sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Brasileiros Competem na Argentina na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA)

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicado no site da "Revista GALILEU" no dia (29/09) destacando que Brasileiros competir em Córdoba, na Argentina, na “Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA)”

Duda Falcão

GALILEU - CIÊNCIA

Brasileiros Competem na Olimpíada Latino-
Americana de Astronomia e Astronáutica

Conheça os cinco estudantes que compõem a delegação brasileira

Por Redação Galileu
29/09/2016 - 16H09
Atualizado 16H0909

(Foto: Flickr/Peter Merholz)

Na próxima semana, a cidade de Córdoba, na Argentina, sediará a VIII Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica.

O evento ocorrerá entre os dias 2 e 8 de outubro e será dividido em três partes: teórica, prática e de reconhecimento do céu. Os participantes também farão parte de uma competição de lançamento de foguetes.

A delegação brasileira será composta por cinco estudantes. São eles: Beatriz Marques de Brito, Henrique Barbosa de Oliveira e Nicolas Almeida Verras, de São Paulo capital; Mateus Siqueira Thimóteo, de Mogi das Cruzes, em São Paulo; e Lucas Camargo da Silva, de Florianópolis, em Santa Catarina. Eles serão guiados pelos astrônomos João Canalle e Júlio Klakfe, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Paulista (UNIP), respectivamente.

Boa sorte aos nossos estudantes!


Fonte: Site da Revista Galileu - 29/09/2015 - http://revistagalileu.globo.com

Capacidades Futuras da FAB São Abordadas em Evento no ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada ontem (29/09) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que Capacidades Futuras da FAB são abordadas em evento no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Duda Falcão

SIMPÓSIO

Capacidades Futuras da FAB São
Abordadas em Evento no ITA

Em palestra de abertura, Vice-chefe do EMAER apresenta
necessidades operacionais da FAB para os próximos 25 anos

Por Ten Jussara Peccini
Agência Força Aérea
Publicado: 29/09/2016 - 17:00h

Fotos: Agência Força Aérea/ Sargento Batista
EMAER indica as capacidades necessárias à FAB do futuro.

As características do poder aéreo do futuro deverão orientar as pesquisas desenvolvidas pelo Programa de Pós-Graduação em Aplicações Operacionais do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). Esse foi o tema da palestra de abertura da 18ª edição do Simpósio de Aplicações Operacionais de Defesa que se encerra nesta sexta-feira (30/09) em São José dos Campos (SP). O evento conta com 340 inscritos, 13 palestras técnicas, cinco minicursos e 58 trabalhos acadêmicos.

“Eu trago uma proa geral para que os trabalhos, as soluções, saiam daqui”, afirmou o Vice-chefe do Estado-Maior da Aeronáutica, Major-Brigadeiro do Ar Carlos de Almeida Baptista Júnior. “A própria Concepção Estratégica [Força Aérea 100] lança essas capacidades de uma força aérea mais moderna, mais integrada com as forças co-irmãs, de uma capacidade dissuasória capaz de desmotivar possíveis hostilidades. Aqui no ITA, temos uma atividade específica para se estudar a parte operacional de emprego da força aérea como um poder aéreo de combate”, detalhou.

Alunos do ITA e de outras universidades
pesquisas área de defesa.

O oficial-general também enfatizou o deságio de explorar a área espacial nos próximos anos. De acordo com a Estratégia Nacional de Defesa, a área de defesa cibernética está com o Exército Brasileiro, a nuclear com a Marinha e a espacial com o Comando da Aeronáutica. “A partir de agora isso será intensificado”, disse ao lembrar que a instituição sempre esteve envolvida com os projetos da área, como o Veículo Lançador de Satélites (VLS).

Desafios e oportunidades da área espacial – A mesa de debates reuniu as principais instituições brasileiras da área para debater desafios e oportunidades de capacitação da área aeroespacial, como Agência Espacial Brasileira (AEB), Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo (CISCEA) e Núcleo do Centro de Operações Espaciais Principal (NuCOPE-P).

Fórum debateu oportunidades e desafios no setor espacial.

