quinta-feira, 30 de junho de 2016

Invertirán $ 2900 Millones Para Desarrollar y Poner en Órbita Nuevos Satélites

Hola Lector!

Sigue abajo una comunica puesta  hoy (30/06) en el website argentino “Cronista.com” señalando que Argentina invertirá US $ 2,9 mil millones para desarrollar e implementar nuevos satélites en órbita

Duda Falcão

EDICIÓN IMPRESA NEGOCIOS 

Invertirán $ 2900 Millones Para Desarrollar
y Poner en Órbita Nuevos Satélites

El dinero se utilizará en la construcción de varios satélites durante
este año; generar un software para el procesamiento de
imágenes y finalizar el lanzador Tronador II

Por MARÍA GABRIELA ENSINCK
30.06.16 | 00:00

La empresa rionegrina Invap está trabajando con
proveedores nacionales en el satélite Saocom.

Sólo 11 países del mundo tienen capacidad para desarrollar y poner en órbita satélites y uno de ellos es la Argentina. El Plan Espacial Nacional que se lanzará próximamente desde el Ministerio de Ciencia, Tecnología e Innovación Productiva, involucra una inversión de $ 2.900 millones para este año, y desembolsos anuales similares hasta 2027.

La idea es impulsar la construcción de satélites de baja órbita como el Saocom, para observación terrestre, y el Sabia-MAR, un satélite argentino-brasileño de información sobre recursos hídricos. También se usará para la puesta a punto del lanzador Tronador II para satélites livianos y el desarrollo de empresas proveedoras de partes y servicios. La iniciativa no incluye a Arsat (hoy bajo la órbita del Ministerio de Comunicaciones), cuyo tercer satélite de una serie de ocho, el Arsat III, está discontinuado.

"Uno de los objetivos de este plan es generar capacidades, recursos humanos y tecnologías para la consolidación de un complejo industrial específico", apuntó Fernando Hisas, gerente de Proyectos de la Comisión Nacional de Actividades Espaciales (Conae). "En las primeras misiones, los paneles solares satelitales eran importados y hoy se fabrican localmente, así como instrumentos de navegación GPS avanzados y otros componentes", agregó.

Por su parte, Agustín Campero, secretario de Vinculación Tecnológica del ministerio de Ciencia, sostuvo que "en esta etapa se va a trabajar sobre una nueva generación de satélites de arquitectura segmentada: livianos y de menor tamaño, cuya colocación en órbita es más económica y simple".

La industria satelital local involucra a tres grandes jugadores: Invap, propiedad de la provincia de Río Negro con participación de la Comisión Nacional de Energía Atómica, CNEA; Arsat, creada en 2006, y uno de cuyos negocios es la construcción de satélites para comunicaciones; y VENG, compañía que funciona en las instalaciones de la Conae en Falda del Carmen, Córdoba. A estas empresas se suman unas 70 Pymes proveedoras, generando 1700 empleos directos.

"Estamos trabajando en el Saocom, un satélite de observación terrestre que será lanzado en 2017", comentó Guillermo Benito, gerente del Área Espacial de Invap. No obstante, el ejecutivo admitió que están demorados los proyectos Arsat y SARE (satélite de arquitectura segmentada). "Tenemos previsto seguir exportando y ahora estamos enviando un sistema de navegación y una computadora de abordo a Brasil", apuntó Benito y destacó que "de nuestros 2000 empleados, 500 se dedican a la fabricación de satélites y tenemos 50 pymes proveedoras, lo que implica 200 empleos más. En los últimos años pasamos de un 50% de partes nacionales a un 70%".

Una de las empresas proveedoras de esta industria es Sur Emprendimientos Tecnológicos, que surgió hace 10 años para desarrollar software de procesamiento de imágenes satelitales. Presentó su caso en la reciente jornada ‘Satélites por y para Argentinos’, organizada por la Conae. "Es una actividad que no se hacía en el país, ya que estábamos fabricando satélites pero no procesábamos las imágenes", comentó Alberto Perez Casinelli, uno de sus fundadores.

La firma, hoy con 53 empleados, provee software geoespacial para el agro, seguros y organismos del Estado y exporta servicios a la región. "La industria satelital es clave, porque la información geoespacial es vital para tomar decisiones en la producción", destacó.


