quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Exitoso Lanzamiento del ARSAT-2

Hola lector!

Ahora sigue una noticia publicada hoy (30/09) en el "Blog Argentina en el Espacio", señalando que fue lanzado con éxito al espacio hoy de la Guayana Francesa el satélite argentino de comunicaciones ARSAT-2.

Duda Falcão

Exitoso Lanzamiento del ARSAT-2

AgentinaEnElEspacio
30/09/2015

El satélite geoestacionario de comunicaciones ARSAT-2 fue lanzado hoy al espacio a las 17:29 hora local, a bordo de un cohete Ariane 5 desde el Centro Espacial de Kourou, en la Guayana Francesa.


La nave fue colocada en la órbita de transferencia a unos 250 km de altura. De allí en más, el ARSAT-2 iniciará las maniobras orbitales necesarias para alcanzar la órbita comercial a 35.000 km de la tierra. Las mismas serán llevadas a cabo por personal de ARSAT desde la estación terrena Benavídez, en un proceso que durará aproximadamente 3 semanas.

Nota: A continuación se muestra otro video del lanzamiento del satélite ARSAT-2.



Fonte: Blog “Argentina em el Espacio” - http://argentinaenelespacio.blogspot.com.br/

Comentario en español: Sí lector, como puede verse en especial por el segundo video de esta nota producida por TVP (TV Pública de Argentina), el programa espacial argentina en el área de satélite está en plena marcha, mientras que en Brasil la fantasía y la mentira son las bolas en su lugar, dirigido por una demente, respaldado por un ministro de C&T es al parecer ya no es el ministro, y un presidente mentiroso y incompetentede una agencia espacial que está más interesado en permanecer en el cargo. La República Argentina demuestra una vez más por qué es el líder en América Latina en el desarrollo de satélites, mientras que el Programa Espacial Brasileño a caminar todos los días por un agujero de no retorno. Felicitaciones a Argentina y su gente. Nos gustaría dar las gracias al lector Jahyr Jesús Brito para enviar el video de la TVP argentina que acompaña esta nota.

Comentário em Português: Pois é leitor, como se pode notar principalmente pelo segundo vídeo desta nota produzido pela TVP (TV Pública da Argentina), o programa espacial argentino  na área de satélites segue a todo vapor, enquanto aqui no Brasil a fantasia e a mentira são as bolas da vez, capitaneada por uma demente, endossada por um ministro de C&T que aparentemente não é mais o ministro, e por um presidente mentiroso e incompetentede de uma agencia espacial que está mais interessado em se manter no cargo. A República Argentina demonstra uma vez mais o porquê é a líder na América Latina no desenvolvimento de satélites, enquanto o Programa Espacial Brasileiro caminha a cada dia que passa para um buraco sem retorno. Parabéns a Argentina e ao seu povo. Gostaríamos de agradecer ao leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio do vídeo da TVP argentina que acompanha esta nota

Rio Sedia a 7ª Olimpíada Latino Americana de Astronomia e Astronáutica

Olá leitor!

Trago agora para você uma reportagem exibida dia 29/09 pelo jornal NBR NOTÍCIAS da TV NBR destacando que a cidade do Rio de Janeiro sediará até o dia 4/10 a 7ª edição da "Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA)'.


Vale dizer que representantes da Argentina, Bolívia, ChileColômbia, MéxicoParaguai, Uruguai, além do Brasil, participam da competição. Os estudantes brasileiros foram selecionados entre os cinco melhores colocados na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), realizada em 2015.

Aproveitamos para agradecer ao leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio do vídeo que acompanha esta nota

Duda Falcão

Segunda Fase do Projeto Espacial SARA Está Próxima da Conclusão

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (30/09) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destacando que a Segunda Fase do Projeto Espacial SARA está próxima da conclusão.

Duda Falcão

Segunda Fase do Projeto Espacial
SARA Está Próxima da Conclusão

O Instituto de Aeronáutica Espacial (IAE) deve completar nesta semana
a revisão de pré-lançamento do Satélite de Reentrada Atmosférica,
voltado a experimentos em ambientes de microgravidade.

Por Ascom do MCTI
Publicação: 30/09/2015 | 09:05
Última modificação: 30/09/2015 | 10:24

Com previsão de lançamento na janela entre 13 de outubro e 7 de novembro, o projeto SARA (Satélite de Reentrada Atmosférica) está a todo vapor. Nesta semana, o Instituto de Aeronáutica Espacial (IAE), em São José dos Campos (SP), deve completar a segunda fase do programa, que consiste na revisão de pré-lançamento – a projeção ao espaço vai ser feita no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão.

