3-D printing,” said Steve Jurczyk, associate administrator for the Space Technology Mission Directorate at NASA Headquarters in Washington. “Additive manufacturing is one of many technologies we are embracing to help us continue our journey to Mars and even sustain explorers living on the Red Planet.”

(Credit: NASA/GRC/Ivan Locci)
This optical microscope image of an etched copper sample helped scientists
at NASA’s Glenn Research Center in Cleveland, Ohio, as they characterized
the quality of the copper for various build parameters for the copper liner.

Numerous complex parts made of many different materials are assembled to make engines that provide the thrust that powers rockets. Additive manufacturing has the potential to reduce the time and cost of making rocket parts like the copper liner found in rocket combustion chambers where super-cold propellants are mixed and heated to the extreme temperatures needed to send rockets to space.

“On the inside of the paper-edge-thin copper liner wall, temperatures soar to over 5,000 degrees Fahrenheit, and we have to keep it from melting by recirculating gases cooled to less than 100 degrees above absolute zero on the other side of the wall,” said Chris Singer, director of the Engineering Directorate at NASA’s Marshall Space Flight Center in Huntsville, Alabama, where the copper rocket engine liner was manufactured. “To circulate the gas, the combustion chamber liner has more than 200 intricate channels built between the inner and outer liner wall. Making these tiny passages with complex internal geometries challenged our additive manufacturing team.”

(Credit: NASA/MSFC/Emmett Given)
Inside the combustion chamber, propellant burns at more than
5,000 degrees Fahrenheit. To prevent melting, hydrogen at
temperatures less than 100 degrees above absolute zero circulates in
more than 200 intricately carved cooling channels Cooling inlets
are visible along the top rim of the chamber.

A selective laser melting machine in Marshall’s Materials and Processing Laboratory fused 8,255 layers of copper powder to make the chamber in 10 days and 18 hours. Before making the liner, materials engineers built several other test parts, characterized the material and created a process for additive manufacturing with copper.

“Copper is extremely good at conducting heat,” explained Zach Jones, the materials engineer who led the manufacturing at Marshall. “That’s why copper is an ideal material for lining an engine combustion chamber and for other parts as well, but this property makes the additive manufacturing of copper challenging because the laser has difficulty continuously melting the copper powder.

Only a handful of copper rocket parts have been made with additive manufacturing, so NASA is breaking new technological ground by 3-D printing a rocket component that must withstand both extreme hot and cold temperatures and has complex cooling channels built on the outside of an inner wall that is as thin as a pencil mark. The part is built with GRCo-84, a copper alloy created by materials scientists at NASA’s Glenn Research Center in Cleveland, Ohio, where extensive materials characterization helped validate the 3-D printing processing parameters and ensure build quality. Glenn will develop an extensive database of mechanical properties that will be used to guide future 3-D printed rocket engine designs. To increase U.S. industrial competitiveness, data will be made available to American manufacturers in NASA’s Materials and Processing Information System (MAPTIS) managed by Marshall.

(Credit: NASA/GRC/Laura Evans)
This electron microscope image shows raw copper powder used to build the
3-D printed copper liner. Scientists at NASA’s Glenn Research Center in
Cleveland, Ohio, where the alloy was invented, characterized the samples
to understand how powder quality and characteristics impacted build qualities.

“Our goal is to build rocket engine parts up to 10 times faster and reduce cost by more than 50 percent,” said Chris Protz, the Marshall propulsion engineer leading the project. “We are not trying to just make and test one part. We are developing a repeatable process that industry can adopt to manufacture engine parts with advanced designs. The ultimate goal is to make building rocket engines more affordable for everyone.”

Manufacturing the copper liner is only the first step of the Low Cost Upper Stage-Class Propulsion Project funded by NASA’s Game Changing Development Program in the Space Technology Mission Directorate. NASA’s Game Changing Program funds the development of technologies that will revolutionize future space endeavors, including NASA’s journey to Mars. The next step in this project is for Marshall engineers to ship the copper liner to NASA’s Langley Research Center in Hampton, Virginia, where an electron beam freedom fabrication facility will direct deposit a nickel super-alloy structural jacket onto the outside of the copper liner. Later this summer, the engine component will be hot-fire tested at Marshall to determine how the engine performs under extreme temperatures and pressures simulating the conditions inside the engine as it burns propellant during a rocket flight.