Fuente: Website Cronista.com – http://www.cronista.com

Comentario en español: Es lector, 2,9 millones de dólares serán invertidos por la Argentina en los próximos años para que alcancen la autosuficiencia espacio, por lo que sin duda vienen al club de las Naciones que domina el ciclo completo de acceso al espacio. Como he estado diciendo que es una cuestión de compromiso. Este compromiso con Brasil y sus putos gobiernos tienen, que desde la llegada de los gobiernos civiles por parte del gobierno de COLLOR DE MELLO al gobierno desastroso e irresponsable de DILMA ROUSSEFF. Por desgracia para nosotros este intrascendente ROUSSEFF y sus compassas destruyeron lo poco que quedaba de nuestra PEB y sinceramente no creen que el Gobierno TEMER hará lo que sea por el bien de nuestra "Patito Feo". En respuesta a la pregunta de nuestro lector argentino Martin Marteletti, de la ciudad de Santa Cruz (Patagonia Argentina), antes de que dicho señor Guillermo Benito (director del Área de Espacio de la INVAP) en relación con la presentación por la empresa para Brasil un sistema de navegación y una computadora de bordo, creo que tienes razón Marteletti, estos dispositivos deben ser utilizados por la Amazônia-1 satélite brasileño. Quiero aprovechar esta oportunidad para darle las gracias públicamente para enviar Marteletti esta noticia.

Comentário em Português: Pois é leitor, 2,9 bilhões de dólares serão investidos pela Argentina nos próximos anos para eles atingirem a autossuficiência espacial, e entrarem assim definitivamente para o Clube das Nações que domina o ciclo completo de acesso ao espaço. Como eu venho dizendo é uma questão de compromisso. Compromisso este que o Brasil e seus governos de merda não tiveram, isto desde a chegada dos governos civis a partir do governo de COLLOR DE MELO até ao desastroso e irresponsável governo da DILMA ROUSSEFF. Infelizmente para nós esta inconsequente ROUSSEFF e seus compassas destruíram o pouco que ainda restava de nosso PEB e sinceramente não creio que o Governo TEMER venha fazer qualquer coisa em prol de nosso “Patinho Feio”. Em resposta a pergunta do nosso leitor argentino Martín Marteletti, da cidade de Santa Cruz (região da Patagônia Argentina), diante do que disse o Sr. Guillermo Benito (gerente da Área Espacial da INVAP) em relação ao envio por esta empresa para o Brasil de um sistema de navegação e de um computador de bordo, eu creio Marteletti que você esteja certo, estes equipamentos deverão ser usados pelo Satélite Brasileiro Amazônia-1. Aproveito para lhe agradecer publicamente Marteletti pelo envio desta notícia.

Espionagem Americana Ensinou Brasil a Proteger Seus Dados

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria do jornalista Luis Nassif publicada hoje (30/06) pelo site do “Jornal GGN” destacando que a Espionagem Americana ensinou o Brasil a proteger Dados.

Duda Falcão

LUIS NASSIF ONLINE

Desenvolvimento - Inovação

Espionagem Americana Ensinou
Brasil a Proteger Seus Dados

Por Luis Nassif
Jornal GGN
Qui, 30/06/2016 - 09:39
Atualizado em 30/06/2016 - 11:24


Jornal GGN – Diante de um contexto de espionagem internacional, tendo que lidar com a realidade da existência de um programa de vigilância global da agência de defesa nacional dos Estados Unidos, o governo brasileiro dá um passo importante para garantir a segurança de suas comunicações. Até o final do ano, o país deverá celebrar o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas, o primeiro satélite público brasileiro.

Construído rigorosamente dentro do cronograma, o satélite será controlado pelo Brasil em estações localizadas em áreas militares, sob coordenação da Telebras e do Ministério da Defesa. O satélite garantirá segurança total nas transmissões de informações estratégicas.

Além disso, o SGDC também oferecerá serviços de banda larga nas regiões menos acessíveis às Forças Armadas. “O governo é o principal cliente, com prioridade para as áreas de grande alcance social, como educação e saúde, em regiões remotas aonde as fibras óticas não chegam”, explicou Jorge Bittar, presidente da Telebras.

O satélite está em fase final de testes e depois segue para o local de lançamento, no Centro Espacial de Kourou, na Guinana Francesa. Ele foi construído com recursos do governo federal, a um custo de R$ 2,5 bilhões.

“Por ser o primeiro tem um custo mais elevado. Nem lançamos o primeiro e já estamos realizando, por exemplo, estudos de espaços orbitais e do estado da arte de novas tecnologias junto aos principais fornecedores para os próximos, que terão custos, com certeza, menores. Trabalhamos com a perspectiva de uma constelação de satélites”, informou  Bittar.

Do Clube de Engenharia


O presidente da Telebras, Jorge Bittar, em entrevista ao Portal Clube de Engenharia confirma que até janeiro de 2017, “talvez já em dezembro de 2016, o país deverá celebrar com muita intensidade o lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), primeiro satélite público brasileiro”. Além de ser o mais avançado, construído rigorosamente dentro do cronograma, o SGDC garante comunicação segura às organizações do governo, entre muitas outras conquistas.