O representante do Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe), Marco Chamon, defendeu as pesquisas do programa espacial para a formação de recursos humanos. Para o pesquisador, na área espacial “se aprende fazendo”. “A capacitação de recursos humanos precisa do programa espacial e vice-versa”, explicou. Ele também observou que há um “hiato” em áreas de conhecimento da engenharia e entre gerações de profissionais.

Este aspecto também foi abordado pelo coordenador da pós-graduação do ITA. De acordo com o professor Antonio Passaro, para suprir o lapso temporal na formação de profissionais, desde 2012, o ITA criou um programa de especialização em conjunto com os Institutos de Aeronáutica e Espaço (IAE) e Estudos Avançados (IEAV).

 “Os aprendizes de feiticeiros precisam aprender com os feiticeiros”, comparou sobre as aposentadorias iminentes de uma geração de profissionais brasileiros que construíram o conhecimento da área espacial do país. A partir de 2017, o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) também passará a oferecer o curso dentro do PPGAO.

Sobre o programa de pós-graduação de aplicações em defesa - O Programa de Pós-Graduação de Aplicações Operacionais (PPGAO) surgiu da análise do Estado-Maior da Aeronáutica de que era necessário estudar o emprego operacional da FAB. Hoje, dispõe de cinco linhas de pesquisa nas áreas de comando e controle e defesa cibernética; sistema de armas; guerra eletrônica; análise operacional e engenharia logística; bioengenharia e defesa química, biológica, radiológica e nuclear (DQBRN). Neste ano, conta com 27 alunos das Forças Armadas. Outros 20 candidatos estão aguardando seleção para ingressar em 2017 no curso.

Veja a reportagem:


Evento reúne 340 profissionais até sexta (30) no ITA.
Representante do INPE.
Vice-diretor do DCTA destacou a parceria profícua
entre ITA e área operacional.
Pesquisador Geraldo Ferrer da Escola de
Pós-Graduação Naval dos EUA.
Professora Antonella Bogoni, da Itália.
Alunos da UFSC percorreram 800 km para participar. 
Professora da UFSC destaca.
Programação inclui cinco minicursos com
profissionais internacionais.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

10th ABCM Spring School on Transition and Turbulence (EPTT 2016)

Olá leitor!

A Associação Brasileira de Engenharia e Ciências Mecânicas (ABCM) promoveu de 19 a 23/09 em São José dos Campos (SP), o “10th ABCM Spring School on Transition and Turbulence (EPTT 2016)”, evento este organizado pelo DCTA, IAE, IEAv, ITA e pelo o INPE, e que contou com o suporte da FAPESP, do CNPq, do CAPES, da Fundação Conrado Wessel, da CHARIS Technologies, do CeMEAI, da Boeing, da EMBRAER e da Westenberg Wind Tunnels.

O evento que teve a coordenação da Dra. Ana Cristina Avelar do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), contou com a presença de destacados cientistas no campo da Aerodinâmica, do Brasil e vários países, como Inglaterra, EUA, Austrália, França, entre outros, além de militares de alta patente da Força Aérea Brasileira (FAB).

Um público seleto também fez-se presente, como graduandos, mestrandos e doutorandos de várias Universidades, principalmente do ITA, em geral acompanhados dos seus orientadores.

Visitas aos túneis de vento do ITA, IAE, IEAv e ao Laboratório de Integração e Testes (LIT) do INPE complementaram o evento, que culminou com um delicioso Coktail servido no Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB).

Abaixo segue algumas fotos do evento enviado ao Blog pelo Sr. Paulo Gontran Ramos do Centro Gaúcho de Pesquisas Aeroespaciais (CEGABA) e um dos associados da Brazilian Association of Rocketry (BAR) que teve o privilegio de participar deste evento fazendo bons contatos, segundo ele, como um bom ouvinte.

Para maiores detalhes sobre este importante evento visite o site do mesmo pelo link: http://eventos.abcm.org.br/eptt2016

Duda Falcão

O Sr. Paulo Gontran Ramos entre a Dra. Ana Cristina Avelar
e o Dr. José Bezerra Pessoa Filho, ambos do IAE.

