terça-feira, 25 de abril de 2017

Frente Pela Modernização da Base de Alcântara Será Instalada na Quarta

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante nota postada ontem (24/06) no site da “Câmara dos Deputados” destacando que na próxima quarta-feira (26/04) será instalada na Frente pela Modernização da Base de Alcântara será instalada na quarta.

Duda Falcão

SEGURANÇA

Frente Pela Modernização da
Base de Alcântara Será Instalada na Quarta

Da Redação –MO
Agência Câmara
24/04/2017 - 14h28

Será lançada nesta quarta-feira (26), na Câmara dos Deputados, a Frente Parlamentar para Modernização do Centro de Lançamento de Alcântara.

O colegiado é formado por 222 deputados, sob a coordenação de José Reinaldo (PSB-MA). A solenidade ocorrerá no auditório Freitas Nobre, a partir das 9h30.


Fonte: Site da Câmara dos Deputados

Comentário: Bom essa notícia é interessante, mas em minha opinião diante da índole da maioria desses vermes isto não passa de uma “cortina de fumaça”. Outra coisa, ou o titulo dessa nota foi mal formulado pelo seu autor, ou é mais uma prova da falta de seriedade desta notícia. Desde quando o CLA precisa ser modernizado? Precisa sim é de se tornar um centro de atividades espaciais de verdade, aproveitando a infraestrutura montada e constantemente atualizada nos últimos anos. Por enquanto não passa de um “Elefante Branco” graças às “cortinas de fumaça” como esta. Em países sérios a Comunidade Politica trabalha ativamente para o desenvolvimento do setor em seus países e nos EUA, por exemplo, a Frente Parlamentar em prol das atividades espaciais da NASA no Congresso Americano é extremamente forte, presente e comprometida. No entanto leitor os EUA é uma verdadeira Nação, e nós só somos um TERRITÓRIO DE PIRATAS. Tá ai a diferença.

Asteroide Bee-Zed Tem Órbita na Contramão, Conforme Previu Pesquisadora da UNESP

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada hoje (25/04) no site da Agência FAPESP, destacando que o conforme foi previsto pela pesquisadora brasileira Helena Morais da UNESP, o Asteroide Bee-Zed tem mesmo órbita na contramão.

Duda Falcão

Notícias

Asteroide Bee-Zed Tem Órbita na Contramão,
Conforme Previu Pesquisadora da UNESP

Maria Fernanda Ziegler
Agência FAPESP
25 de abril de 2017

Asteroide dá uma volta completa no Sol a cada 12 anos,
mesmo período de Júpiter – com quem compartilha
a órbita –, mas movendo-se em sentido oposto.

No Sistema Solar, há um asteroide que gira ao redor do Sol na contramão dos planetas. É o 2015 BZ509, também conhecido como Bee-Zed. Ele dá uma volta completa no Sol a cada 12 anos, mesmo período de Júpiter – com o qual compartilha a órbita –, mas movendo-se em sentido oposto.

A identificação do asteroide na contramão foi a comprovação do que Helena Morais, professora no Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE) da UNESP, previu há dois anos. Tanto que o estudo sobre a observação do asteroide, publicado na Nature, foi comentado por Morais em um artigo na seção News & Views na mesma edição da revista.

“É bom ter uma confirmação. Tinha a certeza de que as órbitas contrárias coorbitais existiam. Sabíamos desse asteroide desde 2015, mas a órbita não estava bem determinada e não era possível confirmar a configuração coorbital. Mas isso acaba de ser confirmado, após mais observações que reduziram os erros nos parâmetros da órbita. Agora, temos certeza de que o movimento do asteroide é contrário, coorbital e estável”, disse Morais à Agência FAPESP.

Em parceria com Fathi Namouni, do Observatório de Côte d'Azur, na França, Morais desenvolveu uma teoria sobre coorbitais retrógrados (movimento no sentido oposto ao dos planetas) e ressonâncias orbitais retrógradas em geral, em série de artigos publicados na Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e Celestial Mechanics and Dynamical Astronomy. Nascida em Portugal, Morais conta com Auxílio à Pesquisa da FAPESP desde 2016.