Há muito que comemorar: o satélite garante a comunicação entre as organizações e entidades da administração pública federal e a segurança total nas transmissões de informações estratégicas. E o principal: seu controle será realizado no Brasil em estações localizadas em áreas militares, sob a coordenação da Telebras e do Ministério da Defesa.

Bittar dá forte ênfase aos objetivos do SGDC, esclarecendo que entre os principais está o de prestar serviços de banda larga nas regiões menos acessíveis às Forças Armadas, que será parceira na sua operação. “O governo é o principal cliente, com prioridade para as áreas de grande alcance social, como educação e saúde, em regiões remotas aonde as fibras óticas não chegam”, afirma.

Dentre as muitas razões que merecem ser comemoradas Bittar cita, ainda, a importância da Internet como vetor de desenvolvimento, com  grande alcance social e econômico; o conhecimento técnico que o SGDC traz no sentido de acelerar o programa espacial brasileiro; e os campos estratégicos que vêm sendo abertos para que as empresas brasileiras possam desenvolver tecnologia nacional.

Estágio Final de Testes

Foi dado o último passo antes do embarque para o local de lançamento, sob a responsabilidade da Arianespace, no Centro Espacial de Kourou, Guiana Francesa. O lançamento ocorrerá assim que forem encerrados os testes que atualmente estão sendo realizados na França pela empresa Thales Alenia Space, com acompanhamento da Telebras. 

Com recursos do governo federal,  a um custo global de 2,5 bilhões de reais, incluindo o lançamento, todo o desenvolvimento foi acompanhado pela Telebras, Forças Armadas, Agência Espacial Brasileira e pela Visiona. Empresa da Telebras em parceria com a Embraer, a Visiona foi criada para ser integradora de satélites brasileira e para participar do processo de transferência de tecnologia associado ao contrato com a Thales Alenia Space.

“Por ser o primeiro tem um custo mais elevado. Nem lançamos o primeiro e já estamos realizando, por exemplo, estudos de espaços orbitais e do estado da arte de novas tecnologias junto aos principais fornecedores para os próximos, que  terão custos, com certeza, menores. Trabalhamos com a perspectiva de uma constelação de satélites”, informa o presidente da Telebras.

Bandas Ka e X

Por meio da banda Ka, o SGDC terá capacidade para tramitar, simultameamente, 54 gigabits por segundo, sendo considerado pelo Governo Federal como prioritário para expandir o acesso à banda larga. Ao mesmo tempo, por meio da banda X, o satélite será utilizado para transmissões militares.

Com o lançamento poderão ser atendidos mais de dois mil municípios, com a oferta de serviços de acesso à internet em banda larga, em especial na região Norte do País. O SGDC também permitirá a interligação de diversos projetos estratégicos no campo da defesa, como o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (Sisgaaz) e o Sistema de Defesa Aérea (Sisdabra).

Quando for ao espaço, O SGDC ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo o território brasileiro e o oceano Atlântico. De lá, o satélite vai se comunicar com uma antena de 18 metros de altura, 13 metros de diâmetro e 42 toneladas, localizada em Brasília (DF) e uma segunda antena ficará no Rio de Janeiro (backup). Já instalados e em testes e treinamento das equipes de operação, o centro de controle de Brasília fica em área da Aeronáutica, próxima ao aeroporto e o do Rio, em área da Marinha, na Ilha do Governador.

Cinco HUB's de telecom, chamados "gateways", estarão em Brasília, Rio, Florianópolis, Campo Grande(MS) e Salvador. O projeto é fruto da parceria entre os ministérios da Defesa, das Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Inovação. A expectativa, após um período de ajustes, é que permaneça ativo por um período de quinze anos.

Veja como funciona o satélite:



Fonte: Site do Jornal GGN - 30/06/2010

Comentário: Que o jornalista Luis Nassif me perdoe, mas pode-se dizer tudo sobre esse satélite, menos que ele tenha contribuído para o avanço da tecnologia brasileira na área, e muito menos que o mesmo seja seguro para os dados brasileiros, enfim... Se mexer vai feder.... Mais um souvenir da administração desastrosa da debiloide petista.

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Esta é a ultima quinta-feira do mês de junho e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até esta semana 13 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTAProjeto JupiterUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Grupo Pionners Grupo: GREAVE. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS:Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, até o momento apenas quatro colaboradores finalizaram suas contribuições no mês de junho no vakinha.com.br. Eles foram:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Fabrício Kucinskis (INPE)
3 - Jose Felix de Santana, Prof. (presidente do CEFEC)
4 - Leo Nivaldo Sandoli

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Homologado o Resultado Final do Cargo TJ01 do Concurso da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico do INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (29/06) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que foi homologado o resultado final do cargo TJ01 do Concurso da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico do instituto.