O projeto SARA consiste no desenvolvimento de uma plataforma espacial para experimentos em ambientes de microgravidade de curta duração – por volta de oito minutos. O equipamento é destinado a operar em órbita baixa, a cerca de 300 quilômetros de altitude, por um período máximo de dez dias.

Futuramente, a pretensão é que o SARA seja uma plataforma industrial orbital para a qualificação de componentes, materiais espaciais e equipamentos. Além disso, a intenção é que ele abra mais possibilidades na concretização de projetos de pesquisa e incremento nas mais diversas áreas e especialidades como biologia, biotecnologia, medicina, combustão e fármacos, entre outras.

Em longo prazo, o objetivo é avançar para a nova geração de veículos de reentrada e para as aeronaves hipersônicas. O SARA trará autonomia para que possam ser feitos experimentos de microgravidade no País e manterá em alto nível a operacionalidade dos centros de lançamento.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Comentário: Bom leitor, na realidade não sei bem o que a assessoria de comunicação do MCTI quis dizer quando disse que se aproxima a conclusão da Segunda Fase do Projeto SARA. Afinal, o Projeto SARA está dividido em Quatro Fases sendo esta apenas a primeira delas e sequer temos certeza da continuidade das outras, mas enfim... o que importa mesmo é que esta missão será a grande realização no PEB do ano de 2015 e apesar do seu grande significado cientifico e tecnológico, na verdade é uma conquista bem pequena para um Programa Espacial com mais de cinquenta anos de idade. Ontem pelo washapp estive trocando algumas impressões com um jovem bastante promissor do PEB que após ter lido no Blog o descaso do desgoverno desta demente com as imagens do CBERS-4, estava desanimado e não entendia como os gestores do governo continuavam vendendo para sociedade uma imagem positiva do PEB quando na realidade nos bastidores tudo desmoronava dia após dia. Não obstante a vontade do jovem em querer acreditar no principio básico de que a classe política do país tem realmente interesse na construção de uma verdadeira nação, a realidade dos fatos é outra completamente diferente e o resultado do que está acontecendo (não só com o PEB) é fruto do que vem sendo plantado por esses energúmenos por décadas, independentemente de legenda partidária, ou seja, não é uma questão petista (apesar do PT ter levado as coisas além do limite) e sim uma questão cultural onde a máxima é de se dá bem, ou seja, saquear a nação, meter a mão nos recursos públicos, fora a parte incompetente dessa massa corrupta, que é sabiamente utilizada por esses vermes para atingir seus objetivos nefastos e infelizmente tudo isso com o endosso da própria sociedade, principalmente de sua classe dominante, que só resolveu se mexer indo as ruas, não pelo entendimento de que precisava mudar sua maneira de agir e pensar, e sim por ter ficado de fora do bolo petista sendo prejudicada pelas suas ações. Ninguém realmente esta interessado em lutar pela nação, pelo bem comum, pela construção de uma sociedade cidadã e sem isto leitor a hipocrisia continuará reinando de todos os lados em todas as classes e o Brasil continuará sendo apenas um território seguro para Piratas. Ah! E o PEB, bem, será que precisa dizer mais alguma coisa?

INPE Sedia Workshop Para Discutir Parceria Entre Brasil e Reino Unido na Área de Estudos Climáticos

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (30/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto sedia workshop para discutir parceria entre Brasil e Reino Unido na Área de Estudos Climáticos.

Duda Falcão

INPE Sedia Workshop Para Discutir
Parceria Entre Brasil e Reino Unido
na Área de Estudos Climáticos

Quarta-feira, 30 de Setembro de 2015

Especialistas do Brasil e do Reino Unido se reuniram no Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para identificar temas de estudos prioritários voltados aos desafios da ciência do clima para o desenvolvimento.

A rede de colaboração interdisciplinar envolve pesquisadores do Escritório de Meteorologia do Reino Unido (Met Office), do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) e do próprio INPE.

O "Newton Scoping Workshop on Climate Science for Service Partnership" foi realizado entre os dias 28 e 30 de outubro com o objetivo de contribuir para a definição de um Programa de Pesquisa Brasil-Reino Unido. A iniciativa engloba uma chamada no âmbito do Programa Newton, mantido pelo Reino Unido para apoiar a colaboração em pesquisa com países parceiros.

Além de cientistas, participaram gestores e representantes das instituições de pesquisa brasileiras, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Met Office, do SIN/Newton Fund Network e da Embaixada e Consulado de São Paulo.


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

SSC Inicia Amanhã na Suécia Nova Operação de Lançamento

Olá leitor!