No estudo agora publicado na Nature, por Paul Wiegert, da University of Western Ontario, no Canadá, o objeto 2015 BZ509, detectado em janeiro de 2015 a partir do Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System (Pan-STARRS) no Havaí, foi seguido com o Large Binocular Telescope, no Arizona. A confirmação do movimento contrário e coorbital a Júpiter veio dessas observações adicionais.

Órbitas contrárias são raras. Estima-se que dos mais de 726 mil asteroides conhecidos até hoje, apenas 82 sejam retrógrados. Por outro lado, coorbitais movendo-se no mesmo sentido não são novidade; só na órbita de Júpiter existem cerca de 6 mil asteroides troianos, que compartilham a mesma órbita do planeta gigante.

Bee-Zed é incomum por compartilhar a mesma órbita de um planeta, estar na contramão e, principalmente, por ser estável há milhões de anos. “Em vez de ser expulso da órbita por Júpiter, como seria de se esperar, o asteroide está em uma configuração que lhe garante estabilidade, uma vez que seu movimento está sincronizado com o do planeta, evitando colisões com este [ressonância coorbital]”, disse Morais.

O asteroide cruza o caminho com Júpiter a cada seis anos, mas, devido à ressonância coorbital, os dois nunca se aproximam mais do que 176 milhões de quilômetros. A distância é suficiente para evitar grandes perturbações da órbita, embora a gravidade de Júpiter seja essencial para manter o movimento orbital Bee-Zed em sincronismo.

Trânsito Dinâmico

Planetas e a maioria dos asteroides do Sistema Solar giram no mesmo sentido em torno do Sol. Isso se dá porque o Sistema Solar foi formado a partir de uma nuvem em rotação. Por essa razão, os planetas e a maior parte dos asteroides rodam em torno do Sol, todos no mesmo sentido.

“A maior parte desses objetos que se deslocam ao contrário são cometas. Eles têm órbitas tipicamente inclinadas, muitas delas retrógradas. É o caso do Halley, o mais famoso de todos, que roda ao contrário no Sistema Solar, com inclinação de 162º, praticamente idêntica à de 2015 BZ509”, disse Morais.

A pesquisadora explica que, quando o Sistema Solar estava em formação, pequenos corpos foram ejetados para distâncias muito grandes do Sol, formando um repositório de cometas conhecido como Nuvem de Oort.

“A essas distâncias, o efeito gravitacional da Via Láctea perturba as órbitas dos pequenos corpos. Inicialmente, estes rodavam próximo do plano da eclíptica no mesmo sentido dos planetas, mas suas órbitas foram sendo deformadas pela perturbação da força de maré da galáxia e interação com estrelas próximas, ficando gradualmente mais inclinadas e formando um reservatório mais ou menos esférico”, disse a professora da UNESP.

Caso as órbitas desses corpos sofram uma perturbação – por uma estrela que passa, por exemplo – eles retornam para perto dos planetas do Sistema Solar, e podem tornar-se cometas ativos. “Os pequenos corpos gelados que se aproximam do Sol se aquecem, o que causa a sublimação do gelo que os constitui, formando uma coma [ nuvem de poeira e gás que circunda o núcleo de um cometa] e por vezes uma cauda, tornando-se cometas observáveis”, disse.

No caso do 2015 BZ509, o que mais surpreende é o longo período de estabilidade. “O tempo de vida particularmente longo de 2015 BZ509 em sua órbita retrógrada faz com que seja o mais intrigante objeto na vizinhança de Júpiter. São necessários mais estudos para confirmar como esse misterioso objeto chegou à sua configuração atual”, escreveram Morais e Namouni no comentário publicado na Nature.

Wiegert especula que é provável que Bee-Zed tenha tido origem na Nuvem de Oort, semelhante aos cometas da família do Halley. De qualquer forma, serão necessários mais estudos para recuperar a saga de Bee-Zed pelo Sistema Solar.