Duda Falcão

Homologado o Resultado Final do Cargo
TJ01 do Concurso da Carreira de
Desenvolvimento Tecnológico

Quarta-feira, 29 de Junho de 2016

O Diário Oficial da União publicou nesta quarta-feira (29/6) o Edital Nº 12 referente ao concurso público para o provimento de vagas da Carreira de Desenvolvimento Tecnológico do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

O edital, disponível aqui, homologa o resultado final exclusivamente para o cargo de código TJ01.

Todos os editais e informações sobre o concurso público da carreira de Desenvolvimento Tecnológico no INPE podem ser acessados a partir da página:



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) 

Espectrógrafo Brasileiro Mostrará as Muitas Cores das Estrelas

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia postada ontem (28/06) no site “Inovação Tecnológica”, destacando que Espectrógrafo Brasileiro mostrará as muitas cores das estrelas.

Duda Falcão

ESPAÇO

Espectrógrafo Brasileiro Mostrará
as Muitas Cores das Estrelas

Com informações do LNA
28/06/2016

[Imagem: Bruno Castilho/LNA]
O espectrógrafo é capaz de observar, em uma única imagem,
desde o ultravioleta até próximo do infravermelho.

Espectrógrafo

Pesquisadores do Laboratório Nacional de Astrofísica (LNA), em Itajubá (MG) preparam-se para entregar, no mês que vem, o Steles, o primeiro espectrógrafo de alta resolução projetado e construído no Brasil.

O equipamento será instalado no telescópio SOAR (Southern Astrophysical Research Telescope), no Chile, um consórcio internacional que reúne parceiros brasileiros, norte-americanos e chilenos.

"Esse instrumento pega a luz de uma estrela ou de uma galáxia e a separa em comprimentos de onda. O diferencial é que ele é capaz de observar, numa única imagem, desde o ultravioleta até próximo do infravermelho", explica o pesquisador Bruno Castilho.

Segundo ele, o Steles aperfeiçoará as pesquisas astronômicas permitindo uma medida mais acurada da matéria que compõe os objetos celestes. "Há muita vantagem [...] observar vários aspectos do mesmo objeto numa única observação. Ele coletará informações como a temperatura, a gravidade da superfície, a rotação e a composição química das estrelas com uma observação apenas. Poucos instrumentos instalados no mundo são capazes disso."

Espectrógrafo STELES

Steles é uma sigla de SOAR Telescope Echelle Spectrograph, ou Espectrógrafo Echelle para o Telescópio SOAR.

Echelle, palavra francesa para escada, ou degraus, é um tipo de superfície que induz a difração da luz por meio de ranhuras otimizadas para operar com feixes de elevado ângulo de incidência, obtendo assim difrações de alta ordem.

O instrumento é usado em espectroscopia, uma técnica que permite captar a luz do corpo celeste que está sendo observado e separá-la em seus diversos comprimentos de onda, ou cores.

[Imagem: LNA]
Esquema da montagem do espectrógrafo no telescópio SOAR.

O estudo dessas diversas cores, ou linhas de absorção da luz, permite derivar quais e quanto de um elemento químico há no corpo celeste, como cálcio ou ferro, por exemplo, além de ajudar a determinar sua massa, temperatura, gravidade, raio e velocidade de rotação.

"Além de mostrar as linhas, o espectro das estrelas, com muitos detalhes, o Steles também consegue observar na região do ultravioleta, e com isso a gente pode, por exemplo, observar as linhas de berílio, elemento químico formado no início do universo, durante o Big Bang. Daí pode-se determinar a idade das estrelas e encontrar respostas sobre a evolução estelar. O Steles vai suprir essa lacuna para pesquisadores brasileiros e para a comunidade internacional", prevê Castilho.

Feito no Brasil

O equipamento, composto por mais de cinco mil peças, a maior parte projetada por engenheiros e pesquisadores do LNA, custou cerca de R$ 2,5 milhões.

"O projeto, a construção, a montagem e toda a parte mecânica foram feitos no Brasil. O que não existia no país nós projetamos no LNA e produzimos em fábricas da região. Tentamos nacionalizar ao máximo o projeto, importando poucos componentes, como os elementos ópticos," informou Castilho.

Para o diretor do LNA, isso comprova a capacidade brasileira em inovar e capacitar pessoas para atuar em ciência, tecnologia e inovação. "A gente conseguiu construir o equipamento. Isso gera uma capacitação que é a gente poder construir instrumentos para o Brasil e até para o mercado internacional. Podemos fabricar no Brasil," ressaltou.