Segundo foi anunciado em 08/09 passado pela Swedish Space Corporation (SSC), no dia de amanhã (01/10) deverá ser iniciada na Base de Esrange, na Suécia, a campanha de lançamento dos dois foguetes da “Operação O-STATES (Oxygen Species and Thermospheric Airglow in The Earth's Sky)”, operação esta que deverá se estender até o dia 31/10.

Vale dizer que o próprio site da SSC é controverso quanto aos foguetes que serão utilizados nesta operação, gerando a duvida se será um novo foguete denominado S31/Orion ou se o já conhecido S30/Orion, pois dependendo da página que você consulte as informações são conflitantes.

Duda Falcão

Observatório Nacional Fará Programação Especial Pelos 20 Anos do CCE

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (30/09) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destacando que o Observatório Nacional (ON) fará programação especial pelos 20 anos do Ciclo de Cursos Especiais (CCE).

Duda Falcão

Observatório Nacional Fará Programação
Especial Pelos 20 Anos do CCE

Evento vai contar com palestra de pesquisadora brasileira
da NASA e de especialistas internacionais.

Por Ascom do MCTI
Publicação: 30/09/2015 | 08:12
Última modificação: 29/09/2015 | 17:16

Acontece entre os dias 5 e 9 de outubro o 20º Ciclo de Cursos Especiais (CEE) do Observatório Nacional (ON/MCTI). O evento, promovido pela Divisão de Programas de Pós-Graduação do ON, acontece na sede da entidade vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), no Rio de Janeiro (RJ). Os cursos ofertados abrangem temáticas como Astrofísica Extragalática, Astrofísica Estelar e Galática, Cosmologia e Ciências Planetárias.

"Certamente, o CCE tem sido, ao longo dessas duas décadas, bastante importante na formação de novos pesquisadores, não somente do Observatório, mas da comunidade nacional e sul-americana. É, portanto, um evento bastante bem sucedido, que completa 20 anos pronto para seguir pelos próximos 20 anos", destacou o coordenador da área de Astronomia e Astrofísica do ON e da comissão organizadora do CCE, Jaílson Alcaniz.

As atrações principais serão as duas palestras que serão ministradas pela pesquisadora do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, Rosaly M. C. Lopes. A astrônoma brasileira falará sobre "A superfície de Titã: os resultados da missão Cassini-Huygen" aos participantes do CCE. O público em geral terá uma apresentação diferenciada com a pesquisadora, com título ainda não definido.

Para a edição deste ano, foram convidados especialistas internacionais. Entre eles, Gerry Gilmore (University of Cambridge – Reino Unido), Jean-Pierre Bribing (Université Paris-Sud 11 e Institute d'Astrophysique Spatiale – França), Piero Madau (University of California Santa Cruz – Estados Unidos) e Alan Heavens (Inperial College London – Reino Unido).


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Ex-Bolsista da Área de Física do CsF Recebe Prêmio no Reino Unido

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (29/09) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) destacando que ex-bolsista do Programa Ciência sem Fronteiras (CsF).

Duda Falcão

Ex-Bolsista do CsF Recebe
Prêmio no Reino Unido

Cayke Felipe dos Anjos cursou Física na
Universidade St Andrews, localizada na Escócia.

Por Ascom do MCTI
Publicação: 29/09/2015 | 18:55
Última modificação: 29/09/2015 | 18:56

Mais um estudante que participou do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) foi premiado por sua atuação em uma instituição de ensino superior estrangeira. O pesquisador Cayke Felipe dos Anjos recebeu menção na Dean's List da Universidade de St Andrews, do Reino Unido. A láurea é concedida pela instituição em reconhecimento à excelência acadêmica. Cayke obteve 17 dos 20 pontos destinados aos melhores alunos.

O ex-bolsista do CsF foi aceito no programa no final de 2013 e teve como destino a Escócia. O estudante fez parte do corpo discente do Departamento de Física da Matéria Condensada da universidade escocesa. Apenas 15 brasileiros do programa foram aceitos em St Andrews.

Após o período na Europa, Cayke retornou ao Brasil e agora cursa o último ano de graduação em física na Universidade de São Paulo (USP).


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Comentário: Parabéns ao jovem Cayke Felipe dos Anjos por aproveitar a oportunidade que lhe foi dada pela Sociedade Brasileira dando retorno ao investimento feito. Exemplos como este são realmente positivos e estimulantes. Entretanto eu gostaria de perguntar ao incompetente ministro do MCTI, o energúmeno Aldo Rebelo, quantos diferentemente do jovem Cayke foram passear mundo afora à custa de erário publico? Existe um estudo sério que comprove o custo beneficio deste programa?

UFABC Rocket Design Realiza Com Sucesso Lançamento de Nova Versão do Foguete Boitatá

Olá leitor!