Galvão Toma Posse Como Diretor do INPE e Enfrentará Grandes Desafios

Olá leitor!

Segue abaixo a matéria publicada ontem (28/09) no “Blog SindCT Espacial” tendo como destaque a posse do novo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Duda Falcão

Galvão Toma Posse Como Diretor do
INPE e Enfrentará Grandes Desafios

Redação SindCT
Shirley Marciano
28 de setembro de 2016

Fotos: Shirley Marciano
Ricardo Galvão assina termo de posse.

Depois de mais de quatro meses de atraso para nomear e dar posse ao novo diretor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) para os próximos quatro anos,  o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, passou a faixa para o novo diretor no dia 26 de setembro do corrente, no Auditório do INPE. Portanto, sai Leonel Fernando Perondi para a entrar Ricardo Magnus Osório Galvão. A publicação da nomeação no Diário Oficial União (DOU) ocorreu em 22 de setembro.


Diferente do que acontece normalmente nesses eventos de posse, a imprensa não estava presente, mas compareceram diversas autoridades da área aeroespacial, como José Raimundo Braga Coelho, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), o prefeito de São José dos Campos, Carlinhos Almeida, além do Ministro Kassab. A cerimônia foi rápida e discreta. O ministro não ficou nem para o beija-mão, e driblou os dirigentes sindicais ao escapulir por uma saída dos fundos do INPE.

A nomeação demorou a acontecer. No dia 28 de abril a lista com os três nomes indicados pelo Comitê de Busca já estava nas mãos da ministra em exercício, Emília Ribeiro Curi. Essa postergação aconteceu, possivelmente, pelo contexto político do País, mas, sobretudo, porque havia inúmeras contestações a respeito do processo de busca do novo diretor. Mas, apesar da consumação da posse, ainda continua em aberto dois processos na Justiça. 


É bom deixar claro que os apontamentos que o SindCT tem feito não se referem à pessoa do Galvão, que é certamente capacitado para assumir a função, como já foi dito a ele na ocasião de uma troca de e-mails para uma entrevista ao Jornal do SindCT. Os questionamentos estão relacionados à forma como foi constituído o Comitê de Busca.

Após a cerimônia das comemorações dos 55 anos do INPE-- sim, casaram os dois eventos --, quando teve início o protocolo de Posse. Perondi falou sobre as realizações durante o seu mandato e agradeceu a todos. Na sequência, Galvão e Kassab assinaram os termos para oficialização da posse ao cargo. Assim, já como diretor, Galvão destacou as dificuldades enfrentadas no País na área econômica e o quanto isto tem afetado as instituições.

"Estamos atravessando um problema econômico que atinge todas as unidades de Ciência e Tecnologia, o que é muito semelhante às dificuldades do INPE, principalmente no que diz respeito à deficiência de pessoal  e de recursos orçamentários. No entanto, a história mostra que  foi sempre em período de dificuldades que grandes instituições científicas souberam reavaliar seus programas, aprimorar àqueles com resultados  mais contundentes e portadores de futuro, estabelecendo novas prioridades".

Ele continua, apresentando uma reflexão paradoxal ao que havia dito. "Por outro lado, há também exemplos de instituições que sucumbiram em período de crise, se acomodando às glórias do passado, sem se dar conta de que a ciência moderniza seus questionamentos  e altera os seus paradigmas".


O ponto a ser destacado nas palavras do novo diretor foi sua retórica à respeito de uma decisão tomada pelo governo federal que desagradou a todos-- a fusão dos Ministérios da Ciência e Tecnologia com o das Comunicações. Com essa posição, ele fica na contramão da comunidade científica inteira-- inclusive da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC)  e da Academia Brasileira de Ciência (ABC), que ambas se declaram contra a junção dos dois ministérios. 

"Kassab está consciente das dificuldades enfrentadas pela comunidade científica e atuará, eficazmente, para melhorá-las.  Aliás, já demonstrou de forma clara  o seu compromisso, se posicionando com determinação contra o contingenciamento de recursos  para a área de ciência e tecnologia, mantendo o diálogo aberto, franco e cortês com essa comunidade, mesmo em momentos em que foi contestado por manifestantes politicamente motivados", afirmou Galvão.