Source: Website of Parabolic Arc - http://www.parabolicarc.com

Comentário: Pois é, aqui mais uma notícia sobre desenvolvimento de propulsão espacial no mundo, mola mestra do desenvolvimento espacial de qualquer nação que deseja se beneficiar do conhecimento adquirido no espaço. No Brasil temos iniciativas em vários tipos de propulsão espacial (Sólida, Líquida, Verde, Nuclear, Híbrida, Hipersônica a Ar Aspirado, Hipersônica a Laser, Iõnica), mas todas elas sendo conduzidas com grandes dificuldades pelos motivos já abordados aqui diversas vezes. Nesta área de impressão 3D de partes de motores e foguetes, a única iniciativa que temos conhecimento no Brasil é a da empresa paulista Edge Of Space, mas nem de longe chega ao estagio alcançado pela NASA, já que a iniciativa da empresa brasileira  (até onde temos conhecimento) se restringe a impressão de pequenos motores para foguetes educativos.  Enfim... tá aí a notícia.

Russia to Continue Development of Nuclear Engine For Deep Space Flights

Hello reader!

It follows a note one published on the day (04/29) in the website “Space Daily” noting that Russia to continue development of Nuclear Engine For Deep Space Flights.

Duda Falcão

ROCKET SCIENCE

Russia to Continue Development of
Nuclear Engine For Deep Space Flights

By Staff Writers
Sputnik News
Moscow Apr 29, 2015

File image.
Russia will continue its plans to create a nuclear engine for deep space flights, according to the country's 2016-2025 Federal Space Program.

A number of news agencies earlier said that Roscosmos was apparently planning on closing down its work on creating a megawatt-class nuclear engine meant for deep space flights.

According to the Federal Space Program, the creation of the nuclear engine is scheduled for 2029-2030.

The Russian Federal Space Program will include a number of other ambitious projects such as a moon exploration program, which will send a manned mission to the Earth's natural satellite, and the construction of a super-heavy rocket needed to send spacecraft beyond Earth's orbit.

It is expected to be submitted to the government by June 10, 2015.

According to Roscosmos, the budgetary requirements for the Space Program through 2025 will be approximately $37 billion.


Source: WebSite Space Daily -  http://www.spacedaily.com/

Comentário:  Pois é leitor, curiosamente no Brasil o Instituto de Estudo Avançados (IEAv) do Departamento de Ciência, e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) vem desenvolvendo o Projeto TERRA (Tecnologia de Reatores Rápidos Avançados), projeto este de propulsão nuclear espacial coordenado pelo Dr. Lamartine Nogueira Frutuoso Guimarães, que foi entrevistado pelo BLOG em abril de 2013. (veja aqui). O problema aqui é se este projeto terá continuidade ou não com o atual agravamento do PEB? E caso sim, como este projeto será conduzido, ou seja, a toque de caixa ou com dinamismo? Enfim... na Rússia parece que não haverá falta de compromisso , já no Brasil...

Construction of Observatory For Giant Magellan Telescope Will Begin This Year

Hello reader!

It follows one article published on the day (29/04) in the website of the "Agência FAPESP" noting that Construction of Observatory for Giant Magellan Telescope will begin this year.

Duda Falcão

Articles

Construction of Observatory For Giant
Magellan Telescope Will Begin This Year

By Elton Alisson,
in Buenos Aires
April 29, 2015

(Image: GMT)
Observatory and mechanical structure for mega-telescope
will be installed in Chilean Andes.

Agência FAPESP – In early November 2015, the international consortium of the Giant Magellan Telescope (GMT) project will start building the observatory and the mechanical structure for the mega-telescope, to be installed in the Chilean Andes.

The announcement was made during a round-table session on large-scale scientific collaborations held on April 8 as part of FAPESP Week Buenos Aires.