A equipe “UFABC ROCKET DESIGN” da Universidade Federal do ABC (UFABC) realizou no dia 27 de setembro passado da Fundação CEU - Centro de Estudos do Universo, em Brotas-SP, mais um lançamento bem sucedido do seu foguete Boitatá. (Boitatá X)

Para este lançamento o Boitatá X (primeiro foguete desenvolvido pela equipe) foi remodelado e reconstruído e teve como objetivo nesta missão testar os novos sistemas desenvolvidos, garantindo assim a eficácia dos equipamentos durante as competições vindouras.

Veja abaixo o link do vídeo do lançamento:


Vale lembrar que o Projeto Boitatá conta desde o seu início com o valioso apoio da empresa ALLTEC Materiais Compostos e em nossa opinião, sendo uma equipe de uma universidade paulista, a mesma bem que poderia contar com o apoio da FIESP (principalmente visando sua participação no IREC de 2016 nos EUA) como ocorre com a equipe ITA ROCKET DESIGN do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Além do lançamento bem sucedido de seu foguete Boitatá X, vale completar que alguns dias antes, mais precisamente no dia 21 de setembro, representantes da equipe estiveram visitando o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Nesta importante visita, os jovens estudantes da UFABC tiveram a oportunidade de conhecer a estrutura do instituto e de firmar uma parceria entre as duas instituições, após uma reunião com o Dr. Gilder Nader, coordenador da Área de Aerodinâmica Espacial e Engenharia do Vento. Com esta parceria, a equipe UFABC ROCKET DESIGN espera ter a oportunidade de obter um ganho técnico e experimental imenso no desenvolvimento de seus foguetes.

Complementando vale dizer que o IPT (para quem não o conhece) é um dos institutos de pesquisa mais avançados do país e que está em atividade há mais de 100 anos, atuando em diversas áreas voltadas para a tecnologia.

Abaixo segue algumas fotos da campanha de lançamento do Foguete Boitatá X.

Duda Falcão

Equipe formada por Heitor Rodrigues, Vinicius Fernandes,
Victoria Arantes, Gabriel Furlan, Alexandre Goulart, Cauê Napier,
Rebecca Travaglia, Vinicius Riemma, Érica Motta, Gabriel Lopes Yamato,
Lucas De Oliveira Morais e Luan Henrique Glasser

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Simpósio Premia Artigo de Pesquisador do INPE na Área de Computação Aplicada

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que Simpósio premia artigo de pesquisador do instituto na área de Computação Aplicada.

Duda Falcão

Simpósio Premia Artigo na
Área de Computação Aplicada

Terça-feira, 29 de Setembro de 2015

O trabalho “Time Performance Formal Evaluation of Complex Systems”, de  Valdivino Alexandre de Santiago Júnior, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), e Sofiène Tahar, da Concordia University (Canadá), recebeu a terceira colocação entre os melhores artigos do XVIII Simpósio Brasileiro de Métodos Formais (SBMF 2015), realizado na última semana em Belo Horizonte (MG).

Tecnologista do Laboratório Associado de Computação e Matemática Aplicada (LAC) do INPE, Valdivino realizou uma avaliação de desempenho sob a perspectiva de tempo para sistemas complexos, tomando como estudo de caso o Experimento Científico protoMIRAX, um projeto em desenvolvimento na Coordenação de Ciências Espaciais e Atmosféricas (CEA) do INPE.

O trabalho foi desenvolvido na Concordia University, em Montreal, por meio de uma bolsa BSP do Programação de Capacitação Institucional (PCI) do CNPq. Valdivino é docente do Programa de Pós-Graduação em Computação Aplicada (CAP) do INPE e desenvolve pesquisas em Verificação Formal de Sistemas/Software (Model Checking Funcional e Probabilístico), Testes de Software Baseados em Modelos, Processamento em Linguagem Natural e Análise de Desempenho.

O SBMF, ligado ao Congresso Brasileiro de Software: Teoria e Prática (CBSoft 2015), é um simpósio dedicado ao estudo e à aplicação de Métodos Formais para o desenvolvimento de produtos de software com maior ênfase, mas também para sistemas em geral. É o principal evento do setor no Brasil e um dos mais relevantes na comunidade internacional de Métodos Formais e de Engenharia de Software. O comitê de avaliação de artigos do simpósio é formado por pesquisadores das principais universidades brasileiras e de países como Inglaterra, Portugal, Itália, Estados Unidos, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Suíça e Canadá.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Equipes da Telebras e Visiona Avaliam na França Construção do Satélite Geoestacionário

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada ontem (28/09) pelo site da TELEBRAS informando que equipes da empresa e da Visiona avaliam na França construção do Satélite Geoestacionário.