Fonte: Site Inovação Tecnológica - http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Veja o Resultado Oficial do IREC 2016

Olá leitor!

Saiu o resultado oficial do IREC 2016 e as equipes brasileiras participantes, ou seja, a “ITA Rocket Design” do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e a equipe do “Projeto Júpiter” da EPUSP, infelizmente terminaram na décima primeira e vigésima quarta posição geral respectivamente entre as 44 equipes participantes. Veja abaixo o resultado oficial.


Vale lembrar que a Equipe do ITA participou desta competição com o Foguete RD-06, foguete este que alcançou apenas a altura de 5800 pés, já que um erro inesperado durante a subida causou a ejeção prematura do paraquedas principal.

Equipe do EPUSP participou da competição com o Foguete NABO-1, foguete este que infelizmente falhou quando a porta que segurava o sistema de paraquedas não aguentou os esforços e abriu ainda na subida. Assim sendo, o arrasto gerado pela porta e pelos paraquedas abertos com o foguete a cerca de 200 m/s foi suficiente para desvia-lo da trajetória, estraçalhando o mesmo e lançando detritos a vários metros de distância.

Apesar de tudo, continuaremos torcendo pelas nossas equipes e que venha o IREC 2017. Parabéns a todos.

Duda Falcão

Brasília é a Primeira Cidade a Receber o Programa Globe da NASA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (28/06) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB), destacando que Brasília é a primeira cidade a receber o Programa Globe da NASA.

Duda Falcão

Brasília é a Primeira Cidade a
Receber o Programa Globe da NASA

Coordenação de Comunicação Social (CCS)
28/06/2016

Fotos: Valdivino Junior/AEB
Representantes da AEB e do Programa Globe.

A Capital Federal foi a primeira cidade brasileira a receber o Globe, programa mundial de educação ambiental da NASA que permite a professores e alunos participarem da coleta de dados e do processo científico para melhor compreender o meio ambiente e os sistemas de nosso planeta.

Uma parceria entre a Agência Espacial Brasileira (AEB) e a Agência Norte Americana (NASA) garantiu ao Brasil o desenvolvimento do programa que teve como primeira iniciativa a realização do Workshop Globe do Brasil. As atividades iniciaram-se na manhã de segunda-feira (27.06), na sede da AEB, e se encerram na quarta-feira (29.06).

Na abertura do workshop os participantes receberam as boas vindas via teleconferência do diretor de implementação do Globe, Tony Murphy. Ele destacou a importância do programa no mundo e a satisfação de implementá-lo no Brasil.

O programa Globe está capacitando 60 professores das escolas de ensino médio e fundamental da Secretaria de Educação do Distrito Federal, e esses serão responsáveis em passar os conhecimentos a novos professores. Implementado esse mês, em Brasília, o Globe chegará a todas as unidades da Federação.

Capacitação – “Os professores capacitados irão utilizar os protocolos da NASA, na coleta de dados atmosféricos e hidrológicos, bem como a inserção desses dados na plataforma mundial de dados ambientais disponibilizados pela agência norte-americana”, afirmou a coordenadora nacional do Globe, na Argentina, Marta Kingsland.

A coordenadora ressaltou a relevância da primeira oficina do Globe no Brasil, especialmente em Brasília, que aparece como exemplo de qualidade de vida e modernidade. O programa de aprendizado e observações para os benefícios da terra tem como visão manter e melhorar o ambiente da Terra, a nível local, regional e mundial. Tem ainda como missão promover o ensino e a aprendizagem da ciência, melhorar a educação, a gestão ambiental, assim como promover as descobertas científicas.

A bióloga peruana, Claudia Cecilia Caro Vera, apresentou aos professores de forma interativa as quatro mensagens do programa Globe. Por meio de um vídeo ela ministrou uma aula motivacional em que os participantes de uma forma intuitiva responderam as quatro mensagens do programa. São elas: qualquer pessoa pode ser cientista, querer aprender melhor, gerar informação e partilhar as informações.

Acordo -Segundo o presidente da AEB, José Raimundo Coelho, o acordo foi discutido com a NASA durante três anos, e é muito importante para o Brasil. “Temos aqui o programa AEB-Escola, mas o da NASA é mais abrangente, pois explica o sistema Globo da Terra. “Hoje não se faz nada sem utilizar o espaço, por isso a importância de manter um espaço de paz”, disse o presidente.