Mas, num conjunto da obra, sua exposição foi bastante positiva. Disse em diversos momentos que pretende dialogar com os vários atores da comunidade, que quer um assento para o INPE no Conselho da AEB e ainda disse almejar um Programa Espacial como o dos chineses ou indianos. 

Ele fez uma dura crítica a processos antigos e recentes que deram maus resultados. "No passado e mais recentemente houve muitos exemplos de orientações políticas e programas  estabelecidos  por grupos reservados, com poderes de esferas de governo, que produziram resultados desastrosos".

Galvão também reforçou a ideia, já proferida por diversas autoridades, mas que até o momento não houve resultados práticos. "O programa espacial  tem que ser um programa de Estado com garantia de continuidade e de cumprimento de metas, principalmente àquelas estabelecidas em acordos internacionais. Por outro lado, o cumprimento das metas não pode continuar sofrendo atrasos inaceitáveis pela incerteza de garantia de recursos humanos  e financeiros".


Por fim, ele disse também que "apesar da ciência brasileira ter alcançado alto nível no cenário internacional, a profundidade de seus alicerces  continua muito pouca, devido, principalmente, a um exagerado enfoque na publicação de artigos científicos. Essa atitude levou a uma priorização  das importações de equipamentos e instrumentos, mesmo de alguns que poderiam ser produzidos no País". 

Aqui o discurso na íntegra.

Ricardo Galvão possui graduação em Engenharia de Telecomunicações pela Universidade Federal Fluminense (1969), mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1972), doutorado em Física de Plasmas Aplicada pelo Massachusetts Institute of Technology (1976) e Livre-Docência em Física Experimental pela Universidade de São Paulo (1983). Tem experiência na área de Física, com ênfase em Física dos Fluídos, Física de Plasmas e Descargas Elétricas, atuando principalmente nos seguintes temas:física de tokamaks, ondas e instabilidades em plasmas, ondas de Alfvén, transporte em plasmas termonucleares, descargas com elétrons fugitivos e aplicações tecnológicas de plasmas (Curriculum Lattes).


Fonte: Blog SindCT Espacial - http://sindctespacial.blogspot.com.br

Empresário Elon Musk Iniciará Colonização de Marte em 2022

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (28/09) no “Portal TERRA” destacando o fantástico anuncio feito pelo empresário Elon Musk da empresa SpaceX na ultima terça-feira no Congresso Internacional de Astronáutica, que ocorre em Guadalajara no México.

Duda Falcão

ESPAÇO

Empresário Elon Musk Iniciará
Colonização de Marte em 2022

EFE/Portal Terra
28 set 2016 - 04h22
Atualizado às 17h02

Os seres humanos poderão viajar para Marte a partir do ano 2022 em uma nave que transportaria entre 100 e 200 pessoas a cada 26 meses, afirmou nesta terça-feira, no México, o cientista e empresário Elon Musk.

Qualquer pessoa "com alguns dias de treino" poderá seguir para o Planeta Vermelho em uma viagem que custaria entre US$ 100 mil e US$ 200 mil, de acordo com a bagagem que leve, declarou o fundador da empresa de transporte aeroespacial SpaceX.

O sonho de conquistar Marte será possível com "uma comunidade autossustentável" de pelo menos um milhão de pessoas, um desafio que levaria entre 40 e 100 anos com uma frota de 1 mil naves interplanetárias, segundo cálculo do próprio Musk.

Embora o custo estimado de levar uma pessoa para este planeta pelos métodos tradicionais é de US$ 10 bilhões, Musk afirmou que sua empresa tem o desafio de diminuir o "custo médio de uma casa nos Estados Unidos".

O empresário se tornou no orador mais esperado do Congresso Internacional de Astronáutica, que acontece em Guadalajara, e reúne os diretores de agências espaciais de todo o mundo.