Duda Falcão

Equipes da Telebras e Visiona Avaliam na
França Construção do Satélite Geoestacionário

28 de setembro de 2015

Equipes da Telebras e da Visiona iniciam nesta segunda-feira (28), na França, uma série de reuniões técnicas com especialistas da empresa Thales Alenia Space para analisar o estágio e a evolução da construção do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC).

Pelo cronograma enviado pela Thales Alenia, a construção do satélite está adiantada em dois meses. O satélite será lançado no final do ano que vem e levará banda larga de alta qualidade a todo o Brasil, complementando a rede terrestre da Telebras, atualmente com 25 mil km e que chega a todas as regiões brasileiras. O satélite servirá para reforçar o programa de banda larga do governo e também as comunicações militares.

Na França, participarão de uma reunião prévia de avaliação das atividades de construção do satélite nos últimos três meses o gerente de Satélite da Telebras, Sebastião do Nascimento Neto, um representante da Visiona e outro da Thales Alenia. No encontro será verificado se a construção segue as especificações pré-definidas e também será discutido e aprovado o planejamento do projeto para os próximos meses.


Em seguida, os presidentes da Telebras, Jorge Bittar; da Visiona, Eduardo Bonini, e da Thales Alenia avaliam e convalidam a decisão da comissão.

Esta é a primeira visita de Jorge Bittar às instalações da Thales Alenia, nas cidades de Toulouse e Cannes, para verificar o estágio da construção do satélite geoestacionário. Ele está acompanhado do diretor Técnico, Paulo Kapp, e do gerente de Satélite da Telebras, Sebastião Nascimento.

Após as reuniões na França, Bittar e Kapp seguem para a China, onde participarão na cidade de Shenzhen, no período de 6 a 9 de outubro, de reuniões com técnicos do governo chinês para estudar parcerias na área de inovação tecnológica entre a Telebras e empresas chinesas. A viagem à China é em atendimento a um convite do governo do país asiático.


Fonte: Site da TELEBRÁS - http://www.telebras.com.br

Perdidos no Espaço - INPE e o Fiasco das Imagens do CBERS

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo postado hoje (29/09) no site do “defesanet,com” destacando que em meio fiasco de não ter imagens da Amazônia, INPE anuncia a montagem do CBERS-4B.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - ESPECIAL ESPAÇO - TECNOLOGIA

Perdidos no Espaço - INPE e o
Fiasco das Imagens do CBERS

Em meio fiasco de não ter imagens da Amazônia, 
INPE anuncia a montagem do CBERS 4B

Júlio Ottoboni
Especial DefesaNet
29 de Setembro, 2015 - 11:00 ( Brasília )

Fonte: AEB
Arte do satélite CBERS 3 e 4.

No mês passado (Agosto), dois técnicos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) seguiram para a China e conseguiram decodificar as primeiras imagens do CBERS 4 das câmeras estratégicas para o acompanhamento do desmatamento da Amazônia. Apesar de já ter mais de um terço de sua vida útil gasta, o satélite sino-brasileiro funciona perfeitamente, inclusive enviando as imagens para as torres de recepção do INPE. No entanto, a direção do instituto não tem o software para decodificação das imagens.

O custo do CBERS 4 foi de US$ 125 milhões e produzido sob o argumento que ajudaria na fiscalização, monitoramento e nas políticas de redução do desmatamento criminoso da Amazônia. Mas tudo está paralisado neste sentido pela falta do software, que é de uma empresa brasileira, a AMS Kepler. O contrato foi encerrado com o fim das atividades do CBERS 2B. De lá para cá, nada de renovação e nem perspectiva disto.

O proprietário, Antônio Machado e Silva, um ex-servidor do INPE, explicou que o contrato terminou em dezembro de 2011, e sua participação efetiva no processamento dos dados foi concluída em dezembro de 2013. Ou seja, um ano antes do lançamento do CBERS 4. Um verdadeiro fiasco até agora sem explicações satisfatórias, pois neste período o desmatamento amazônico explodiu como o maior da história e as imagens da maior reserva florestal e hídrica na faixa tropical do planeta estão  somente de posse dos chineses, parceiros no projeto do satélite de sensoriamento remoto. Mas que por sua vez, não as repassam ao Brasil e nem fornecem o software para rodar nos computadores brasileiros.