“Temos que trabalhar com as pessoas que cuidam do espaço. As crianças são nosso foco especial. A área espacial tem sua simbologia e desperta o interesse dos jovens. Além de formar recursos humanos, é fundamental que as pessoas saibam a importância da Terra”, afirmou o presidente que já foi professor de ciências, na Secretaria de Educação do DF.

As atividades do Globe continuam nesta terça-feira (28.06), no Parque da Água Mineral, em Brasília, com trabalho de campo, usando GPS e bússola. Durante todo o dia serão levantados dados sobre temperatura, umidade, precipitação, nuvens e coberturas, macro invertebrados, entre outros. Os dados da pesquisa no Brasil serão inseridos no site do Globe.

Professores da Secretária de Educação do DF.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Bom leitor, toda e qualquer iniciativa educacional que seja motivada unicamente na melhora da formação de professores e de nossos jovens, ela tem de ser implementada e conduzida com seriedade. O Programa Globe apesar de atender alguns destes requisitos é preciso que se tenha em mente de que o que realmente motivou a NASA em lança-lo não foi exatamente disseminar este conhecimento através do mundo como ela vem propagando, e sim montar uma rede a seu serviço com um custo bem mais em conta (de boas intenções leitor o inferno está cheio, especialmente nas relações entre nações). Entretanto, mesmo sendo este o objetivo, não há como negar que os países participantes desta iniciativa podem realmente colher benefícios, desde que a mesma seja conduzida com dinamismo, competência e seriedade dentro de seus territórios, coisa difícil de acreditar se tratando do Brasil. Outra coisa que é preciso destacar é que independentemente desta iniciativa ser positiva ou não (dependendo do ponto de vista) ela é direcionada a coleta de dados dos países participantes e Dados caro leitor, podem ser usados de forma positiva ou não, sejam eles Ambientais, Climáticos, Territoriais, etc... dependendo da motivação de quem os possui, portanto ela também é potencialmente perigosa. Está é mais uma demonstração de que os americanos sabem do que estão fazendo e eu neste momento gostaria de saber quais os países aderiram a este programa?

“Queremos Crear Una Agencia Espacial Para América Latina”

Hola Lector!

Sigue abajo una comunica puesta  dìa (26/06) en el website argentino “Perfil.com” com el director de la Comisión Nacional de Actividades Espaciales (CONAE) de Argentina, el Dr. Conrado Varotto, que quieren crear una agencia espacial para América Latina.

Duda Falcão

CIENCIA

CONRADO VAROTTO, DIRECTOR DE LA CONAE

“Queremos Crear Una Agencia
Espacial Para América Latina”

El físico asegura que de esta forma se podrían asumir misiones de mayor
envergadura. Los nuevos proyectos satelitales y el respaldo al Gobierno.

26/06/2016 | 01:25

“Queremos Crear Una Agencia Espacial Para América Latina”

Es considerado “el padre de la actividad espacial argentina”. Conrado Varotto, nació en Italia pero llegó en su infancia a la Argentina, un país que destaca: “le dio todo”. Se doctoró en física en el Instituto Balseiro y, becado por el Conicet, se perfeccionó en la Universidad de Stanford. A su regreso, concibió la idea de crear una empresa de tecnología inspirada en las que se estaban fundando en Silicon Valley: el Invap en Bariloche.

Desde 1994 es el director ejecutivo y técnico de la Comisión Nacional de Actividades Espaciales (Conae), donde trabajan 344 profesionales, entre agentes y becarios. Desde esa fecha ha puesto en órbita cuatro satélites para la observación de la Tierra. Y va por más. Acaba de presentar junto a su equipo un ambicioso Plan Nacional Espacial para el período 2016-2027, que avanza en la construcción de los satélites de la Misión Saocom y las pruebas con vehículos experimentales para el lanzador espacial argentino Tronador II (ver recuadro).

Pero, además, trabaja en un nuevo concepto: la arquitectura segmentada, que consiste en desarollar satélites pequeños y livianos capaces de trabajar en red y crear una constelación. El objetivo es que varios satélites pequeños trabajando coordinadamente puedan cumplir con las mismas funciones que un satélite de grandes dimensiones con menor tiempo de desarrollo y a más bajo costo.

“La actividad espacial que desarrolla la Conae tiene como objetivo tener un impacto en las actividades socioeconómica del país, el uso de la ciencia y la tecnología de máximo nivel pero orientada hacia  necesidades concretas. El fin de la Conae no es producir un conocimiento y dárselo a otro que lo pague sino más bien el concepto de un bien público, dar un servicio”, le explicó Varotto a PERFIL.

En este sentido, destacó la construcción de los satélites de observación de la Tierra Saocom 1A y Saocom 1B que Argentina lanzará en 2017 y 2018, respectivamente, y que integrarán el Siasge (Sistema Italo Argentino de Satélites para la Gestión de Emergencias), con aplicaciones en agricultura, geología y clima.