Sabe-se que asteroides em ressonâncias retrógrados não são exclusividade de Bee-Zed. Há registro de outros casos: em 2013, Morais e Namouni descreverem a identificação de um conjunto de asteroides (denominados Centauros e Damocloides), em órbita contrária no Sistema Solar e que entram em ressonância com Júpiter e Saturno. É o caso de asteroides como 2006 BZ8 e 2008 SO218, em ressonância retrógrada com Júpiter, e 2009 QY6, com Saturno.

“De fato, 2006 BZ8 poderia até mesmo entrar na ressonância co-orbital retrógrada com Saturno no futuro. As nossas simulações mostraram que a captura em ressonância é mais provável para objetos que têm órbitas retrógradas do que para aqueles que têm órbitas no mesmo sentido dos planetas”, escreveram Morais e Namouni.

A expectativa é que Bee-Zed possa permanecer por mais um milhão de anos em seu estado atual. Com a descoberta, pesquisadores acreditam que asteroides do tipo coorbitais retrógrados com Júpiter e outros planetas possam ser mais comuns do que se pensava anteriormente, reforçando ainda mais a teoria de Morais e Namouni.

Artigos:

A retrograde co-orbital asteroid of Jupiter (doi:10.1038/nature22029), de Paul Wiegert, Martin Connors e Christian Veillet: www.nature.com/nature/journal/v543/n7647/full/nature22029.html.

Planetary science: Reckless orbiting in the Solar System (doi:10.1038/543635a), de Helena Morais e Fathi Namouni: www.nature.com/nature/journal/v543/n7647/full/543635a.html.


Fonte: Site da Agência FAPESP

Comentário: Mais um gol da Astronomia Brasileira. Está sim apresentando a nossa Sociedade o que se espera dela, e a nossa expectativa é que venha fazer muito mais nos próximos anos. Nossos sinceros parabéns a pesquisadora Helena Morais pela sua conquista.

Amazonia-1 Integra Exposição "Inovanças – Criações à Brasileira" no Museu do Amanhã

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (24/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que o Projeto do Satélite Amazônia-1 será apresentado na exposição “Inovanças – Criações à Brasileira” a se realizar no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Duda Falcão

Amazonia-1 Integra Exposição Inovanças -
Criações à Brasileira no Museu do Amanhã

Coordenação de Comunicação Social – CCS
24/04/2017


O primeiro satélite brasileiro de Observação da Terra, o Amazônia 1, previsto para ser lançado no próximo ano é um dos destaques da exposição Inovanças – Criações à Brasileira, que estará  aberta ao público a partir desta terça-feira (25.04) até o mês de outubro, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Os visitantes terão a oportunidade de conhecer cerca de 40 projetos inovadores, pensados e realizados por brasileiros que transformaram vidas pelo país e pelo mundo. A exposição do Amazônia 1 será um ganho relevante para os visitantes que terão a oportunidade de conhecer um satélite e seus benefícios, antes de ser lançado.

Construído quase que totalmente pela indústria nacional, o Amazônia-1 nasceu de uma ideia genuinamente brasileira. “Imagino que somos capazes de explicar a importância desse feito aos brasileiros. O satélite é um instrumento que oferece uma variedade enorme de serviços em benefício da população. Estamos trabalhando para que, em breve, essa família de satélites seja desenvolvida completamente pela indústria nacional”, afirmou José Raimundo Braga, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB).

“O Amazonia-1 é uma família de satélites de observação terrestre com base em uma iniciativa excepcional na área espacial brasileira, chamada plataforma multimissão (PMM), objeto de responsabilidade da AEB. A PMM é um contrato feito com a indústria nacional para desenvolver esse conceito multimissão junto com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ressaltou Braga.