O pior de tudo, essas imagens eram tidas como estratégicas para os planos de defesa da região. O planejamento da missão previa que, três meses depois do lançamento, o ajuste dos parâmetros das quatro câmeras a bordo, duas delas de fabricação brasileira (a MUX, mais complexa e de melhor resolução espacial, e a WFI), produzidas pela empresa OPTO (empresa Estratégica de Defesa, atualmente em recuperação judicial), estaria concluído. Com isso, um novo acervo de imagens do satélite entraria em operação para garantir ao Brasil autonomia no monitoramento do desmatamento da floresta amazônica; da crise hídrica do Sudeste; do crescimento urbano; e das áreas agrícolas país afora.

Para o desespero dos pesquisadores do departamento de Observação da Terra, do INPE, a missão CBERS 4 está 70% completa e os 30% mais importantes, que são as imagens produzidas, apenas uma parte está sob domínio do Brasil. Chineses e brasileiros estão se omitindo em relação a este ponto, tido como crucial para a sucesso da missão. Na tentativa de minimizar o problema, os pesquisadores do INPE estão usando imagens de outros satélites, inclusive de um indiano, mas que são deficientes na cobertura da floresta.

Não bastasse a falha grotesca, a direção do INPE quer agir de maneira compensatória aos mais de 70 mil usuários de imagens ambientais e obter  mais detalhados da cobertura vegetal da região para abastecer o Sistema Brasileiro de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER), responsável pelo acionamento da Polícia Federal, IBAMA e órgãos estaduais de meio ambiente quanto aos crimes ambientais ocorridos na faixa amazônica.

O próximo satélite da família, o CBERS  4A, será lançado em 2018 na China, pelo foguete Longa Marcha. Na realidade um backup, com peças redundantes que não foram utilizadas na construção do CBERS 4 e serão usados para evitar num novo intervalo por falta de planejamento e projetos para a continuidade da parceria.  Para lançar esse novo equipamento os custos estimados superam a casa dos R$ 250 milhões, pois o Laboratório de Integração e Testes ( LIT) terá que ser ampliado.

Nota DefesaNet

Na edição, de 28 Setembro de 2015, o jornal Valor publicou a matéria "Satélite vai monitorar desmatamento na Amazônia". (veja essa matéria na íntegra aqui no Blog)

Com informações do INPE a jornalista da matéria detalha fatos que simplesmente são fantasiosos.

Complementa com esta pérola:

Outra ideia, que está sendo amadurecida, é a possibilidade de o satélite ser transportado para a China pela aeronave KC390, novo jato de transporte militar da Força Aérea Brasileira (FAB), que está sendo produzido pela Embraer. "Vamos trabalhar nessa possibilidade, até porque teríamos que pagar pelo transporte do satélite para a China e fazer isso com uma aeronave brasileira seria uma oportunidade muito interessante".”



Comentário: Pois é leitor, é como eu digo, não se tapa um sol com uma peneira. Mas apesar disto o Sr. Braga Coelho continua tendo espaço na mídia para continuar vendendo fantasias para Sociedade Brasileira. Enfim.... Bom gostaria de agradecer aos leitores Jahyr Jesus Brito e Iurikorolev pelo envio deste artigo

Satélite CBERS-4 Vai Monitorar Desmatamento na Amazônia

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo publicado dia (28/08) no site do Jornal Valor Econômico e postado no dia de hoje (29/09) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que o Satélite CBERS-4 lançado em dezembro do ano passado vai monitorar desmatamento na Região Amazônica.

Duda Falcão

Satélite Vai Monitorar
Desmatamento na Amazônia

Virgínia Silveira
Jornal Valor Econômico
De São José Dos Campos
28/09/2015

O quarto satélite sino-brasileiro de recursos terrestres (CBERS-4), lançado em dezembro do ano passado, na China, vai reforçar a produção de mapas de alta resolução da situação da floresta amazônica. Os dados mais detalhados da cobertura vegetal da região também alimentarão o sistema brasileiro de detecção de desmatamento em tempo real (Deter), que gera avisos imediatos para a Polícia Federal, IBAMA e órgãos estaduais de meio ambiente. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), parceiro da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST) no programa CBERS, distribui cerca de 700 imagens por dia do CBERS para mais de 70 mil usuários ligados ao meio ambiente.

O CBERS-4, de acordo com o diretor do INPE, Leonel Perondi, já disponibilizou cerca de 2 mil imagens na internet, mas a distribuição regular de dados é prevista para acontecer nos próximos dois meses, porque ainda se encontra em fase de ajustes.

O programa de cooperação sino-brasileira na área espacial, que existe há 26 anos, lançou cinco satélites de sensoriamento remoto, popularizando o uso de imagens orbitais no Brasil. Com mais de um milhão de imagens distribuídas gratuitamente pela internet, o país se tornou líder mundial em distribuição de dados que são fundamentais para controlar desmatamentos e queimadas, monitorar áreas agrícolas, recursos hídricos, crescimento urbano, ocupação do solo, entre outras aplicações.