Foto: EFE
Elon Musk, dono da fabricante de carros elétricos Tesla,
prometeu que a nave será "a maior construída até agora"

Sua palestra, "Fazendo aos humanos uma espécie interplanetária", foi uma das mais movimentadas não só por parte de especialistas e pesquisadores, mas por jovens estudantes de diversas nacionalidades que assistem ao congresso.

O dono da companhia fabricante de carros elétricos Tesla prometeu que a nave será "a maior construída até agora", com capacidade de levar "dois ou três toneladas de carga" com todas as ferramentas que permitam construir uma comunidade autossustentável.

"Poderá ter fundições, pizzarias, o que seja" para conseguir a colonização do planeta, disse Musk, acrescentando que os primeiros habitantes deverão ter "espírito aventureiro, talento e vontade".

Quem desejar voltar para a Terra poderá fazê-lo de maneira gratuita, afirmou. A nave teria serviços como restaurante, cinema, jogos e gravidade zero "para deixa-la mais divertida" e atrativa para quem for realizar a viagem.


Fonte: Portal Terra - 23/09/2015 - http://noticias.terra.com.br/

Comentário: Bem leitor, deixe-me ver se entendi direito. A noticia informa que o Sr. Elon Musk disse que a partir do ano 2022 uma nave transportará para o planeta Marte entre 100 e 200 pessoas a cada 26 meses. Bom caro leitor, que me desculpem os otimistas de plantão, mas se realmente estas foras as suas palavras, das duas uma, ou o Sr. Elon Musk está querendo aparecer ainda mais, ou cheirou cocaína ou algo semelhante antes de sair de trás das curtinhas. É claro que essa ideia é um completo desatino e certamente não foi levado a sério pelos profissionais presentes neste Congresso. E digo mais, esta declaração só fez mal a ele mesmo, pois agora pode gerar duvidas se ele está realmente preparado para conduzir com eficiência as perspectivas futuras de sua empresa e até mesmo dúvidas em relação ao seu estado psicológico. Enfim... lamentável.

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Hoje é a ultima quinta-feira do mês de setembro, e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, esta semana mais um grupo se juntou aos 13 grupos já inscritos. Tratou-se do Grupo Supernova Rocketry da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que agora  se juntas aos grupos Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTAProjeto JupiterUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Grupo Pionners Grupo: GREAVE. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas três colaboradores até o momento realizaram suas contribuições no mês de setembro no vakinha.com.br. Eles foram:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Leo Nivaldo Sandoli
3 - Thiago Duarte Pereira

E apenas um colaborador ainda se encontra no processo de realizar sua contribuição no mês de setembro no vakinha.com.br. Ele é:

1 - Antônio Carlos Foltran, Prof. (UP-PR)

E um colaborador já realizou a sua contribuição para o mês de outubro no vakinha.com.br. Ele é:

1 - Leo Nivaldo Sandoli

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo linkhttp://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

Formação de Profissionais Para o Setor Espacial Será Debatido em Simpósio no ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (28/09) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que a formação de profissionais para o Setor Espacial será debatido em simpósio no ITA.

Duda Falcão

FUTURO

Formação de Profissionais Para o Setor
Espacial Será Debatido em Simpósio no ITA

18ª edição do Simpósio de Aplicações Operacionais em Áreas de Defesa
inicia nesta quarta-feira (28/09) em São José dos Campos (SP)

Por Ten Jussara Peccini
Agência Força Aérea
Publicado: 28/09/2016 07:00h


A formação de profissionais para o setor espacial será tema de debate entre academia, setor industrial e forças armadas durante a XVIII edição do Simpósio de Aplicações Operacionais e Áreas de Defesa (SIGE), em São José dos Campos (SP). O evento se inicia nesta quarta-feira (28/09) e se estende até sexta-feira (30) e deve reunir cerca de 300 profissionais de todo o Brasil. A programação completa pode ser acessada aqui. A entrada é gratuita.

“Quem demanda recursos humanos estará aqui. Vamos debater qual direção se pretende para a formação, ou seja, os desafios e as oportunidades na formação desses profissionais”, explica um dos coordenadores do evento, Tenente-Coronel Olympio Lucchini Coutinho, sobre a primeira mesa de debates que será realizada no evento.