O primeiro satélite de Observação da Terra, o Amazônia-1, é completamente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. É um satélite de órbita Sol síncrona (polar) que irá gerar imagens do planeta a cada cinco dias. Para isso, possui um imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível – VIS – e 1 banda próxima do infravermelho – Near Infrared ou NIR) capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 km com 60 metros de resolução.

Sua órbita foi projetada para proporcionar uma alta taxa de revisita (5 dias), tendo, com isso, capacidade de disponibilizar uma significativa quantidade de dados de um mesmo ponto do planeta. Esta característica é extremamente valiosa em aplicações como alerta de desmatamento na Amazônia, pois aumenta a probabilidade de captura de imagens úteis diante da cobertura de nuvens na região.

Os satélites da série Amazonia serão formados por dois módulos independentes: um Módulo de Serviço, que é a Plataforma Multimissão (PMM), e um Módulo de Carga Útil, que abriga câmeras imageadoras e equipamentos de gravação e transmissão de dados de imagens.

A figura ao lado ilustra o satélite Amazonia-1 com seus dois módulos acoplados: Plataforma Multimissão (Módulo de Serviço, inferior) e o Módulo de Carga Útil (parte superior do satélite). Os painéis de fechamento estão separados para ilustrar a disposição interna dos equipamentos e subsistemas. O painel solar é mostrado em sua posição recolhida (configuração da fase de lançamento).

A Missão Amazonia irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.




Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Satélite SGDC Será Lançado ao Espaço no Dia 4 de Maio

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (24/04) no site “TELETIME” destacando que o Satélite Frankenstein Francês SGDC será lançado ao espaço dia 04/05.

Duda Falcão

SGDC

Satélite Brasileiro Será Lançado
no Dia 4 de Maio

BRUNO DO AMARAL
segunda-feira, 24 de abril de 2017 , 17h07


O satélite geoestacionário de defesa e comunicações brasileiro (SGDC) já tem uma nova data para lançamento: dia 4 de maio. De acordo com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, a greve na Guiana Francesa acabou, e o centro espacial de Kourou estaria liberado a tempo para que o foguete Ariane 5 possa ser lançado com o SGDC. Kassab diz que há até a possibilidade de a etapa ser um pouco adiantada. "Pode até ser antecipado um dia, para o dia 3", contou ele a jornalistas durante evento Fórum Espanha Brasil em São Paulo nesta segunda-feira, 24. No site da Arianespace, contudo, ainda não há confirmação da nova data.

Segundo a agência de notícias AFP, a greve na Guiana Francesa foi encerrada na última sexta-feira, 21, após os 37 sindicatos envolvidos nas manifestações terem entrado em acordo com o governo francês. Esse acordo foi conseguido dois dias antes das eleições presidenciais na França, e teria estabelecido um pacote de 2,1 bilhões de euros em ajudas para o território, além de mais um bilhão de euros de um fundo de emergência acordado no começo do mês. Os bloqueios na base de Kourou começaram a ser retirados ainda no sábado, 22.


Fonte: Site TELETIME - http://www.teletime.com.br/

Comentário: Pois é galera, tá ai a notícia.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Associação COBRUF Divulga Regras Atualizadas Para Facilitar a Participação na COBRUF Rockets 2017

Olá leitor!

A Associação COBRUF postou ontem (23/04) uma nota em sua página oficial no Facebook informando que com base no feedback e sugestões de Equipes por todo o país, as seguintes regras foram atualizadas para facilitar a participação do maior número de pessoas na Cobruf Rockets 2017:

• Datas para inscrição e pagamento de taxas foram estendidas.

• Instruções para inscrição e pagamento de taxas foram simplificadas e atualizadas.

• A massa máxima limite para foguetes visando 3 km de apogeu foi aumentada para 40 kg.

• Esclarecimentos sobre dimensões do compartimento de carga útil e do trilho lançador para foguetes visando 3 km de apogeu foram inseridos.


A Associação COBRUF agradece o feedback das Equipes: Unidos, voamos mais alto! Acesse a versão atualizada do Regulamento Cobruf 2017 pelo link abaixo e confira as alterações em detalhes.