Atualmente, o CBERS é considerado um dos principais programas de sensoriamento em todo o mundo, ao lado do americano Landsat, do francês Spot e do indiano ResourceSat. Duas das quatro câmeras instaladas no satélite CBERS são brasileiras e fazem o registro de imagens da floresta amazônica com uma resolução de 20 e de 64 metros.

O próximo satélite da família, o CBERS 4A, será lançado em 2018 na China, pelo foguete Longa Marcha. Segundo Perondi, as empresas brasileiras fornecedoras de 50% dos subsistemas do satélite devem iniciar a produção dos equipamentos ainda este ano. "Estamos aguardando a aprovação no Congresso do protocoloco complementar ao Acordo Quadro sobre Cooperação em Aplicações Pacíficas de Ciência e Tecnologia no Espaço Exterior, o que é esperado para acontecer em breve".

Para o diretor do INPE, o programa CBERS representa um grande avanço na capacitação da indústria nacional. "Com a operação em órbita de câmeras de alta resolução, o Brasil passa a integrar um seleto grupo de países com a capacidade de projetar e fabricar sensores para imageamento do planeta", disse.

A experiência com os chineses, segundo ele, também garantiu ao Brasil a oportunidade de exercitar todo o ciclo de vida de um sistema espacial. "Hoje temos plena capacidade para especificar a missão, o projeto, fabricação, integração e testes de um satélite, além de operá-lo em órbita".

O novo acordo com a China definiu que os trabalhos de montagem, integração e testes do CBERS-4A serão realizados no Laboratório do INPE. Para estar mais preparado, o INPE está investindo na ampliação do seu Laboratório de Integração e Testes (LIT).

O projeto prevê um investimento total de R$ 260 milhões, mas para a primeira fase, que envolve a construção do prédio onde ficarão instaladas novas câmeras de testes de qualificação para satélites de grande porte, estão previstos R$ 45 milhões. Os recursos serão repassados pela FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos).

O LIT está equipado com salas limpas e com câmaras capazes de simular as condições reais de vibração, aceleração e choque durante o lançamento de um satélite, assim como as condições de temperatura e vácuo presentes no ambiente espacial. O projeto de expansão contempla a compra de um vibrador de maior porte e de uma nova câmara para medir parâmetros de antenas de campo próximo (distância entre a antena transmissora e a receptora).

Outra ideia, que está sendo amadurecida, é a possibilidade de o satélite ser transportado para a China pela aeronave KC-390, novo jato de transporte militar da Força Aérea Brasileira (FAB), que está sendo produzido pela Embraer. "Vamos trabalhar nessa possibilidade, até porque teríamos que pagar pelo transporte do satélite para a China e fazer isso com uma aeronave brasileira seria uma oportunidade muito interessante".

O novo satélite, que será similar ao seu antecessor CBERS 4, tem um custo total estimado de US$ 75 milhões. A parte brasileira, correspondente a 50% do satélite, custará R$ 100 milhões. "Cerca de 40% do satélite já está pronto, porque muitos equipamentos foram produzidos em duplicidade para o CBERS-4", afirma o coordenador do segmento espacial do programa CBERS no INPE, Antônio Carlos de Oliveira Pereira Júnior. Até o fim deste ano, diz ele, Brasil e China deverão apresentar o projeto técnico de uma nova família de satélites de observação da Terra.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

CLBI Assina Acordo de Cooperação Mútua com a Empresa Avibrás

Olá leitor!

Foi publicado pelo Comando da Aeronáutica (COMAER) do Ministério da Defesa (MD) no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (29/09), um “Extrato de Cooperação Mútua” entre o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) e a empresa brasileira AVIBRAS Insustria Aeroespacial S.A. Abaixo segue o extrato como publicado no DOU.

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA AEROESPACIAL

CENTRO DE LANÇAMENTO DA BARREIRADO INFERNO

EXTRATO DE COOPERAÇÃO MÚTUA

Processo: 67703.003823/2014-54;
Partes: União, Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica, neste ato representado pelo Centro de Lançamento da Barreira do Inferno e Avibras Indústria Aeroespacial S.A - CNPJ: 60.181.468/0001-51;
Objeto: Possibilitar o desenvolvimento de ações para fomentar o aprimoramento das equipes envolvidas com o rastreio dos engenhos aeroespaciais, análise e revisão de procedimentos visando o afastamento da possibilidade de falha operacional utilizado-se uma área de lançamento adequada e segura, com material e pessoal treinado e equipado com sistemas de rastreio e de recebimento de dados, para obtenção da trajetória e dos dados de voos devidamente processados pela estação de solo de Telemetria;
Vigência: 17/11/2014 a 07/07/2017; e
Data de Assinatura: 23/09/2014.