“Tenemos un programa que se llama 2Mp (dos millones de pibes) dirigido a chicos entre 8 y 16 años para que aprendan a utilizar la información espacial que generamos con los satélites de observación en sus actividades diarias”, contó Varotto. “En las charlas los chicos me preguntan por qué nosotros no vamos a Marte. Aunque Argentina no está en condiciones de meterse en un programa espacial para ir a la Luna, estamos pensando en proyectos de mayor envergadura mas allá de la Tierra”.

Para eso, según el ingeniero, hay que ir al concepto de la Agencia Espacial Europea. “Argentina es un gran promotor de crear una agencia espacial regional, ya se han firmado acuerdos de trabajo con varios países”, sostuvo.

—Desde 1994 usted pasó por muchos gobiernos. ¿Qué diferencias encuentra entre el macrismo y los anteriores?

—Uno escucha muchas cosas pero la realidad es que en el área espacial lo único que nos ha pasado es que cada vez que hubo un cambio de administración no sólo tomaban el plan que elaborábamos sino que nos pedían más. Nosotros no nos liberamos de los vaivenes del país, si hay crisis hay crisis. Pero desde el punto de vista de la actitud, cada vez los argentinos comprenden más la importancia de la ciencia y la tecnología para el desarrollo del país. Pero también los gobiernos cada vez lo entienden más y actúan más.

—Pero hay una parte de la comunidad científica que está muy preocupada por los recursos destinados a ciencia y la decisión de posponer proyectos como Arsat III.

—No hay que confundir temas que hacen a cuestiones de servicios con ciencia y tecnología. Que haya una empresa en el medio que sufra o no si un proyecto se cancela, lo dijo bien claro porque yo fundé esa empresa (Invap), es muy diferente a decir que este Gobierno no apoya la CyT. Que siga Lino Barañao es la mejor demostración de que a este Gobierno le interesa la ciencia. Simpre pasa que ante los cambios, algunos miembros de la comunidad científica tienen esa actitud desconfiada. Pero yo considero que no hay nada para preocuparse.

Un Nuevo Test para el Tronador II

La Argentina continúa adelante con el proyecto Tronador II para tener un lanzador propio de satélites. La Comisión Nacional de Actividades Espaciales (Conae) prevé que en agosto se hará una nueva prueba del prototipo VEX 5A en Pipinas, al este de la provincia de Buenos Aires.

“En su origen el Tronador está pensado como un lanzador de alta precisión con capacidad para colocar  satélites de no más de 200 kilos en las órbitas que necesitamos, que son las polares. La ventaja es que en la forma que esta concebido es muy inmediato darle más capacidad, pasar del Tronador II al III, que podría poner en órbita satélites de hasta mil kilos”, explicó Conrado Varotto, director de la Conae. “No es que estamos entrando al mercado de los lanzadores porque queremos competir internacionalmente. Se trata de una necesidad intrínseca del concepto arquitectura segmentada. Como beneficio adicional, vamos a poder dar servicios a terceros”, sostuvo. También se avanza en la construcción de una base de lanzamiento de satélites definitiva en Puerto Belgrano.


Fuente: Website Perfil.com – http://www.perfil.com

Comentario en español: Buen lector, aunque estoy de acuerdo con el Director de la CONAE que realmente necesitamos una Agencia Espacial de América Latina, no creo que este es el momento. En primer lugar tenemos que extiguir vez que los gobiernos populistas en la región, por lo que esta iniciativa puede alcanzar el éxito sin que esta agencia corerrá el riesgo de convertirse en "percha de empleo", o una pieza de manipulación por parte de éstos gobiernos de mierda.

Comentário em Português: Bom leitor, apesar de concordar com o Diretor da CONAE de que precisamos realmente de uma Agência Espacial Latino Americana, não creio que este seja o momento. Primeiramente temos de extiguir de vez os governos populistas da região, para que assim esta iniciativa possa atingir exito. Sem isto esta Agencia corerrá o risco de virar 'cabide de emprego', ou peça de manipulação por parte destes governos de merda.

Dia Nacional de Lançamento de Minifoguetes: Formulário Para Inscrição

Olá leitor!

O Prof. Carlos Henrique Marchi postou uma nota ontem (28/06) no "Blog Minifoguete", com um convite aos fogueteiros brasileiros para participarem do Dia Nacional de Minifoguetes. Participem!

Duda Falcão

Dia Nacional de Lançamento de Minifoguetes
[2]: Formulário Para Inscrição

Convido todos a participarem do Dia nacional de lançamento de minifoguetes.