Aproveito para sugerir aos interessados que visitem a página da Associação COBRUF pelo link https://www.facebook.com/Cobruf/posts/794352250728933 e tenham acesso a maiores informações sobre as diversas modalidades de competição na área espacial (não só relacionada com foguetes) em curso a serem realizadas por esta Associação. Vale a pena conferir.

Duda Falcão

CONAE Argentina Realiza Teste de Voo Com Foguete do Projeto Tronador II

Olá leitor!

A Comissão Nacional de Atividades Espaciais (CONAE) da Argentina, postou dia 21/04 uma nota em seu site oficial informando que, em 20 de abril passado, por volta das 18:00 hs, foi realizado o lançamento do Foguete VEX5A, veículo de teste experimental argentino integrante do projeto de desenvolvimento do Lançador de Satélites Tronador II. (Veja o vídeo do lançamento abaixo)


Segundo a nota da CONAE, o comportamento de todos os subsistemas de segmentos de vôo e terra ocorrem 100% de acordo com o que foi planejado, desde o inicio até os oito segundos de voo. Portanto a decolagem e o subsequente período de voo foram nominal.

No entanto, o fornecimento da propulsão do motor parou aos seis segundos do vôo, e sua falha está sob analise dos técnicos da CONAE.

Vale dizer leitor que em todo processo de desenvolvimento de um produto é natural que falhas ocorram, não sendo diferente na área espacial. Afinal só erra quem tenta acertar. Vamos continuar aqui torcendo pelo sucesso deste Projeto Argentino. Avante TRONADOR II.

Aproveito para agradecer aos nossos leitores argentinos Martín Marteletti e Gabriel Cola pelo envio desta notícia.

Duda Falcão

PT Acusa Governo Temer de 'Privatizar' Satélite e Quer Impedir Leilão

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada dia (19/04) no site “UOL Notícias” destacando que o PT acusa o Governo TEMER de 'privatizar' o Satélite Frankenstein Frances SGDC e quer impedir leilão.

Duda Falcão

NOTÍCIAS - ECONOMIA

PT Acusa Governo Temer de
'Privatizar' Satélite e Quer Impedir Leilão

Isadora Peron
Agencia Estado
Qua , 19/04/2017 às 20:48

Deputados da oposição vão entraram nesta quarta-feira (19) com um requerimento na Procuradoria-Geral da República e no Tribunal de Contas da União para tentar suspender o leilão da venda da capacidade do satélite geoestacionário da Telebras, que deverá ser lançado em breve. Eles acusam o governo do presidente Michel Temer de "privatizar" o satélite, que foi idealizado nos governos do PT para ser de uso 100% estatal.

Pelos planos iniciais, o equipamento teria uma banda X para uso exclusivo as Forças Armadas e uma banda KA, que seria utilizada para comunicações estratégicas do governo e para a implementação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), levando internet a escolas, postos de saúde e hospitais em áreas remotas, especialmente na região amazônica.

Em fevereiro, porém, a Telebras lançou um plano de comercialização que, apesar de preservar os 30% previsto para o Ministério da Defesa, divide em três lotes a banda KA para que possam ser adquiridos por operadoras de telecomunicação.

O plano prevê que os lotes ficarão com as empresas que apresentarem a proposta mais vantajosa, observado o valor mínimo estimado para cada um dos lotes. O preço base, porém, não foi divulgado, por ser de "caráter sigiloso".

O documento também não apresentava nenhuma contrapartida das operadoras, como obrigação de cobertura em regiões afastadas ou prestação de serviço para população de baixa renda. O mais provável é que as três maiores empresas do setor que atuam hoje no País - Claro, TIM e Vivo - fiquem com os lotes, já que a Oi passa por um processo de recuperação judicial.

Segundo a Telebras, o edital para a comercialização será publicado em breve. A previsão é que a assinatura dos contratos ocorra ainda neste primeiro semestre.