O fórum contará com a presença dos principais institutos brasileiros da área, como a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Núcleo do Centro de Operações Espaciais Principal (NuCOPE-P). A partir de 2017 o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) vai receber alunos para uma nova linha de pesquisa na área espacial dentro do Programa de Pós-Graduação em Aplicações Operacionais (PPGAO).

Ao longo de quase duas décadas, o SIGE tornou-se o principal espaço para os segmentos da indústria, da academia e da área operacional – entenda-se as Forças Armadas – debaterem tecnologias de vanguarda para a área de defesa.

“Do ponto de vista acadêmico, podemos dizer que é um importante fórum que reúne os três pilares que impulsionam a área”, afirma o oficial. A organização recebeu mais de 70 inscrições de trabalhos, 15% a mais o que o registrado na última edição.


O evento oferece oficinas com empresas do segmento de defesa. Para esta edição, estão programados cinco minicursos com profissionais de universidades consideradas referências internacionais, sendo dois italianos, dois norte americanos e um sueco. Cada um deles atende a uma das linhas de pesquisa do PPGAO.

“Quando os profissionais estrangeiros participam do simpósio, eles têm a oportunidade de entender o que fazemos aqui e, a partir disso, conseguimos delinear parcerias entre o ITA e instituições internacionais na área de pesquisas operacionais”, relata o Tenente-Coronel Olympio. A partir do SIGE já foram fechadas parcerias com a Escola de Pós-graduação Naval e a Universidade George Mason dos Estados Unidos, entre outros.

Radar multifunção – Um dos minicursos vai abordar uma tecnologia de vanguarda para radares. A professora doutora Antonella Bogoni, do Consórsio Nacional Interuniversitário para Telecomunicações da Itália, falará sobre “Aplicações de microondas fotônicas em radar”.

“É um novo conceito para radares. Um novo radar com multifunção que consegue captar várias frequências”, explica o coordenador. O radar do futuro substituiria vários radares, já que cada um tem uma função distinta. “É como se tivéssemos o disco de vinil e a tecnologia de mp3”, compara.

O PPGAO do ITA já tem resultados nesta linha de pesquisa que busca ultrapassar os limites da eletrônica em radares.


Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Ministro Gilberto Kassab Empossa Novo Diretor Durante Cerimônia de Aniversário do INPE

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota oficial sobre a posse do novo diretor do INPE postada ontem (28/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Duda Falcão

Ministro Empossa Novo Diretor Durante
Cerimônia de Aniversário do INPE

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

A comemoração pelos 55 anos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), na segunda-feira (26/9), contou com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, que deu posse ao novo diretor do órgão, Ricardo Galvão.

Em seu discurso de posse, Galvão falou sobre a necessidade de sinergia com a Agência Espacial Brasileira (AEB), entre outros desafios do INPE, assuntos que também estiveram na pauta de entrevista realizada pelo Portal do MCTIC. Confira aqui as declarações do novo diretor do INPE.


Leonel Perondi, que dirigiu o INPE de maio de 2012 a setembro de 2016, apresentou um balanço de sua gestão e deixou uma mensagem aos servidores por ocasião do aniversário do Instituto. Confira aqui a mensagem de Perondi sobre os 55 anos do INPE, e aqui o balanço da gestão 2012-2016.

Além da posse ao novo diretor e encerramento da gestão atual, na cerimônia foram prestadas homenagens a aposentados e aos servidores que completaram 10, 15, 20, 25, 30, 35, 40 e 45 anos de serviços prestados ao Instituto. Também foram homenageados os servidores-destaque do ano: Andre Rodolpho Silva, da Coordenação de Recursos Humanos (CRH); José Damião Duarte Alonso, da Coordenação de Engenharia e Tecnologia Espacial (ETE); e Luiz Augusto Toledo Machado, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC).

O INPE foi criado em 3 de agosto de 1961. A solenidade de aniversário dos 55 anos foi realizada na segunda-feira por ocasião da visita do ministro. Unidade de pesquisa vinculada ao MCTIC, o INPE deu ao Brasil a capacidade de desenvolver satélites, produzir ciência espacial de qualidade, monitorar nosso território, ter uma previsão de tempo moderna, entender as mudanças globais e fazer com que o Espaço seja parte da sociedade brasileira.