Os objetivos são:

·         Popularizar os minifoguetes e o foguetemodelismo.
·         Divulgar a Associação Brasileira de Minifoguetes.
·         Divulgar o Festival Brasileiro de Minifoguetes (2017).
·         Comemorar o lançamento do Sputnik 1 em 4 Out 1957.

A atividade principal será o lançamento de minifoguetes simultaneamente por todos os interessados em várias cidades e estados brasileiros.

As equipes que estão se preparando para o Festival Brasileiro de Minifoguetes, a ser realizado em fevereiro de 2017 em Curitiba, poderiam aproveitar um dia de seus testes.

Para participar, basta que cada equipe ou grupo de foguetes, ou pessoa individualmente lance pelo menos um minifoguete.

Quem tiver interesse em participar desse evento, por favor, faça a inscrição através do formulário disponível em


Informações:

·         Recomenda-se que os lançamentos sejam feitos no dia 8 Out 2016 (sábado) mas também poderá ser no dia 9, 15 ou 16 Out 2016, principalmente no caso de chuva ou vento forte no dia 8.
·         Não é necessário ser sócio da BAR para participar desse evento.
·         Quem precisar, a BAR pode enviar uma carta pedindo apoio na realização do evento.
·         Qualquer dúvida ou sugestão: minifoguete@gmail.com


Fonte: Blog “Minifoguete“ - http://minifoguete.blogspot.com.br

CTI Renato Archer Mais Que Dobra Oferta de Vagas Para Cursos do Instituto Federal de SP

Olá leitor!

Segue agora uma nota postada dia (27/06) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) destacando que o CTI Renato Archer mais que dobrará oferta de vagas para cursos do Instituto Federal de SP.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

CTI Renato Archer Mais Que Dobra Oferta de
Vagas Para Cursos do Instituto Federal de SP

Unidade de pesquisa do MCTIC em Campinas (SP) passará a abrigar até
600 estudantes do ensino médio e superior do Instituto Federal de São Paulo.
Parceria começou em 2013 para formação em análise de sistemas e eletrônica.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 27/06/2016 | 16:24
Última modificação: 27/06/2016 | 16:40

Crédito: Divulgação/CTI Renato Archer
Gestão dos recursos é compartilhada entre as instituições
presentes no campus do CTI Renato Archer.

Uma nova ala do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) será inaugurada, em julho, no campus do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, em Campinas (SP), dobrando a oferta de vagas para o ensino médio e superior. Hoje, 240 estudantes do IFSP estão matriculados nos cursos de análise e desenvolvimento de sistemas e de eletrônica, que ocupam seis salas de aula no CTI. Com o novo espaço, serão 600 vagas para ensino médio profissionalizante e superior. 

"Nós vamos ampliar consideravelmente nossa capacidade de formar recursos humanos apenas aproveitando um prédio que estava desativado. Isso vai ser muito importante para a região de Campinas. A cidade tem um potencial enorme na área de eletrônica e de softwares e, por isso, é conhecida como Vale do Silício brasileiro. Com a ampliação, vamos poder formar mais mão de obra capacitada para atuar nesses setores", destacou o diretor do CTI Renato Archer, Victor Mammana.

O CTI Renato Archer é uma unidade de pesquisa vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A parceria com o IFSP começou em 2013 com a assinatura de um acordo de cooperação com o Ministério da Educação. Os cursos estão em funcionamento há três anos, e a primeira turma se forma em 2016.

Segundo Victor Mammana, o custo para a adequação das instalações foi de R$ 35 mil, em uma parceria entre o CTI, o MCTIC e o MEC. Além de dividirem o espaço, as instituições também compartilham os gastos. O IFSP contribui com quase 20% dos custos do campus do CTI. "Isso mostra que é possível fazer mais com menos. Os custeios para manutenção do prédio, limpeza e vigilância, por exemplo, são rateados entre o CTI e o IFSP. Isso nos permite ter mais recursos para serem aplicados nas nossas missões institucionais e fortalece a atuação de ambos."


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

Comentário: Caro leitor, o CTI Renato Archer é um desses institutos brasileiros que deveriam está firmemente imbuído em ajudar no desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro, mas as únicas iniciativas neste sentido deste instituto que tenho conhecimento são o Projeto CITAR (Circuitos Integrados Tolerantes à Radiação) e um projeto de desenvolvimento de um software para Rede de Pluviômetros do CEMADEN, este na área de monitoramento de desastres naturais. Enfim, falta comprometimento, visão, querer realizar algo realmente relevante em prol do país se valendo da infraestrutura existente. Isto só realmente ira ocorrer de verdade quando tivermos governantes e não larápios oportunistas e vagabundos.