Bom leitor eu creio que esse acordo de cooperação mútua esteja diretamente ligado a continuidade do Projeto FOGTREIN.

Duda Falcão


Fonte: Diário Oficial da União – Seção 03 - pág 16 - 29-09-2015

Sequência de Fotos Mostra Óvni ao Lado de Superlua no DF

Olá leitor!

Segue abaixo mais uma notícia ufológica postada ontem (28/07) no site “G1” do globo.com destacando que Sequência de Fotos tirada por celular por uma engenheira civil brasiliense mostra Óvni ao lado de Superlua no DF.

Duda Falcão

DISTRITO FEDERAL

Sequência de Fotos Mostra Óvni
ao Lado de Superlua no DF

Objeto luminoso teria subido na diagonal e depois tentado contornar satélite.
São 21 registros, feitos com celular durante um minuto, diz engenheira civil.

Raquel Morais
Do G1 DF
28/09/2015 - 13h50
Atualizado em 28/09/2015 - 17h03

(Foto: Lais Maciel/Arquivo Pessoal)
Objeto luminoso ao lado da Superlua fotografado
por moradora de Brasília.

Uma sequência de fotos feita em Brasília mostra um objeto voador não identificado ao lado da Superlua no início da noite deste domingo (27). As imagens foram tiradas na altura de Engenho das Lajes, no Distrito Federal, a partir das 18h14, no intervalo de um minuto. O G1 procurou a Força Aérea Brasileira e o Portal da Ufologia Brasileira para saber se houve algum registro oficial a respeito, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.

“Ela me ligou na hora e falou ‘eu vi
um ET, eu vi um ET. Falei que não,
‘você viu uma luz, a gente não sabe
o que é’. Depois o pai dela me ligou,
e ele também tem certeza de que é.
Eu achei estranho por causa do movimento.
Não era como o de um avião, que vai em
linha reta. Eles acharam estranho porque
estava muito rápido e porque sumiu"

Vivian Taham,
Engenheira Civil

De acordo com a engenheira civil Viviane Taham, o objeto era brilhante e se movia em diversas direções, como que dando a volta em torno do satélite. “Apareceu do lado esquerdo, subiu na diagonal, foi na horizontal para a direita ainda, como se contornasse a Lua. Foi na horizontal rápido, desceu na diagonal, aí foi como se fosse para trás. Aí sumiu.”

As fotos – 21 no total – foram feitas por acaso pela filha dela, que queria registrar com o celular o eclipse lunar total – que pôde ser observado do continente americano até o Oriente Médio e que só voltará a acontecer em 2033. A menina estava com duas colegas e o pai dentro do carro, e todos ficaram impressionados com a visão.

“Ela me ligou na hora e falou ‘eu vi um ET, eu vi um ET. Falei que não, ‘você viu uma luz, a gente não sabe o que é’. Depois o pai dela me ligou, e ele também tem certeza de que é. Eu achei estranho por causa do movimento. Não era como o de um avião, que vai em linha reta. Eles acharam estranho porque estava muito rápido e porque sumiu”, afirma.

Vivian afirma que a garota não está com medo e que se sente empolgada diante do “flagrante”. A família não pensa, no entanto, em submeter os registros a alguma avaliação especializada.

“Não sei se acredito ou não [em ETs]. Nunca tinha pensado nessa possibilidade, nunca tinha visto nada parecido. Não duvido, não. O pai dela ainda falou comigo que achou muito estranho mesmo.

Na foto não dá para sentir como o negócio era a olho nu, era muito brilhante, a foto não pegou o tanto que o negócio era brilhante, ele disse”, declarou a engenheira civil. “Já minha filha fala que ela, quando assistia às reportagens, não acreditava, mas que agora acredita.”


Fonte: Site “G1” do globo.com – 28/09/2015

Comentário: Pois é leitor, são casos como esse que precisam ser investigados para comprovar a sua veracidade ou não, e não esconder o fato, negar a sua ocorrência ou vir a público com explicações arrogantes e estapafúrdias regularmente difundidas pela mídia quando de ocorrências como estas. Como se a nossa espécie fosse o supra-sumo do universo, o que não é. O dever da ciência é buscar esclarecimento para o que não é compreendido, seja este esclarecimento estarrecedor ou não, a verdade tem de ser passada para sociedade, doa em quem doer, e este esclarecimento cabe a comunidade científica. Um detalhe curioso, essa notícia foi postada também no site oficial da Força Aérea Brasileira (FAB)