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

INPE Apresenta Taxa de Desmatamento Consolidada do PRODES 2015

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (28/09) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto apresentou a taxa de desmatamento consolidada do PRODES 2015.

Duda Falcão

INPE Apresenta Taxa de Desmatamento Consolidada do PRODES 2015

Quarta-feira, 28 de Setembro de 2016

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), órgão pertencente ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), concluiu o mapeamento e o cálculo da taxa de desmatamento na Amazônia Legal para o período de agosto de 2014 a julho de 2015, atividades realizadas no âmbito do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (PRODES). O resultado final do estudo computou uma taxa de 6.207 km²/ano.

A tabela abaixo apresenta a distribuição da taxa de desmatamento nos estados que compõem a Amazônia Legal:

ESTADODESMATAMENTO (km²/ano)
ACRE264
AMAZONAS712
AMAPÁ25
MARANHÃO209
MATO GROSSO1601
PARÁ2153
RONDÔNIA1030
RORAIMA156
TOCANTINS57
AMAZÔNIA LEGAL6.207

O PRODES computa como desmatamento as áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal – o corte raso.

O valor da taxa consolidada, obtida após o mapeamento áreas de desmatamento com a utilização de 214 imagens do sensor Landsat-8/OLI complementadas por imagens dos sensores ResourceSat-2/LISS-3 e CBERS-4/MUX, é aproximadamente 6,45% acima do estimado pelo INPE em final de novembro de 2015, que foi de 5.835 km², cálculo feito à época com base em 96 imagens Landsat-8/OLI. As imagens utilizadas na estimativa inicial foram selecionadas de modo a cobrir a área onde foram registrados mais de 90% do desmatamento no período anterior (agosto/2013 a julho/2014) e também os 43 municípios prioritários para fiscalização referidos no Decreto Federal 6.321/2007, atualizado em 2009.

Em relação à taxa do período anterior – PRODES 2014, em que foram medidos 5.012 km² de desmatamento, observa-se que a o valor observado no PRODES 2015 representa um aumento de 24% na taxa de desmatamento anual.

A tabela abaixo apresenta a distribuição da taxa de desmatamento nos estados que compõem a Amazônia Legal em 2014 e 2015, bem como sua variação relativa:

ESTADOPRODES 2014
(KM²)
PRODES 2015
(KM²)
VARIAÇÃO (%)
ACRE309264-15
AMAZONAS50071242
AMAPÁ3125-19
MARANHÃO257209-19
MATO GROSSO1075160149
PARÁ1887215314
RONDÔNIA684103051
RORAIMA219156-29
TOCANTINS505714
AMAZÔNIA LEGAL50126.20724

Andamento da taxa de desmatamento anual durante a vigência do PPCDAm

Confira abaixo a evolução das taxas de desmatamento anual desde 2004, ano em que foi criado o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente.

Ano/EstadosACAMAPMAMTPARORRTOAMZ LEGAL
2004728123246755118148870385831115827772
20055927753392271455899324413327119014
20063987883067443335659204923112414286
2007184610396312678552616113096311651
2008254604100127132585607113657410712911
2009 1674057082810494281482121617464
2010259595537128713770435256497000
20112805026639611203008865141406418
2012305523272697571741773124524571
20132215832340311392346932170745891
20143095003125710751887684219505012
201526471225209160121531030156576207
Var.
2015-2014
-15%42%-19%-19%49%14%51%-29%14%24%
Var.
2015-2004
-64%-42%-46%-72%-86%-76%-73%-50%-64%-78%

Os gráficos e tabelas abaixo trazem a série temporal do PRODES para a Amazônia Legal e por Estados na Amazônia Legal.


(a) Média entre 1977 e 1988, (b) Média entre 1993 e 1994


(a) Média entre 1977 e 1988, (b) Média entre 1993 e 1994

Mais informações na página www.obt.inpe.br/prodes


Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)