Críticas

Ex-ministro das Comunicações do governo Dilma Rousseff, o deputado André Figueiredo (PDT-CE) disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, que esse plano de venda dos lotes do equipamento não estava previsto pela administração petista. "O principal objetivo do governo, ao lançar esse satélite, era diminuir as desigualdades regionais, levar o serviço de banda larga a locais remotos, como a Amazônia, e levar internet para as escolas públicas", disse. O deputado também entrou com uma ação contra o leilão da Telebras no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o ex-ministro, os serviços de banda larga seriam oferecidos pela própria Telebras. Para ele, ao vender os lotes a empresas privadas, as operadoras vão concentrar o oferecimento dos serviços em locais de maior lucratividade e deixar em segundo plano as localidades mais distantes.

A deputada Margarida Salomão (PT-MG) também criticou a iniciativa do governo Temer. "Esse satélite foi construído para garantir a nossa soberania nacional e a universalização da banda larga, não para ser vendido", afirmou.

Lançamento

O lançamento do satélite estava previsto para o dia 21 de março, na Guiana Francesa, mas foi adiado por causa de uma greve que paralisou o país vizinho. Ainda não há previsão para uma nova data. O satélite foi desenvolvido em parceria com a empresa francesa Thales Alenia Space e começou a ser construído em 2013. O investimento total do governo brasileiro no projeto foi de R$ 2,1 bilhões.

Em nota, a Telebras afirmou que a "propriedade do satélite continuará sendo integralmente da Telebras, portanto, estatal". A Telebras disse ainda que "as empresas ganhadoras dos lotes terão a obrigação de ativar a capacidade cedida em todo o Brasil, para possibilitar o atendimento ao assinante banda larga com potencial ganho de qualidade e preço devido a competição entre as ganhadoras dos lotes". Segundo a empresa, dessa forma, "a comercialização dos três lotes representa medida eficaz para o alcance dos objetivos do Plano Nacional da Banda Larga".


Fonte: Site do UOL Notícias - http://noticias.uol.com.br

Comentário: E no meio dos nefastos interesses dessas lebres de colarinho branco com este projeto desastroso, está o iludido povo brasileiro, o mesmo que pagou a conta.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

NASA Filma OVNI Proximo da Estação Espacial Internacional

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessantíssima notícia postada hoje (21/04) no site em português do “Sputniknews”, destacando que a NASA filmou um OVNI bem próximo da Estação Espacial Internacional.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

OVNI? NASA Mostra Objeto Misterioso
Perto da Estação Espacial (VÍDEO)

Sputnik News
21/04/2017 - 07:32
Atualizado 21/04/2017 - 07:48

© Foto: YouTube/Scott Waring/Captura do Ecrã

As câmeras da Estação Espacial Internacional (EEI) capturou o voo de um objeto desconhecido que se aproximou da estação e, logo depois, alterou sua trajetória e desapareceu.

O vídeo foi publicado no portal oficial da NASA e gravado pela câmera automática que monitora o espaço em torno da Estação Espacial Internacional. 

A façanha foi gravada no dia 19 de abril de 2017. O vídeo mostra claramente o objeto semitransparente de forma cilíndrica: ele chega perto da estação, desaparecendo posteriormente