Hosted in Buenos Aires by FAPESP in partnership with Argentina’s National Scientific & Technological Research Council (CONICET), the event brought together researchers from São Paulo State and several higher education and research institutions in Argentina to discuss an increase in scientific collaboration between the two countries.

“Work began on the optical part of the telescope before construction of the observatory started,” said João Evangelista Steiner, a professor at the University of São Paulo’s Institute of Astronomy, Geophysics & Atmospheric Sciences (IAG-USP). “The first optical mirror, with a diameter of 8.4 m, is ready. Two others are being ground and polished, and casting of the glass for the fourth mirror is about to take place very soon,” Steiner told Agência FAPESP.

“Construction of the building and the entire mechanical structure for the telescope couldn’t begin until we had sufficient funding to guarantee construction of the telescope. In addition, we need all four mirrors up and running so that observation can start.”

According to Steiner, funding for the projected was completed by FAPESP when it joined the international consortium in late 2014.

FAPESP will invest US$40 million, equivalent to approximately 4% of the project’s estimated cost. This investment ensures that researchers from São Paulo State will have 4% of the GMT’s operating time for their own observations as well as giving Brazilian astronomers a seat on the consortium’s board.

Participation by researchers from São Paulo in the GMT will follow the same format as collaboration in the Gemini observatories, which began operating in 2000 with “twin” telescopes, one in the Chilean Andes and the other in Hawaii, and collaboration in the Southern Astrophysical Research (SOAR) telescope, which saw first light in 2004.

Brazil has a 6% share in observations via Gemini, whose telescopes are equipped with 8.1 m diameter mirrors, and a 30% share in SOAR, which has a 4.2 m mirror.

“The increase in the number of articles published by Brazilian astronomers in recent years is directly linked to our participation in Gemini and SOAR,” Steiner said during his presentation at the event.

“We had stagnated for almost a decade in terms of scientific publications and the number of professionals with master’s and doctoral degrees in the field. After Gemini and SOAR began operating, these two indicators rose at a brisk pace.”

GMT

The GMT will be installed at the Las Campanas Observatory in the Atacama Desert near the town of Vallenar in the Chilean Andes. This region is particularly well suited to astronomical observation because of its altitude. The site is more than 2,500 m above sea level and was also selected for its dry climate and access to the dark skies of the Southern Hemisphere.

The GMT will enable astronomers to investigate the formation of stars and galaxies shortly after the Big Bang, measure the mass of black holes, and map their immediate vicinity. It will assist in the discovery and characterization of planets orbiting around other suns, possibly leading to the detection of exoplanets similar to Earth, and can be used to study the nature of dark matter and dark energy.

Seven of the largest optical mirrors ever built will form a single telescope with an effective aperture of 25.4 m. Powerful lasers will be used to measure and correct the distortions caused by Earth’s atmosphere, allowing images of distant celestial objects to be produced with unprecedented clarity.

The photon collection area will be 100 times that of the Hubble Space Telescope. The infrared images produced by the GMT will be ten times sharper than Hubble’s, and it will have 30 times the resolving power of current telescopes, meaning that the amount of data it will make available will be that much greater.

Commissioning of the GMT is scheduled to begin in 2021.

“When construction of the observatory begins, a call for proposals will be issued for the fabrication of the telescope enclosure, a huge quasi-cylindrical structure that will require 4,000 metric tons of steel and must be very well designed,” Steiner said. “Brazilian companies are interested in building this structure.”

The Brazilian researchers will also participate in the development of some of the scientific instruments that will be used in the observatory.

“There are a number of technological packages that we can take on board and that involve technologies that are highly typical of the aerospace industry. We’re mapping the technological packages of interest and contacting potential bidders,” Steiner said.

In addition to the GMT, two other giant telescopes are being developed internationally: the European Extremely Large Telescope (E-ELT), coordinated by the European Southern Observatory (ESO), and the Thirty Meter Telescope (TMT), run by the California Institute of Technology and the University of California.

For more information about FAPESP Week Buenos Aires and to download presentations delivered there, please visit www.fapesp.br/week2015/buenosaires.


Source: WebSite Agência FAPESP -  http://agencia.fapesp.br/en/