Especialistas da NASA acrescentam que uma visita semelhante aconteceu em 22 de março de 2017, quando o objeto enigmático permaneceu perto da estação por 7 minutos e depois foi embora.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Pois é leitor e ainda tem gente negando o fenômeno. Já passou da hora de cientistas e pesquisadores arrogantes como o Sr. Marcelo Gleiser deixarem de tentar negar fatos e meterem a mão na massa realizando o que deveriam estar fazendo, ou seja, investigar os fatos. Eles são inúmeros, estão acontecendo mundo afora na presença de diversas pessoas com formações diversas e alguns até ligados a instituições civis e militares e precisam ser investigados pela Comunidade Científica Mundial com seriedade e atenção. Cientista tem de ter mente aberta, não ser religioso a ponto de permitir que sua crença interfira em seu trabalho, e nem achar que o que acredita é a verdade absoluta. O conhecimento cientifico muda de tempo em tempos e o que se acreditava ha 100 anos já foi e em muito superado. Porém cientistas como o Sr. Marcelo Gleiser e tantos outros que tentam negar o fenômeno ufológico utilizando-se de explicações estapafúrdias e extremamente arrogantes (se não podemos viajar no espaço devido as grandes distancias, eles também não podem, como se fossemos os suprassumos dos universo. Ora leitor, faça-me uma garapa), talvez por medo de encarar os fatos ou por outro motivo qualquer, sabe lá o que se passa na cabeça dessa gente. Isto acaba causando um atraso enorme nas pesquisas denegrindo a imagem dos profissionais que, diferentemente desses energúmenos, tentam como podem trazer uma explicação satisfatória a Sociedade Humana. Sr. Marcelo Gleiser, uma hora sua máscara irá cair, pior para o senhor, pois a história cobrará seu preço. Aproveitamos para agradecer publicamente ao nosso leitor Rodrigo Godoy pelo envio desta notícia.

IV Festival Nacional de Minifoguetes - Lista de Participantes

Olá leitor!

Foi postado no ontem (20/04) no "Blog Minifoguete", a lista com as equipes participantes do “IV Festival Nacional de Minifoguetes”, a se realizar de 29/04 a 01/05 na capital paranaense.

Duda Falcão

Festival 2017 [43]: Equipes Inscritas

As equipes que confirmaram participação no IV Festival Brasileiro de Minifoguetes (2017) são:

LISTA DE EQUIPES E MEMBROS INSCRITOS
(atualizado em 20 Abr 2017)

no
Data
Sigla
Nome da equipe
Instituição
M
1
13/11/16
GZ
Gravidade Zero
UTFPR-LD
14
2
14/11/16
UFRJ
Minerva Rockets
UFRJ
18
3
18/11/16
UFABC RD
UFABC Rocket Design
UFABC
37
4
22/11/16
GFT
Grupo de Foguetes Tsiolkovsky
UTFPR-FB e PB
11
5
29/11/16
GREAVE
Grupo de Estudos Aerod. Veículos Autopropelidos
UP
14
6
01/12/16
SRUFJF
Supernova Rocketry UFJF
UFJF
20
7
03/12/16
FNX
Fênix
UFMG
11
8
07/12/16
Kosmos
Kosmos Foguetemodelismo
UFSC
8
9
09/12/16
ECSEF
Equipe Cruzeiro do Sul de Engenharia de Foguetes
PUC-RS
2
10
10/12/16
RW
Rocket Wolf
CEFET/RJ
9
11
11/12/16
CRD
Carcará Rocket Design
UEMA
7
12
12/12/16
TARS
TARS &
CEEP-NFM
11
13
13/12/16
LIFE
Liga Independente de Foguetes Espaciais
UTFPR-CT
1
14
13/12/16
CEELL
Equipo Longe Lateqve &
CEP
13
15
14/12/16
GFRJ
Grupo de Foguetes do Rio de Janeiro
UERJ
24
16
15/12/16
Gincarvi Jr
Grupo Gincarvi Jr. de Tecnologia em Foguetes
UCS
15
17
15/12/16
SD
Sun Dogs UTFPR
UTFPR-CT
9
18
06/01/17
BRD
Beyond Rocket Design
UNIFEI
31
19
09/01/17
BVM
Boa Vista Modelismo
Bandeirante
7
20
09/01/17
CRT
Capital Rocket Team
UnB
6
21
15/01/17
LAE-1/2A
Classe 1/2A - LAE/UFPR
UFPR-Curitiba
4
22
15/01/17
LAE-A
Classe A - LAE/UFPR
UFPR-Curitiba
3
23
15/01/17
LAE-50
Apogeu 50 m - LAE/UFPR
UFPR-Curitiba
4
24
15/01/17
LAE-100
Apogeu 100 m - LAE/UFPR
UFPR-Curitiba
4
25
15/01/17
LAE-200
Apogeu 200 m - LAE/UFPR
UFPR-Curitiba
5
26
15/01/17
Gralha Azul
Gralha Azul
UFPR, UP e UTFPR
16
27
15/01/17
T 200
Topus 200m
USP e UFSCar
5
28
15/01/17
T 500
Topus 500m
USP e UFSCar
2
29
15/01/17
T 1000
Topus 1000m
USP e UFSCar
7
30
19/01/17
SRT
Sky Rocket Team
IFG
11
31
21/02/17
TAURAS
Tauras do Pampa
CEGAPA
5
32
10/03/17
Active
Active Engineers
UNIAMERICA
11
33
11/03/17
Rocket
Equipe Rocket
UEA
3
34
31/03/17
ITA RD
ITA Rocket Design
ITA
11
35
31/03/17
ERocket
Equipe Rocket UTFPR-CP
UTFPR-CP
10
36
01/04/17
FnaF
Foguetes na FEM
Unicamp
5
37
14/04/17
CEPEV
Concorrentes Espetaculares pelo Elysio Vianna &
CEPEV
16
38
15/04/17
LCECP
Lic. Ciências Exatas e Computação UFPR Palotina
UFPR-Palotina
5
39
15/04/17
SG
Star Guardians
UFPR-Palotina
5
Total
20/04/17
39
32
400
&: ensino médio   M: membros de cada equipe inscritos no Festival

Instituições = 32; Estados = 11; Regiões = 5

Bandeirante
Boa Vista Modelismo, Recife (PE)
Estado
Equipes
CEEP-NFM
Centro Estadual de Educação Profissional Newton Freire Maia, Pinhais (PR)
PR
18
CEFET/RJ
Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca, Rio de Janeiro (RJ)
SP
6
CEGAPA
Centro Gaúcho de Pesquisas Aeroespaciais, Pelotas (RS)
MG
3
CEP
Colégio Estadual do Paraná, Curitiba (PR)
RJ
3
CEPEV
Colégio Estadual Professor Elysio Vianna, Curitiba (PR)
RS
3
IFG
Instituto Federal de Goiás, Goiânia (GO)
AM
1
ITA
Instituto Tecnológico da Aeronáutica, São José dos Campos (SP)
DF
1
PUC-RS
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre (RS)
GO
1
UCS
Universidade de Caxias do Sul, Campus Bento Gonçalves (RS)
MA
1
UEA
Universidade do Estado do Amazonas, Manaus (AM)
PE
1
UEMA
Universidade Estadual do Maranhão, São Luís (MA)
SC
1
UERJ
Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (RJ)
UFABC
Universidade Federal do ABC, Santo André (SP)
UFJF
Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora (MG)
UFMG
Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (MG)
UFPR-Curitiba
Universidade Federal do Paraná, Campus Curitiba (PR)
UFPR-Palotina
Universidade Federal do Paraná, Setor Palotina, Palotina (PR)
UFRJ
Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro (RJ)
UFSC
Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Joinville (SC)
UFSCar
Universidade Federal de São Carlos, São Carlos (SP)
UnB
Universidade de Brasília, Brasília (DF)
UNIFEI
Universidade Federal de Itajubá, Itajubá (MG)
Unicamp
Universidade Estadual de Campinas, Campinas (SP)
UNIAMERICA
Faculdade União das Américas, Medianeira (PR)
UP
Universidade Positivo, Curitiba (PR)
USP
Universidade de São Paulo, São Paulo (SP)
UTFPR-CP
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Cornélio Procópio (PR)
UTFPR-CT
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Curitiba (PR)
UTFPR-FB
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Francisco Beltrão (PR)
UTFPR-LD
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Londrina (PR)
UTFPR-PB
Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campus Pato Branco (PR)


Informações sobre o IV Festival Brasileiro de Minifoguetes (2017) estão disponíveis em


Fonte: Blog “Minifoguete“ - http://minifoguete.blogspot.com.br